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Direto da Faria Lima

Verde vê Brasil ‘excepcionalmente bem’ em meio à guerra e volta a comprar Bolsa local

Tradicional fundo Verde rendeu 0,05% em março, um dos piores resultados da história para os multimercados, graças à guerra no Oriente Médio

Por Luíza Lanza

07/04/2026 | 17:44 Atualização: 07/04/2026 | 17:44

Luis Stuhlberger, CEO e CIO da Verde Asset. (Foto: Jorge Bianco/UBS)
Luis Stuhlberger, CEO e CIO da Verde Asset. (Foto: Jorge Bianco/UBS)

O fundo Verde, de Luis Stuhlberger, voltou a aumentar sua exposição à Bolsa brasileira no início de março, para aproveitar da performance “excepcionalmente boa” dos ativos locais, apesar de toda a volatilidade do mês. As informações estão na carta mensal da Verde Asset, divulgada nesta terça-feira (7).

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Em um dos piores meses para a indústria de multimercados na história, graças à eclosão da guerra no Oriente Médio, a Verde conseguiu um retorno de 0,05% em março – um dos poucos positivos no mercado, mas ainda bem abaixo dos 1,21% do CDI no período. Os ganhos vieram da posição em ações brasileiras, do hedge em opções de petróleo e da recém-implementada exposição à prata. Bolsa global, ouro, moedas e crédito no Brasil jogaram contra.

No ano, o fundo rende 4,57% contra 3,41% do benchmark.

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Na carta, Stuhlberger destaca que o fluxo estrangeiro segue ajudando a dar suporte aos preços dos ativos no Brasil, especialmente câmbio e ações. Como mostramos aqui, apesar do risco geopolítico, a B3 recebeu R$ 9 bilhões em março.

“É consenso que o país se beneficia de um preço de petróleo mais alto – tanto fiscalmente quanto no balanço de pagamentos – em meio a um universo e mercados emergentes cheio de países importadores de energia. O governo vem tentando amortecer o impacto da alta potencial da gasolina, diesel e outros derivados, mas quanto mais tempo a guerra levar, mais difícil a situação fica”, diz a carta.

O conflito entre Estados Unidos e Irã, iniciado no final de fevereiro, segue sem previsão de trégua. Na visão da gestora, março ficou marcado pelos sinais de “escalada e desescalada” por parte do presidente americano, Donald Trump, e pela aposta iraniana na interrupção do Estreito de Ormuz.

“É um caldo complexo e imprevisível, embora continuemos a acreditar que a estrutura de incentivos dos americanos aponta para um conflito mais curto.”

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Ainda que a gestora acredite que a guerra pode não durar muito tempo, os impactos, no entanto, tendem a perdurar. E podem não estar sendo bem precificados pelo mercado.

O desafio de reabrir Ormuz e normalizar o fluxo de 20% do petróleo mundial é extenso e o impacto completo do choque nos mercados e derivados ainda não foi refletido de forma correta, pois estão sendo amortecidos pela liberação de estoques estratégicos, diz a Verde.

“Mesmo que a guerra termine amanhã, devemos conviver com preços mais altos de energia por bastante tempo. Os impactos de segunda ordem dessa lógica ainda não foram precificados nos mercados: é um mundo mais estagflacionário”, alerta.

Para esse novo contexto, além do ajuste na posição em Bolsa brasileira, a gestora aproveitou os leilões do Tesouro Nacional para zerar a posição aplicada em juro real. E zerou a compra de proteção de crédito do Brasil contra uma cesta de emergentes; no lugr, entrou uma proteção de crédito da Arábia Saudita.

As posições em ações globais foram mantidas, assim como o renmnbi chinês, a cesta de moedas contra o dólar, opções de compra em real, ouro e a alocação em crédito local. Nos EUA, a gestora também manteve a alocação aplicada em juro real e comprada em inflação implícita.

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