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Mercado

Ibovespa hoje cai com IPCA-15 acima do esperado e guerra no radar; petróleo a US$ 101 eleva tensão global

No exterior, as atenções dos investidores se voltaram aos desdobramentos da guerra no Irã; confira os destaques do pregão desta quinta-feira (25)

Por Ana Ayub, Isabela Ortiz e Beatriz Rocha

26/03/2026 | 4:30 Atualização: 26/03/2026 | 17:18

Ibovespa hoje reagiu ao petróleo a US$ 101 e ao IPCA-15 em meio à guerra no Oriente Médio. (Imagem: Adobe Stock)
Ibovespa hoje reagiu ao petróleo a US$ 101 e ao IPCA-15 em meio à guerra no Oriente Médio. (Imagem: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje reagiu a uma agenda econômica carregada, com destaque para a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de março – prévia da inflação oficial do País. O petróleo fechou em forte alta refletindo dúvidas quanto ao fim da guerra contra o Irã. O Ibov caiu 1,45% aos 182.732,67 pontos.

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Os leilões de títulos prefixados também entraram no radar, diante da atuação do Tesouro para estabilizar um mercado sensível à volatilidade gerada pela guerra do Oriente Médio, que caminha para completar um mês.

No exterior, o foco recaiu sobre os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos, que aumentaram de 5 mil na semana encerrada em 21 de março, a 210 mil, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. O resultado veio em linha com a previsão de analistas consultados pela FactSet.

O barril do petróleo Brent fechou acima dos US$ 100 e a pressionou as bolsas internacionais, enquanto o dólar e os rendimentos dos Treasuries sobem diante da intensificação do conflito entre EUA e Israel contra o Irã e da ausência de sinais concretos de cessar-fogo neste 27º dia de ataques. O aumento das tensões, com ofensivas de Israel a Isfahan e a resposta do Irã contra o país e outros territórios do Golfo, sustenta a alta da commodity, em meio a sinais de choque na oferta.

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o impacto do aumento atual do petróleo no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro precisa ser analisado, uma vez que não se deve à alta da demanda. “O crescimento precisa ser estudado com mais atenção, porque, historicamente, a gente estabelece essa correlação positiva entre o preço de petróleo e o crescimento da economia brasileira. No passado, quando o petróleo estava subindo, normalmente a gente tinha um ciclo de demanda global pressionando esse preço. Não é isso que ocorre agora. O petróleo está subindo por outras razões”, disse o banqueiro central.

Ele ponderou que a percepção dos bancos centrais é de que, em uma situação de choque de oferta, a tendência é ter mais inflação e menos crescimento. Ele voltou a enfatizar que ainda é preciso entender como serão os desdobramentos da crise atual, principalmente considerando que o Brasil ainda está com uma taxa de juros bastante restritiva.

Apesar de declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, indicando avanço nas negociações, a rejeição inicial de Teerã deixa o cenário indefinido. Mediadores da Turquia, Egito e Paquistão pressionam por uma reunião entre autoridades dos EUA e do Irã, mas ambos os lados seguem distantes, segundo o The Wall Street Journal.

  • O mês do petróleo: como a alta de quase 40% da commodity pode criar efeito cascata no mercado 

Nesse contexto, o Parlamento iraniano discute a cobrança de taxas para navios que cruzam o Estreito de Ormuz e há relatos de que embarcações já estariam pagando até US$ 2 milhões por passagem desde o início do conflito.

Resultado do IPCA-15

Nesta quinta-feira (26), foi divulgado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de março, que registrou alta de 0,44%. Com o resultado, o indicador acumula avanço de 0,84% no ano e de 3,90% em 12 meses. Segundo os cálculos da Terra Investimentos, o indicador perdeu força na passagem de fevereiro para março.

O grupo de Alimentação e bebidas voltou a ganhar força, com alta de 0,88% no mês, após avanço mais moderado de 0,20% em fevereiro. Dentro do segmento, a alimentação no domicílio acelerou para 1,10% em março, enquanto a alimentação fora do domicílio subiu 0,35%, desacelerando em relação à alta de 0,46% observada no mês anterior.

