O Ibovespa futuro inverte sinal após abrir em alta de 0,29% e passa a cair 0,07%, aos 189 mil pontos, sob influência de uma agenda internacional que pode calibrar o apetite por risco ao longo do dia.
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O Ibovespa futuro inverte sinal após abrir em alta de 0,29% e passa a cair 0,07%, aos 189 mil pontos, sob influência de uma agenda internacional que pode calibrar o apetite por risco ao longo do dia.
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Nesta quinta-feira (12), a divulgação do volume de serviços no Brasil fica no radar do mercado em meio a expectativas pelo balanço da Vale (VALE3) do quarto trimestre de 2025, após o fechamento da B3, a Bolsa de Valores brasileira.
Na Europa, o Reino Unido divulga uma bateria de dados divulgados simultaneamente, entre eles balança comercial, investimentos empresariais, produção industrial, produção manufatureira e a estimativa preliminar do Produto Interno Bruto (PIB). Já a Alemanha divulga dados de produção industrial.
A China, por sua vez, apresenta números da conta corrente e dos preços de imóveis, completando um dia com potencial de mexer com expectativas sobre crescimento e inflação globais.
Nos Estados Unidos, o foco recai sobre os pedidos iniciais e contínuos de seguro-desemprego, além das vendas de imóveis usados e dos estoques de gás natural divulgados pela Energy Information Administration, a agência de energia do país. Também estão previstos leilões de títulos públicos de 30 anos e a atualização do balanço patrimonial do Federal Reserve (Fed), banco central americano. À noite, o diretor do Federal Reserve (Fed), Stephen Miran, fala em evento.
Os mercados globais operam com viés positivo nesta manhã após o payroll bem acima das previsões. Em Nova York, futuros sobem com balanços, após o McDonald’s superar estimativas. Às 7h48 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones subia 0,26%, o S&P 500 avançava 0,28% e o Nasdaq tinha ganho de 0,22%.
Na Europa, por volta das 8h (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,39%, a de Paris avançava 1,42% e a de Frankfurt ganhava 0,92%. As de Milão, Madri e Lisboa, por sua vez, tinham respectivas altas de 0,52%, 0,47% e 0,17%.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, com a do Tóquio interrompendo o recente rali pós-eleitoral e a de Seul avançando a novo patamar inédito.
Os contratos futuros de petróleo mantiveram ganhos moderados após a Agência Internacional de Energia (AIE) reduzir projeções para o crescimento tanto da demanda quanto da oferta da commodity em 2026, em relatório mensal publicado há pouco.
Às 9h59 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para março subia 0,20% na Nymex, a US$ 64,44, enquanto o do Brent para abril avançava 0,42% na ICE, a US$ 69,11.
O contrato mais negociado do minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para maio de 2026, fechou em queda de 0,20%, cotado a 762 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 110,21.
O segundo contrato mais negociado, para setembro de 2026, terminou o pregão em queda de 0,07%, a 745 yuans, o equivalente a US$ 107,75 por tonelada.
Já o índice DXY do dólar – que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes – tinha alta de 0,07%, a 96,92 pontos.
Para saber mais sobre os desdobramentos do pregão e Ibovespa hoje, leia AQUI.
*Com informações de Luciana Xavier, Sérgio Caldas e Silvana Rocha, da Broadcast
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