• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Saiba o que fazer se você tinha CDBs do Will Bank, que foi liquidado pelo BC após colapso financeiro e vínculo com o Master

Instituição teve insolvência reconhecida após descumprir obrigações com a Mastercard; FGC deve iniciar processo de ressarcimento a investidores em breve

Por Isabela Ortiz

21/01/2026 | 10:21 Atualização: 21/01/2026 | 10:21

Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank após deterioração financeira e falha no cumprimento de obrigações com a Mastercard. (Foto: Adobe Stock)
Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank após deterioração financeira e falha no cumprimento de obrigações com a Mastercard. (Foto: Adobe Stock)

O Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (21) decretar a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, instituição ligada ao Banco Master. Segundo a autarquia, a medida foi adotada em razão do comprometimento da situação econômico-financeira da empresa, de sua insolvência e do vínculo de controle com o Master, que já se encontra sob regime de liquidação extrajudicial desde novembro de 2025. Até o momento, o banco não se pronunciou.

Leia mais:
  • BC diz que liquidação do Will Bank se tornou ‘inevitável’ após bloqueio da Mastercard
  • Mastercard deixa de aceitar compras com cartão do will bank, fintech do Master
  • Investia em CDB do Master? Veja o passo a passo para acionar o FGC e recuperar o seu dinheiro
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para conduzir o processo, o BC nomeou a EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda., representada por Eduardo Bianchini, que também atua como liquidante do Banco Master. A autarquia determinou ainda a indisponibilidade dos bens dos controladores e ex-administradores da instituição, com o objetivo de preservar ativos e permitir a apuração de eventuais responsabilidades.

Em nota, o Banco Central afirmou que a liquidação da Will Financeira tornou-se “inevitável” após a instituição descumprir a grade de pagamentos com a Mastercard, o que levou ao bloqueio de sua participação no arranjo de pagamento na última segunda-feira (19).

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo o BC, a situação evidenciou a deterioração financeiro da empresa e inviabilizou qualquer alternativa de continuidade operacional.

A Will Financeira havia sido preservada na liquidação extrajudicial em novembro, quando o BC decretou a quebra do Banco Master e de outras empresas do grupo. À época, a autarquia optou por submeter o Banco Master Múltiplo, controlador da fintech, ao Regime de Administração Especial Temporária (Raet), por entender que ainda poderia haver uma solução de mercado que preservasse o funcionamento do Will Bank.

  • O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?
“Tal solução, contudo, não se mostrou viável”, afirmou o BC.

Fundado em 2020, o Will Bank surgiu com a proposta de oferecer serviços bancários e investimentos a um público desbancarizado, com forte atuação no Nordeste e foco nas classes C e D.

Em 2024, a fintech adquirida pelo Master, então conglomerado de Daniel Vorcaro, em um movimento que buscava ampliar a presença do grupo no varejo bancário e reforçar o capital da operação para atender à exigências regulatórias do Banco Central.

À época da aquisição, anunciada em fevereiro de 2024, o Will Bank somava certa de 7 milhões de clientes. Com a incorporação, a base total do Banco Master ultrapassou 10,5 milhões de aderentes. Posteriormente, com a entrada do Banco de Brasília (BRB), que adquiriu 58% do capital total do Master, chegou-se a projetar um grupo com ativos superiores a R$ 100 bilhões. Esse cenário, no entanto, não se concretizou diante do agravamento da crise financeira e regulatória.

Publicidade

Antes da decretação da liquidação, a Mastercard suspendeu a aceitação de compras realizadas com cartões de crédito do Will Bank. A empresa era a emissora dos cartões da fintech e figura entre as principais credoras da instituição. A decisão teve como objetivo evitar o aumento do passivo enquanto a situação financeira se deteriorava.

Em nota, a Mastercard informou que vinha acompanhando as operações do Will Bank há algum tempo para verificar o cumprimento das regras da rede.