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Pablo Spyer, conselheiro da ANCORD, afirma que “o resultado mostra que a inflação segue em processo de moderação, mas de forma irregular e ainda sujeita a choques relevantes”. No caso dos combustíveis, explica Spyer, houve estabilidade média com leve queda no mês, com o cenário internacional sendo um fator de risco importante. No IPCA-15, o óleo diesel mostrou alta de 3,77%, uma vez que as tensões geopolíticas mantêm o petróleo em patamar elevado e aumentam a incerteza sobre o comportamento futuro dos preços de energia.

Já Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos, com relação aos juros, segue “com a visão de cenário desafiador, e projeção de Selic terminal de 13%”.

Petróleo em nova alta reforça incerteza nas bolsas internacionais

Os contratos futuros do petróleo voltaram a subir, revertendo perdas da sessão anterior, enquanto operadores avaliaram os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. Trump afirmou que conversas com o Irã estão em andamento e que o regime iraniano “quer muito fazer um acordo”. Ainda assim, segundo a mídia estatal, o Irã rejeitou uma proposta dos EUA para encerrar o conflito, embora se mostre disposto a ouvir mediadores.

O barril do WTI (CLNK26) para maio subiu 4,61% na Nymex, a US$ 94,48, enquanto o Brent para junho avançou 4,61%, a US$ 101,89.

  • Petróleo em alta muda o jogo: veja como montar uma “carteira de guerra” para proteger seus investimentos

As bolsas globais refletiram esse ambiente mais tenso. Em Nova York, os índices encerraram em baixa, revertendo os ganhos recentes: o Dow Jones caiu 1,01%, o S&P 500 recuou 1,74% e o Nasdaq teve perda de 2,38%.

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Na Europa, o movimento também foi negativo: as bolsas europeias fecharam em queda nesta quinta-feira, pressionadas pela volta da aversão ao risco diante de sinais contraditórios sobre negociações de paz entre EUA e Irã.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,33%, a 9.972,17 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,64%, a 22.581,07 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,98%, a 7.769,31 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,71%, a 43.701,84 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 1,40%, a 16.929,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,19%, a 8.997,09 pontos.

Na Ásia, os mercados fecharam no vermelho, liderados pelo Kospi, da Coreia do Sul, que caiu 3,22%. O Hang Seng recuou 1,89% em Hong Kong, o Nikkei perdeu 0,27% em Tóquio, o Taiex caiu 0,30% em Taiwan, enquanto na China continental o Xangai Composto teve baixa de 1,09% e o Shenzhen Composto recuou 1,46%.

Na Oceania, o S&P/ASX 200 caiu 0,10% em Sydney.

Tesouro dos EUA intervém para estabilizar o mercado de renda fixa

No mercado de renda fixa, os rendimentos dos Treasuries (títulos públicos norte-americanos) subiram, acompanhando o avanço do petróleo e a busca dos investidores por proteção.

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O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos informou hoje que ofertou US$ 44 bilhões em leilão de T-Notes de 7 anos com rendimento máximo de 4,255% – acima da média recente de 3,877% calculada pelo BMO Capital. A taxa bid-to-cover, um indicativo da demanda, ficou em 2,43 vezes, abaixo da média de 2,46 vezes.

O juro da T-note de 2 anos subiu a 3,998%, o da T-note de 10 anos avançou a 4,426% e o do T-bond de 30 anos chegou a 4,941%.

Dólar avança pelo mundo

No câmbio, o dólar hoje avançou frente a euro e libra, refletindo o ambiente de aversão a risco e o fortalecimento da moeda dos EUA. O euro cedeu a US$ 1,1546 e a libra a US$ 1,3346, enquanto o dólar subiu a 159,61 ienes.

O índice DXY, que compara a divisa norte-americana com uma cesta de outras seis moedas globais, registrou alta de 0,4%, aos 100 pontos.

*Com informações do Broadcast, Dow Jones Newswires e FactSet

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