A Vivara (VIVA3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 264,8 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 28,5% em relação a igual período de 2024. No acumulado do ano, o lucro ajustado somou R$ 599,7 milhões, avanço de 22,6% na comparação anual.
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A Vivara (VIVA3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 264,8 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 28,5% em relação a igual período de 2024. No acumulado do ano, o lucro ajustado somou R$ 599,7 milhões, avanço de 22,6% na comparação anual.
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A leitura do mercado, no entanto, foi mais cautelosa. Em relatório, a XP classificou o desempenho como misto, com receita sólida, mas rentabilidade pressionada. Segundo a corretora, a margem foi impactada por uma atividade promocional mais intensa no período, em linha com a estratégia de otimização de estoques.
A receita líquida alcançou R$ 1 bilhão no trimestre, crescimento de 16,5% ante um ano antes. No ano de 2025, a receita líquida totalizou cerca de R$ 3 bilhões, aumento de 17,4% frente a 2024.
Segundo a joalheria, o avanço foi impulsionado principalmente pelo crescimento das vendas nas mesmas lojas (SSS), além da expansão da rede e do fortalecimento do canal digital. De acordo com a XP, o desempenho também foi apoiado pela abertura de novas lojas e pelo avanço das SSS, com destaque para o segmento de joias.
Já o Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 286,1 milhões entre outubro e dezembro, recuo de 4,8% na base anual. No acumulado de 2025, o indicador totalizou R$ 766,3 milhões, alta de 16,5%. Para a XP, o resultado ficou abaixo do esperado, refletindo compressão de margens.
O resultado financeiro registrou despesa de R$ 138,5 milhões em 2025, ante R$ 57,3 milhões em 2024, pressionado pelo aumento do endividamento e pela alta do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
Ao final do quarto trimestre, a dívida líquida totalizou R$ 137,2 milhões, com a alavancagem recuando de 0,5 vez em 2024 para 0,2 vez em 2025.
Apesar da pressão sobre margens, a XP manteve recomendação de compra, citando o forte desempenho comercial e iniciativas para mitigar custos, além da expectativa de repasse de preços e expansão da rede ao longo de 2026.
Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
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