A abertura de mercado desta terça-feira (14) se ancora no fechamento da véspera e começa com viés mais construtivo, impulsionada pela melhora do sentimento nos mercados internacionais.
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A abertura de mercado desta terça-feira (14) se ancora no fechamento da véspera e começa com viés mais construtivo, impulsionada pela melhora do sentimento nos mercados internacionais.
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O cenário é sustentado pela possibilidade de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã, o que contribui para a redução dos prêmios de risco associados à oferta de energia.
Os índices futuros de Nova York operam em alta, enquanto as Bolsas europeias avançam e os mercados asiáticos fecharam majoritariamente no terreno positivo.
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No câmbio, o dólar perde força frente às principais moedas, ao passo que os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo americano, os Treasuries, recuam.
O contrato futuro de petróleo opera em leve queda, refletindo expectativas de menor tensão e projeções de desaceleração da demanda global, enquanto o minério de ferro recuou 0,07% na Bolsa de Dalian, a US$ 111,03 por tonelada.
Esse ambiente externo mais favorável tende a dar suporte aos ativos brasileiros ao longo da sessão, embora a queda do petróleo possa limitar o desempenho de ações ligadas ao setor de energia, após o mercado local renovar máximas recentes.
No pré-mercado de Nova York, o principal ETF de ações brasileiras (EWZ) recua levemente e, entre os ADRs, Petrobras apresenta desempenho negativo, enquanto Vale opera em alta.
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No câmbio, o real pode manter viés apreciativo após o dólar ter fechado abaixo de R$ 5, com investidores atentos à continuidade do fluxo externo e à leitura dos indicadores domésticos.
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