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O mercado internacional manteve viés positivo ao longo desta quarta-feira (25), com as bolsas externas em alta diante do alívio momentâneo nas incertezas envolvendo o setor de tecnologia e da expectativa pelos balanços de grandes empresas de semicondutores.
Os Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) avançaram com a reavaliação das apostas para o início do ciclo de cortes nos Estados Unidos, enquanto o dólar mostrou oscilações frente às principais moedas. O Bitcoin também registrou forte avanço, acompanhando o movimento global de maior apetite por ativos de risco.
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Entre as commodities, o petróleo encerrou o dia em queda, pressionado por tensões geopolíticas e sinais divergentes sobre a oferta global, ao passo que o ouro voltou a firmar movimento de alta.
No Brasil, o Ibovespa perdeu força e fechou em baixa, devolvendo parte dos ganhos recentes após ter renovado máxima histórica pela manhã. Além da fraqueza do petróleo, o movimento refletiu principalmente ajustes em ações que vinham acumulando valor nos últimos pregões, de modo que a maioria dos subíndices recuou apesar do ambiente técnico favorável.
O índice encerrou o dia em queda de 0,13%, aos 191.247 pontos, com giro financeiro de R$ 27 bilhões, enquanto o dólar recuou 0,59%, cotado a R$ 5,13, ainda influenciado pelo fluxo externo favorável observado ao longo do mês. Na curva de juros, os contratos exibiram oscilações moderadas, com algum alívio nas taxas mais longas em meio ao ambiente doméstico mais estável e ao câmbio comportado.
Como destaque da agenda, os dados de crédito divulgados pelo Banco Central mostraram leve piora nos indicadores de inadimplência, mas também sinalizaram estabilização no ritmo de concessões e no endividamento das famílias, sugerindo um quadro mais equilibrado após meses de deterioração gradual.
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