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Investimentos

Lucro da Usiminas (USIM5) volta no 4T25 com ajuda da mineração, mas aço segue pressionado, diz Genial

Prévia do balanço no quarto trimestre mostra divisão de aço ainda fragilizada; veja a recomendação e o preço alvo para a siderúrgica

Por Isabela Ortiz

02/02/2026 | 9:38 Atualização: 02/02/2026 | 9:38

Resultado da Usiminas no 4T25 deve ser sustentado pela mineração, enquanto a divisão de aço continua sob pressão operacional. (Foto: Adobe Stock)
Resultado da Usiminas no 4T25 deve ser sustentado pela mineração, enquanto a divisão de aço continua sob pressão operacional. (Foto: Adobe Stock)

A Usiminas (USIM5) deve voltar a apresentar lucro no quarto trimestre de 2025 (4T25), mas o resultado operacional segue pressionado pelo desempenho fraco da divisão de aço. É essa a leitura da Genial Investimentos para os números que serão divulgados em 13 de fevereiro, antes da abertura do mercado financeiro no Brasil.

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Segundo a casa, a melhora no resultado final da Usiminas vem muito mais da normalização contábil após o impairment (ajuste no valor contábil de um ativo) do 3T25 e do bom momento da Mineração Usiminas (MUSA) do que de uma recuperação estrutural do ramo siderúrgico.

A Genial revisou o preço-alvo de USIM5 em 12 meses para R$ 7,00 (antes R$ 4,75), refletindo principalmente a redução da taxa de desconto e não uma melhora operacional. O potencial de valorização chega a 11%, mas a recomendação permanece a mesma, “manter“.

De acordo com a Genial, “a divisão de aço deve seguir pressionando negativamente os resultados consolidados”, enquanto a mineração tende a funcionar como um amortecedor parcial, beneficiada por preços mais elevados do minério de ferro. O cenário reflete um ambiente ainda desafiador para o setor, marcado por competição intensa, presença de aço importado e dificuldade de repasse de preços.

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No mercado doméstico, a expectativa é de volumes sazonalmente mais fracos no quarto trimestre. A Genial estima embarques de 970 mil toneladas, queda de 2,2% frente ao trimestre anterior, ainda que levemente acima do nível de um ano antes. A desaceleração pode ser explicada, sobretudo, pela menor atividade do setor automotivo, impactado por férias coletivas e interrupções temporárias nas montadoras.

Preço: o grande problema da Usiminas

Mais do que os volumes, porém, o problema está nos preços. A corretora projeta preço realizado de R$ 4.985 por tonelada, recuo de 5,5% na comparação com o trimestre anterior, refletindo um ambiente mais competitivo, maior entrada de aço importado e um efeito de mix negativo.

“Embora a companhia tenha implementado reajustes de preços para distribuidores ao longo do trimestre, avaliamos que o pass-through (repasse de preços) deva ser limitado”, destaca a Genial Investimentos, citando a recomposição de estoques no canal de distribuição como fator restritivo.

No mercado externo, os embarques devem somar 110 mil toneladas, praticamente estáveis na comparação trimestral e com baixa representatividade no mix total. Os preços também devem ceder, para R$ 4.783 por tonelada, pressionados pela acomodação do câmbio e pela ausência de desenvolvimentos relevantes de preço no período. Segundo a análise, mesmo mercados tradicionalmente mais próximos, como a Argentina, não têm peso suficiente para alterar de forma material a média de realização.

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No consolidado de aço (mercado doméstico + externo), a Genial projeta embarques de 1,079 milhão de toneladas e preço médio de R$ 4.965 por tonelada, queda de 5,3% ante o terceiro trimestre (3T25) e 10,1% na comparação com um ano antes. O efeito combinado de preços mais baixos e mix desfavorável mantém a rentabilidade sob pressão.

Custos aliviam, mas não salvam margens

Do lado dos custos, há algum alívio, mas insuficiente para compensar a queda mais forte dos preços. O custo dos produtos vendidos por tonelada (COGS/t) no aço deve recuar para R$ 4.805, beneficiado pelo carrego de insumos mais baratos, como carvão metalúrgico e minério de ferro. Ainda assim, a Genial ressalta que pressões em logística, manutenção e overheads (custos indiretos) seguem presentes e não conseguem ser repassadas ao mercado.

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Com isso, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da divisão de aço deve cair de forma expressiva, para R$ 194 milhões, retração de 36,9% em relação ao trimestre anterior e de 46,8% ante o quarto trimestre de 2024 (4T24). A margem Ebitda deve ficar em torno de 4%, evidenciando a fragilidade operacional do segmento no atual ciclo.

Mineração volta a sustentar os números

Se o aço decepciona, a mineração segue como o principal ponto de suporte dos resultados. A Genial projeta embarques de 2,46 milhões de toneladas, leve queda trimestral, mas preços realizados mais fortes, em R$ 395 por tonelada, impulsionados pela alta do benchmark (produto de referência) de 62% Fe para US$ 106/t.

Segundo a casa, a elevação do preço do minério “mais do que compensa a leve retração de volumes e o impacto negativo do câmbio”, mantendo a MUSA como um “earnings buffer [colchão de lucros] relevante”. O Ebitda da mineração deve alcançar R$ 166 milhões, alta de 27,4% ante o 3T25, com custos praticamente estáveis.

Resultado consolidado: lucro volta, mas com qualidade limitada

No consolidado, a receita líquida deve somar R$ 6,2 bilhões, queda de 6,1% frente ao trimestre anterior. O Ebitda ajustado está estimado em R$ 360 milhões, recuo de 17,1% na comparação com o trimestre anterior, refletindo a deterioração do aço apenas parcialmente compensada pela mineração.

Ainda assim, a Usiminas deve voltar ao azul. A Genial projeta lucro líquido de R$ 67 milhões, após o prejuízo registrado no 3T25, fortemente impactado por impairment e efeitos não caixa. “A melhora sequencial decorre da normalização em relação ao trimestre anterior”, explica a corretora, ressaltando que, sem choques contábeis, o lucro retorna a um patamar modesto, mesmo com Ebitda mais fraco.

Antidumping: expectativa já no preço

No campo regulatório, a Genial mantém um tom cauteloso. Embora o mercado tenha reagido positivamente à expectativa de medidas antidumping (contra a comercialização de produtos a preços abaixo do custo de produção), a casa avalia que o movimento recente das ações reflete mais reprecificação de risco do que mudança estrutural de fundamentos.

“O upside (potencial de valorização) marginal associado ao antidumping neste estágio é restrito”, afirma o relatório, destacando que considerações políticas e inflacionárias tendem a limitar a agressividade das medidas.

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A extensão do prazo da investigação antidumping sobre o HRC (tipo de produto de aço) de origem chinesa até julho de 2026 reforça essa avaliação mais cautelosa. Na leitura da Genial, mesmo que tarifas venham a ser aplicadas ao fim do processo, o efeito prático tende a ser gradual e limitado no curto prazo, sem provocar disrupções relevantes na oferta doméstica ou uma inflexão imediata na dinâmica competitiva do setor.

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Assim, o 4T25 sinaliza a retomada do lucro da Usiminas, mas não altera o diagnóstico central. A divisão de aço segue sob forte pressão e a recuperação estrutural ainda parece distante. Com a ação já incorporando boa parte das expectativas positivas, sobretudo no campo regulatório, os riscos operacionais continuam no radar e ajudam a sustentar uma postura mais equilibrada em relação ao papel.

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