“Diante de mudanças no atendimento a essas obrigações, e considerando também nossos próprios requisitos regulatórios, suspendemos o uso dos cartões do Will Bank em nossa rede”, afirmou a companhia.

O Banco Central destacou ainda que continuará adotando todas as medidas cabíveis para apurar responsabilidades, o que pode resultar em sanções administrativas e comunicações a outras autoridades competentes.

Diante do início do processo de ressarcimento, especialistas alertam que o momento exige cautela e organização por parte dos investidores. Segundo Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, muitos dos que agora aguardam o pagamento do FGC assumiram riscos elevados ao priorizar retorno em detrimento da segurança.

“Se eles estão recebendo esse valor, é porque em algum momento investiram em CDBs de renda fixa que tinham um risco elevado. Estavam buscando mais retorno do que segurança, e esse é um erro muito comum entre investidores iniciantes”, afirma Costa.

Publicidade

Para o especialista, a análise de um investimento deve seguir uma ordem clara. Primeiro, a liquidez. “A maioria começa pelo retorno, mas o correto é começar pela liquidez: quando vou precisar desse dinheiro?”, diz.

Em seguida, deve-se avaliar o risco. “Qual é o risco que eu posso e quero correr? Muitos investidores se apoiam apenas no FGC, mas, como estamos vendo, ele existe, não é perfeito e pode demorar.”

Costa lembra ainda que a liquidação do Banco Master deve consumir cerca de 40% dos recursos do FGC, o que fragiliza o fundo e reforça a necessidade de diversificação. “O retorno deveria ser sempre o terceiro passo”, afirma.

  • FGC inicia pagamento de R$ 40,6 bilhões a investidores com CDBs do Banco Master; veja como receber

Na mesma linha, Henrique Soares, planejador financeiro CFP pela Planejar, destaca que, para quem tinha CDBs do Will Bank, o mais importante agora é agir com método e evitar decisões precipitadas.

“Para o investidor que tinha CDBs do Will Bank, o principal agora é agir com calma e método. O primeiro passo, além de acionar o FGC, é entender a própria exposição, ou seja, somar quanto tinha investido na instituição e confirmar se o valor está dentro do limite de cobertura do FGC por CPF”, afirma.

Publicidade

Segundo Soares, também é fundamental reunir e guardar toda a documentação relacionada às aplicações. “Extratos, notas de aplicação e informações do título facilitam qualquer eventual necessidade de comprovação”, diz.

O planejador financeiro alerta ainda para o risco de golpes. “É essencial acompanhar apenas fontes oficiais, como comunicados do FGC e do Banco Central. Em momentos como esse, surgem muitos intermediários oferecendo ajuda para liberar o dinheiro. O investidor não deve fornecer senhas, fazer transferências ou pagar taxas para ninguém. O caminho seguro é sempre pelos canais oficiais”, afirma.

Após a resolução dessa etapa, o episódio deixa um aprendizado prático para o investidor pessoa física.

“Em renda fixa, não basta olhar apenas para o percentual do CDI. Vale diversificar emissores e prazos, manter a reserva de emergência em produtos com liquidez e segurança e evitar concentrar valores relevantes em um único banco, mesmo quando existe cobertura do FGC”, conclui Soares.

Como funciona o ressarcimento pelo FGC

Investidores que possuem recursos aplicados em produtos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) podem ter direito ao ressarcimento, respeitados os limites da garantia.

1. Entenda se você tem direito à cobertura

O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição ou conglomerado financeiro, incluindo rendimentos, com um teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.

2. Faça o cadastro no FGC

O cadastro pode ser feito pelo aplicativo do FGC (Android e iOS) ou pelo site oficial.

  • Pessoa física: CPF e documento oficial com foto;
  • Pessoa jurídica: CNPJ, documentação societária e identificação dos representantes legais.

É essencial conferir e validar os dados bancários.

