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Direto da Faria Lima

Onde o CEO da gestora JiveMauá não está investindo? Confira

Gestor anunciou suas preferências em sua participação no evento anual da Fami Capital

Por Marília Almeida

06/03/2026 | 18:43 Atualização: 06/03/2026 | 18:43

Painel do Advance, evento anual da Fami Capital:: gestores apontaram preferências. Foto: Fami/ Divulgação
Painel do Advance, evento anual da Fami Capital:: gestores apontaram preferências. Foto: Fami/ Divulgação

O CEO da gestora JiveMauá, Alexandre Cruz, afirmou que tem evitado investir em ativos de crédito high grade, como debêntures. Segundo ele, o retorno desses papéis tem ficado abaixo de alternativas como CDBs, que ainda sofrem incidência de imposto, reduzindo o prêmio de risco para o investidor. O executivo participou do evento anual da Fami Capital, realizado em São Paulo nesta sexta-feira (6).

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Em um cenário de juros elevados por um período prolongado, onde o custo de capital para as empresas sobe e o risco de crédito aumenta, o executivo disse que tem sido mais cauteloso ao emprestar dinheiro para empresas por um longo prazo, ainda mais sem saber se seu modelo de negócios pode ser impactado pela inteligência artificial, por exemplo.

O executivo também afirmou que evita aplicar em fundos prefixados, argumentando que o cenário econômico atual é incerto demais para travar taxas por períodos longos.

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Leia mais: O que os grandes nomes do mercado dizem sobre a queda do dólar, recorde do Ibovespa e eleições de 2026

Em vez disso, a estratégia tem sido apostar em fundos de crédito estruturado, como FIDCs, que prefiram companhias com margens operacionais elevadas e motivos claros para alongar o perfil da dívida, evitando o risco de calotes. Nesses veículos, o objetivo deve ser gerar retorno total (total return), sem indexação direta ao CDI. Com isso, o desempenho tende a depender mais da qualidade das operações de crédito do que das oscilações de indicadores de referência.

Cruz também afirma ter diversos Fundos Imobiliários (FIIs) na carteira. Segundo o executivo, o segmento pode se beneficiar quando os juros começarem a cair, abrindo uma janela favorável para reciclagem de dívidas e refinanciamentos. Na avaliação do gestor, setores como logística e comércio eletrônico tendem a atravessar um período positivo nesse cenário, com empresas refinanciando passivos em condições mais favoráveis.

Leia mais: Por que Rogério Xavier, da SPX Capital, está mais otimista com ações em 2026

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Walter Maciel, CEO da AZ Quest, apontou sua preferência por investimentos em inteligência artificial, segundo ele provavelmente a maior revolução tecnológica da história. “Gosto de aplicar em infraestrutura para IA, que engloba empresas como TSMC e Broadcom. Dentro das Sete Magníficas, acredito que a Meta seja a mais protegida, pois usa a IA em seu próprio negócio, e não precisa vender a tecnologia para clientes”.

O gestor prefere fundos estruturados com distribuição de dividendo mensal, o que acredita ser um colchão de dinheiro bem investido. Também acredita que a bolsa está muito barata, e pode ser interessante apostar em papéis que podem dar uma ‘volta grande’. “Muito do dinheiro recebido pelo fluxo de estrangeiros foi para as ações negociadas. As da Vale chegaram a andar quatro vezes mais o desempenho do Ibovespa no período recente. Então, tem um bom caminho para outros papéis valorizarem”.

Bruno Funchal, CEO da gestora do Bradesco, a Bram, também prefere fundos estruturados a fundos de crédito high grade, cujo potencial de retorno está bem reduzido na sua visão. Concorda com Maciel e também tem a visão de que a bolsa está barata.

Guerra no Irã

Cruz, da JiveMauá, acredita que se houver guerra prolongada entre os Estados Unidos e Irã a taxa básica de juros no Brasil ainda pode terminar 2026 a 12% ao ano, porque a inflação está em direção à meta e a economia está desacelerando. Adicionalmente, a Petrobras tem espaço para segurar o preço do combustível, evitando que a inflação possa atrapalhar o ciclo de queda da Selic.

 

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