Para o BofA, a nova recomendação incorpora a possível privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais em abril ou maio, bem como atualizações regulatórias, ganhos de eficiência de despesas operacionais e um menor custo de capital.
“Com os marcos legais e de governança estabelecidos, a história de ações não é mais sobre risco político, mas sobre entrega operacional e alocação de capital sob uma estrutura de empresa privada. Apesar de um desempenho superior a 100% nos últimos doze meses, acreditamos que o mercado ainda não precificou totalmente a mudança estrutural em andamento, particularmente a magnitude do potencial regulatório e de eficiência”, dizem os analistas do BofA Gustavo Faria e Andre Silveira.
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