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Mercados globais e Ibovespa oscilam com geopolítica e balanços; Petrobras (PETR3; PETR4) sustenta índice

Brent chega a US$ 119, bancos centrais mantêm taxas, e ações de Petrobras, Minerva e Hapvida mostram movimentos distintos

A sessão segue marcada por tensões geopolíticas que elevaram o Brent até US$ 119 pela manhã, antes de perder tração para a faixa de US$ 110, mantendo o debate sobre pressão inflacionária global no radar. Em resposta ao ambiente mais incerto, o Banco Central dos EUA (Fed), o Banco Central Europeu (BCE), o Banco da Inglaterra (BoE) e o Banco do Japão (BoJ) optaram por manter as taxas inalteradas, num dia de aversão ao risco que pressionou bolsas nos EUA e na Europa.

O movimento veio acompanhado de ajustes nos Treasuries, títulos do tesouro estadunidense, e queda do ouro, refletindo busca por liquidez. O Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçou a necessidade de vigilância com os impactos de preços de energia nos preços e no crescimento, o que também ajuda a conter o apetite por risco.

Após cortar a Selic em 0,25 p.p. para 14,75%, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve tom de que “depende de dados”, e a curva voltou a precificar alguma chance de corte de 0,50 p.p. na reunião de abril, em meio à leitura de balanço de riscos mais incerta.

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O Ibovespa tenta defender a região dos 178 mil pontos, ajudado pela alta das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), enquanto bancos e alguns cíclicos pesam. Nos juros futuros, os vencimentos curtos recuam e os vértices intermediários/longos seguem com viés de alta, refletindo o pano de fundo externo. No câmbio, o dólar alterna sinais diante de fluxos defensivos e do suporte das commodities. Com isso, perto das 15h30, o Ibovespa recuava 0,65%, aos 178.468 pontos.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, o dia é de movimentos setoriais bem definidos: Petrobras avança e ajuda a reduzir as perdas do índice. Já bancos e mineradoras seguem no campo negativo, em linha com o humor externo e a queda do minério de ferro.

No noticiário corporativo, Minerva (BEEF3) lidera as quedas após números do 4º trimestre, enquanto Hapvida (HAPV3) mostra forte volatilidade após resultados considerados fracos. Eneva (ENEV3) sustenta ganhos à luz do resultado do leilão de capacidade e novos contratos, ao passo que Vivara (VIVA3) sente o avanço dos juros futuros de longo prazo.

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