3. Solicite o pagamento da garantia

O investidor poderá visualizar o valor a receber, desde que já conste na lista enviada pelo liquidante, e assinar digitalmente o termo de solicitação. Para empresas, o termo é liberado após análise da documentação.

4. Pagamento

Após a assinatura digital e a conferência das informações, o FGC realiza o pagamento em até 48 horas úteis, com depósito direto na conta do titular.

Segundo o próprio fundo, fazem parte da garantia ordinária depósitos à vista, de poupança e a prazo, com ou sem certificado, incluindo produtos como CDBs e RDBs.

Publicidade

Também são cobertos depósitos destinados ao pagamento de salários, aposentadorias e benefícios similares, além de LC, LH, LCI, LCA e LCD, desde que atendidos os critérios regulatórios.

Por outro lado, não são cobertos recursos captados no exterior, depósitos judiciais, instrumentos com cláusula de subordinação, cotas de fundos de investimento ou participações societárias. Também ficam fora da garantia créditos de titularidade de instituições financeiras, fundos, seguradoras e entidades de previdência.

Como reforça o FGC, a garantia funciona como proteção ao investidor de varejo, mas não substitui a análise de risco do emissor nem elimina perdas em aplicações fora das regras de cobertura.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • banco master
  • FGC
  • Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
  • master
  • will bank
Cotações
03/04/2026 5h40 (delay 15min)
Câmbio
03/04/2026 5h40 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Banco do Brasil sofre com agro, mas guerra no Irã pode virar o jogo; e os dividendos?

  • 2

    Inédito: Estadão lança treinamento virtual que alia inteligência fiscal na prática à construção de patrimônio

  • 3

    Carteiras recomendadas: com R$ 51 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril; veja as escolhas de bancos e corretoras para este mês

  • 4

    Ibovespa hoje encerra estável ante incertezas; ameaça de Trump ao Irã faz petróleo disparar

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Onde solicitar o seguro-desemprego?
Logo E-Investidor
Onde solicitar o seguro-desemprego?
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado: quanto tempo a família tem para resolver o problema?
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado: quanto tempo a família tem para resolver o problema?
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado? Entenda o que acontece se situação não for resolvida no prazo
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado? Entenda o que acontece se situação não for resolvida no prazo
Imagem principal sobre o O número do PIS não apareceu na Carteira de Trabalho Digital? Entenda o que pode ser
Logo E-Investidor
O número do PIS não apareceu na Carteira de Trabalho Digital? Entenda o que pode ser
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: quais alunos do ensino médio podem sacar R$ 1.000 no fim do ano?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: quais alunos do ensino médio podem sacar R$ 1.000 no fim do ano?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Imagem principal sobre o 5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Logo E-Investidor
5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Imagem principal sobre o Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Logo E-Investidor
Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Últimas: Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022
Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022

As entradas de capital internacional estão relacionadas ao nível de preço mais convidativos das ações nacionais em relação ao exterior

02/04/2026 | 15h24 | Por Ana Paula Machado, Maria Regina Silva e Caroline Aragaki
Carteiras recomendadas: com R$ 51 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril; veja as escolhas de bancos e corretoras para este mês
Investimentos
Carteiras recomendadas: com R$ 51 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril; veja as escolhas de bancos e corretoras para este mês

Mesmo com volatilidade global, entrada de capital externo impõe viés construtivo e orienta ajustes pontuais nos portfólios

02/04/2026 | 12h21 | Por Isabela Ortiz
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra
Investimentos
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra

Guerra no Oriente Médio leva mercados globais a mês negativo, mas analistas dizem ver fundamentos que sustentam melhor trimestre em anos da B3

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza
Guerra leva Bolsas de Nova York às mínimas do ano e reabre janela para investir lá fora
Investimentos
Guerra leva Bolsas de Nova York às mínimas do ano e reabre janela para investir lá fora

S&P 500 cede 5% em março, pior desempenho mensal em 12 meses; preços voltara aos níveis do Liberation Day, mas com menos alarde no mercado

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador