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Mercado

Ibovespa hoje fecha em leve alta com tensão no Oriente Médio e disparada do petróleo; dólar cai ao menor valor em 2 anos

Petrobras sustentou índice, mas avanço da inflação no Focus e cautela global limitaram ganhos da Bolsa

Por Isabela Ortiz,  Ana Ayub e  Giovana Pintan 

20/04/2026 | 4:30 Atualização: 20/04/2026 | 18:11

Investidores monitoram Boletim Focus e indicadores internacionais de inflação e atividade em dia de agenda global movimentada. (Imagem: Adobe Stock)
Investidores monitoram Boletim Focus e indicadores internacionais de inflação e atividade em dia de agenda global movimentada. (Imagem: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje começou a semana sob pressão, com a escalada dos conflitos no Oriente Médio no fim de semana dominando o foco dos mercados. Ao final da sessão, o Ibovespa marcou alta de 0,20% aos 196.132,06 pontos. O dólar caiu 0,18%, e encerrou o dia cotado a R$ 4,9742, menor valor de fechamento em dois anos.

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O ambiente de volume de negócios mais fraco devido à emenda de feriado no Brasil contribuiu para o range reduzido das operações nesta segunda-feira. No exterior, a retomada das tensões no Oriente Médio, com Trump reiterando o bloqueio naval americano no Estreito de Ormuz à tarde, reforçou a cautela do mercado global.

A dinâmica foi mais uma chancela para o avanço do petróleo, que subiu quase 6%, mas ainda ficou abaixo de US$ 100 o barril, em meio a novas restrições no fluxo pelo Estreito de Ormuz e após os EUA apreenderem um navio iraniano, o que elevou a desconfiança nas negociações. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a ação ocorreu devido a uma tentativa de furar o bloqueio naval. Ao final da sessão, o WTI para junho subiu 5,85%, a US$ 87,42 o barril, e o Brent avançou 5,64%, a US$ 95,48.

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Após as três perdas que sucederam a máxima história da última terça-feira, então aos 198,6 mil pontos no fechamento, o Ibovespa sustentou os 196 mil pontos nesta abertura de semana, amparado pelas ações de Petrobras. A alta do petróleo favoreceu a Petrobras (PETR3; PETR4), apesar da defasagem de combustíveis. Os tickers da petroleira subiram 1,83% e 1,73%, respectivamente. Contudo, avanço da inflação registrado no Boletim Focus e cautela global limitaram ganhos da Bolsa. Com a alta nas expectativas de inflação, o mercado passou a ver menos espaço para cortes na Selic.

Depois dos recentes sinais de distensão, a recuperação da commodity e dos papéis correlacionados derivaram da retomada da animosidade entre Estados Unidos e Irã. No fim de semana, a apreensão de cargueiro do Irã no Golfo de Omã pelos EUA indicou que a estabilização geopolítica está longe de ser alcançada, apesar da expectativa para novas negociações entre as partes, agora perto do fim do prazo do cessar-fogo.

O Irã recusou uma nova rodada de negociações, alegando exigências excessivas, e indicou que pode retomar restrições à rota enquanto durar o bloqueio aos seus portos. Segundo o The Wall Street Journal, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou que Teerã não confia nos EUA e alertou para possíveis ofensivas.

Autoridades americanas também sinalizaram que podem ampliar a abordagem de petroleiros ligados ao Irã e apreender navios comerciais em águas internacionais nos próximos dias. Trump chegou a ameaçar ataques, mas afirmou que enviará negociadores ao Paquistão antes, para conversas nesta segunda-feira (20).

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“Há dias o mercado vem oscilando em torno do cessar-fogo, em especial com relação à reabertura ou não do Estreito de Ormuz, um fator com efeito direto sobre a oferta de petróleo, as expectativas de inflação e o potencial para corte de juros. O petróleo tem ditado o rumo”, aponta Bruna Centeno, economista e advisor da Blue3 Investimentos, referindo-se também ao peso de Petrobras na composição do Ibovespa.

E lá fora?

Em Nova York e na Europa, o ambiente foi de cautela. Os índices de ações dos EUA tiverem leve recuo, enquanto as Bolsas europeias registram quedas mais acentuadas.

O Dow Jones ficou estável, o Nasdaq recuou 0,26% e o S&P 500 cedeu 0,25%. Na Europa, os principais índices encerraram a sessão em queda. O CAC 4o, em Paris, perdeu 1,12%, o FTSE 100, em Londres recuou 0,55% e em Frankfurt, o DAX caiu 1,04%.

Os juros dos Treasuries subiram, acompanhando a alta do petróleo e as preocupações com o conflito. O rendimento da T-note de 2 anos avançou para 3,724%, enquanto o título de 10 anos subiu para 4,256% e o T-bond de 30 anos para 4,887%.

O que influenciou o Ibovespa hoje

O boletim Focus apontou que inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de 2026 disparou de 3,86% para 4,66%, a sétima alta consecutiva. A mediana para o IGP-M de 2027 permaneceu em 4,0% pela nona semana consecutiva. Da mesma forma, as estimativas intermediárias do Focus para o IGP-M de 2028 e 2029 continuaram em 3,82% e 3,70%, respectivamente.

Além disso, as medianas do Sistema Expectativas de Mercado, que embasam o boletim, passaram a indicar que a inflação acumulada em 12 meses vai permanecer acima do teto da meta, de 4,50%, por nove meses seguidos: de junho de 2026 até fevereiro de 2027.

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As medianas do Sistema Expectativas indicam que o Banco Centra (BC) vai diminuir os juros em 0,25 ponto porcentual nas duas próximas reuniões, levando a Selic a 14,25% em junho. Antes, a expectativa era de um corte de 0,50 ponto no sexto mês do ano, a 14%.

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,25 ponto porcentual, de 15% para 14,75% ao ano, no dia 18 de março. Foi a primeira diminuição da taxa de juros em quase dois anos. Apesar do corte, o colegiado alertou para o aumento das incertezas no cenário.

O presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçou a baixa visibilidade durante entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM), no dia 26 de março. Ele disse que o “conservadorismo” da autoridade monetária em 2025 compra tempo para analisar o cenário e entender os efeitos que a alta do petróleo terá sobre os preços domésticos.

No campo institucional, o TRF-2 acolheu recurso da PGFN e suspendeu liminar contra o imposto de exportação (MP 1.340/2026), que beneficiava empresas como Petrogal, Shell, Equinor, TotalEnergies e Repsol Sinopec, destacando o caráter regulatório da medida. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que a decisão é compatível com esse caráter.

Agenda de segunda-feira (20)

Indicadores de vendas do varejo nos Estados Unidos e no Reino Unido, além de PMIs ao redor do globo, ficaram no radar dos investidores, assim como a temporada de balanços de empresas americanas, com destaque para Tesla, Intel e IBM.

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No Brasil, a semana será mais curta por conta do feriado de Tiradentes nesta terça-feira (21), quando a B3 não opera. Sem indicadores relevantes na agenda doméstica, as atenções se voltaram para pesquisas eleitorais e o balanço da Usiminas (USIM5).

Nos próximos dias, os investidores devem acompanhar a sabatina de Kevin Warsh, indicado ao comando do Federal Reserve, no Senado dos EUA, em meio ao choque de energia e aos riscos para a inflação, o crescimento econômico e as políticas monetárias.

Fonte: Investing.com e Broadcast

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