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Ibovespa futuro desaba 2,38% com escalada de guerra no Oriente Médio e divulgação do PIB brasileiro

Índice cai mais de 2% acompanhando o pânico nas bolsas globais após Donald Trump alertar para "onda de ataques"; no cenário interno, mercado reage ao crescimento de 2,3% do PIB em 2025

Por Manuela Miniguini

03/03/2026 | 9:27 Atualização: 03/03/2026 | 9:29

Ibovespa é o principal índice da Bolsa de Valores brasileira, a B3 (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa é o principal índice da Bolsa de Valores brasileira, a B3 (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa futuro inicia a terça-feira (3) em queda de 2,38%, aos 187 mil pontos, atento aos impactos da  guerra no Oriente Médio e dados que combinam inflação, politica monetária e atividade econômica. Na noite de ontem, o presidente americano Donald Trump disse que a ofensiva no Irã pode durar entre quatro e cinco semanas e que a “maior onda de ataques ainda está por vir”.

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No Brasil, o mercado reage aos números do IPC Fipe, índice que mede a variação de preços na cidade de São Paulo, os números do Produto Interno Bruno (PIB) do quarto trimestre de 2025 e dos dados do Caged de criação de vagas formais em janeiro.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB brasileiro de 2025 cresceu 2,3% ante 2024, um acumulado de R$ 12,7 trilhões. Em relação ao semestre passado, o índice cresceu 0,1%, e 1,8% em comparação ao quarto semestre de 2024.

No exterior, investidores acompanham o leilão de títulos públicos e discurso do presidente do Banco do Japão. A Europa divulga prévia da inflação ao consumidor, enquanto os Estados Unidos reúne dados de vendas no varejo. No fim da tarde, os estoques de petróleo medidos pelo American Petroleum Institute entram no radar do mercado de energia, em meio à recente volatilidade da commodity.

Ibovespa hoje: veja os destaquem do pregão desta terça-feira (3)

Temores no Oriente Médio causam aversão mundial a risco

Os investidores fogem do risco diante da escalada dos conflitos com o Irã, que fechou o Estreito de Ormuz e ameaçou incendiar qualquer navio que tentar passar. O estreito concentra cerca de 20% do fluxo global do petróleo. Os EUA negam que a passagem esteja fechada. O petróleo avançava mais 6% há pouco.

Já os contratos de gás natural na Europa disparavam mais de 20%, após uma paralisação da produção na maior instalação de exportação de gás natural liquefeito do mundo, no Catar.

  • Do tarifaço às guerras: em pouco mais de um ano, Trump redefiniu o risco nos mercados globais

A guerra respinga diretamente nas bolsas mundiais. Na Europa, os mercados abriram em queda firme nesta terça-feira, estendendo fortes perdas de ontem e, às 7h57 (de Brasília), a bolsa de Londres caía 1,10%, a de Paris recuava 1,37% e a de Frankfurt perdia 1,73%. As de Milão, Madri e Lisboa, por sua vez, tinham respectivas quedas de 1,97%, 1,68% e 2,01%.

  • Dow Jones e futuros de NY despencam com temores no Oriente Médio e na expectativa de falas do Fed

Nas bolsas de Nova York, às 7h37 (de Brasília), o Dow Jones futuro caía 1,04%, o S&P 500 recuava 1,07% e o Nasdaq tinha queda de 1,34%.

As bolsas asiáticas fecharam em forte baixa hoje, com o índice sul-coreano Kospi liderando perdas de 7,24% em Seul – no seu pior pregão em 19 meses. Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei caiu 3,06% em Tóquio; o Hang Seng recuou 1,12% em Hong Kong e o Taiex cedeu 2,20% em Taiwan.

  • Bolsas da Ásia fecham em baixa, com tombo em Seul, em meio à guerra no Oriente

Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 1,43%, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto registrou perda mais expressiva, de 3,24%. Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 1,34% do S&P/ASX 200 em Sydney.

Commodities e dólar

Os contratos futuros do petróleo operam em alta de cerca de 3% na madrugada desta terça-feira, depois de saltarem mais de 6% ontem, à medida que a guerra no Oriente Médio mantém elevados os riscos de corte na oferta da commodity.

Às 7h31 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para abril subia 2,78% na Nymex, a US$ 73,20, enquanto o do Brent para maio aumentava 3,22% na ICE, a US$ 80,24.

O contrato mais negociado do minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para maio de 2026, fechou em alta de 0,67%, cotado a 753,5 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 109,47.O segundo contrato mais negociado, para setembro de 2026, terminou o pregão em alta de 0,48%, a 733 yuans, o equivalente a US$ 106,49 por tonelada.

Os contratos futuros do cobre, da prata e do ouro recuam, mesmo com a procura por ativos considerados mais seguros nesse momento econômicos incerto. Na Comex, às 7h49 (de Brasília), o cobre para maio tinha queda de 2,24%, a US$ 5,8140 a libra-peso, enquanto o ouro para abril caía 1,00%, a US$ 5.258,00 por onça-troy, e a prata para maio perdia 7,52%, a US$ 82,020 por onça-troy. Em Londres, o cobre para três meses recuava 1,70%, a US$ 12.861,50 por tonelada.

O dólar, por sua vez, opera em alta em relação a outras moedas de economias desenvolvidas. Às 7h49 (de Brasília), o euro caía a US$ 1,1650, a libra recuava a US$ 1,3339 e o dólar avançava a 157,39 ienes. Já o índice DXY do dólar – que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes – tinha alta de 0,46%, a 98,83 pontos.

Esses e outros indicadores influenciam os humores do mercado nesta terça-feira e moldam os resultados do Ibovespa hoje. Acompanhe, nesta reportagem, o pregão ao vivo. 

*Com informações de Sergio Caldas, Cecília Mayrink, Luciana Xavier e Silvana Rocha, da Broadcast

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