Nesta manhã, foram divulgados os resultados do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos que subiu 0,5% em janeiro ante dezembro de 2025, informou o Departamento do Trabalho do país nesta sexta-feira (27). Na comparação anual, o PPI avançou 2,9% em janeiro. Analistas consultados pela FactSet esperavam altas de 0,3% e 1,6%, respectivamente. Logo depois, saem os números do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) dos EUA medido pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) de Chicago.
No Brasil, os investidores repercutem a prévia da inflação (IPCA-15) de fevereiro. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice acelerou de 0,20%, em janeiro, para 0,84%, em fevereiro, com maior alta verificada no grupo Educação (5,20%), devido aos reajustes nas mensalidades de escolas e cursos que ocorrem no início do ano letivo. A expectativa do mercado era que o crescimento fosse de 0,60%. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 1,04% e, nos últimos 12 meses, de 4,10%, abaixo dos 4,50% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.
“Não acreditamos que haja mudança na precificação do início do corte da taxa Selic em março no patamar de 0,50%, porém, a taxa terminal pode sofrer alguma mudança no sentido de precificar a dificuldade de se trazer a inflação próxima a meta de 3%”, afirma Mônica Araújo, Economista Chefe da InvestSmart XP.
Na sessão de quinta-feira (26), o dólar hoje fechou em alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 5,1389. O desempenho foi influenciado pela rodada de negociações nucleares entre EUA e Irã que terminou sem um acordo. A expectativa é que as conversas sejam retomadas na semana que vem.
Com informações do Broadcast*