O Deutsche Bank projeta que o Brasil crescerá 1,8% em 2026, em meio a um cabo de guerra entre o impulso ao consumo e o impacto defasado do ciclo de restrição monetária, confiança empresarial contida e incerteza política.
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O Deutsche Bank projeta que o Brasil crescerá 1,8% em 2026, em meio a um cabo de guerra entre o impulso ao consumo e o impacto defasado do ciclo de restrição monetária, confiança empresarial contida e incerteza política.
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Contudo, o ritmo mais suave da atividade econômica já visto desde o segundo semestre de 2025 e o recuo iminente da inflação apoiam a estimativa de corte de 0,50 ponto porcentual na taxa Selic em março, acrescenta.
“Em seu último comunicado, o Banco Central já havia apontado que os indicadores de atividade doméstica mostram uma moderação no crescimento e sugeriu que o processo desinflacionário avançou o suficiente para permitir condições monetárias mais frouxas”, relembra o economista-chefe para América Latina do Deutsche, Francisco Campos, em relatório.
A estimativa do banco é de uma sequência de cortes de 0,5pp na Selic de março a setembro. Depois disso, o BC tende a adotar um afrouxamento mais gradual, em ritmo de 0,25pp por reunião a partir de novembro e ao longo de 2027, motivado pelas ramificações macroeconômicas binárias da eleição de outubro, segundo Campos. Assim, a expectativa é de que a taxa Selic encerre 2026 em 12% ao ano.
Nesta quinta-feira (19), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mostrou queda de 0,2% em dezembro ante novembro, devido a um recuo nas atividades não agrícolas, destaca o Deutsche Bank.
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Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast
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