Segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), essa estimativa considera, como premissas principais: os preços de longo prazo de cobre, níquel e ouro, com base na média das estimativas de analistas sell-side, disponíveis em fevereiro de 2026; e as projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre no longo prazo, conforme previamente divulgadas ao mercado pela Vale.
Além disso, a Vale estima que o Fluxo de Caixa Livre da VBM em 2026 possa situar se em uma faixa aproximada entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão, em termos reais.
O cálculo se baseia em projeções de preços mínimos e máximos de analistas sell-side para o cobre (aproximadamente US$ 11.600/t e US$ 13.200/t, respectivamente), para o níquel (aproximadamente US$ 15.000/t e US$ 18.100/t, respectivamente) e para ouro (aproximadamente US$ 4.300/onça troy e US$ 5.500/onça troy, respectivamente).
De acordo com a empresa, todas as demais estimativas divulgadas pela companhia no item 3 de seu Formulário de Referência permanecem inalteradas.