A XP Asset anunciou o lançamento de dois ETFs (fundos de índices) de renda fixa: o LFTX11 e LTBX11. Com os produtos, a casa promete proteção contra a volatilidade de juros e inflação e serve para investidores pessoas físicas e institucionais.
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A XP Asset anunciou o lançamento de dois ETFs (fundos de índices) de renda fixa: o LFTX11 e LTBX11. Com os produtos, a casa promete proteção contra a volatilidade de juros e inflação e serve para investidores pessoas físicas e institucionais.
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Segundo Danilo Gabriel, sócio e head de fundos indexados e internacionais da XP Asset, o lançamento está mais ligado ao contexto atual do mercado de ETFs do que propriamente ao momento econômico do país. “Em fevereiro, quando olhamos a indústria de ETFs, ela tinha acabado de virar 1% da indústria total dos fundos”, afirma Gabriel.
“Os ETFs estão com R$ 107 bilhões, dentro de uma indústria de R$ 10 trilhões. Na renda fixa, especificamente, foi também o primeiro mês em que o patrimônio líquido desses ETFs superou o patrimônio líquido dos ETFs de renda variável. E aqui dentro da XP estamos construindo essa franquia de renda fixa”, disse, em nota.
Um dos lançamentos da casa é o LTFX11, um ETF de títulos pós-fixados do Tesouro Selic, que promete proteger o investidor contra a volatilidade de spread nos ativos de renda fixa ligados aos juros no mercado.
Segundo a XP Asset, o produto replica um índice de renda fixa elaborado pela B3, que inclui as Letras Financeiras do Tesouro Nacional (LFT) com maior liquidez na Bolsa, o que garante maior eficiência na marcação do fundo.
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O outro lançamento é o LTBX11, que possui alocação dividida entre 92% de LFTs e 8% em NTN-Bs, títulos que protegem contra a inflação, de longo prazo, com vencimento a partir de 12 anos e meio. O índice de referência foi elaborado pela Teva, em parceria com a XP Asset.
A estrutura do LTBX11 garante uma alíquota única de 15% de Imposto de Renda, independentemente do prazo de investimento
Quando questionado sobre a expectativa de captação dos ETFs, Gabriel lembra que o patrimônio líquido dos ETFs no Brasil acabou de alcançar 1% do PL total da indústria de fundos, enquanto nos Estados Unidos, esse porcentual chega a 35%.
“Estamos vemos essa indústria no Brasil saindo de R$ 100 bilhões e batendo números ainda maiores. O momento é de crescimento acelerado e achamos que o ETF tende a ser um dos principais produtos da Bolsa”, afirmou o executivo.
Gabriel destaca ainda que ambos os produtos funcionam como reserva de emergência para o investidor, já que são majoritariamente atrelados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
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