• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dívida corporativa na B3 atinge R$ 2 trilhões e cresce 17% no 1º trimestre

Avanço é puxado por debêntures, CRIs, CRAs e notas comerciais, com expansão em todos os instrumentos

Por Igor Markevich

22/04/2026 | 12:31 Atualização: 22/04/2026 | 12:31

Estoque de dívida corporativa na B3 chega a R$ 2 trilhões em março, alta de 17%. Veja os dados por tipo de título e entenda o que são esses instrumentos. (Imagem: Adobe Stock)
Estoque de dívida corporativa na B3 chega a R$ 2 trilhões em março, alta de 17%. Veja os dados por tipo de título e entenda o que são esses instrumentos. (Imagem: Adobe Stock)

O avanço da renda fixa no Brasil, traz diagnósticos interessantes sobre a forma como as empresas se financiam. Os chamados produtos de dívida corporativa — títulos emitidos diretamente por companhias para captar recursos no mercado — ganharam escala e hoje ocupam uma fatia crescente do crédito no País.

Leia mais:
  • 20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu
  • Boeing reduz prejuízo no 1T26 para US$ 7 milhões e supera estimativas de receita
  • Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esses instrumentos funcionam como uma ponte direta entre empresas e investidores. Ao comprar um desses papéis, o investidor financia a companhia e passa a ter direito a uma remuneração ao longo do tempo. Nesse grupo estão debêntures, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e notas comerciais, cada um com características próprias de prazo, risco e finalidade.

Os números mais recentes da B3 mostram a dimensão desse mercado. O estoque de títulos de dívida corporativa atingiu R$ 2 trilhões em março de 2026, alta de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento foi disseminado entre os diferentes instrumentos.

Debêntures lideram volume

As debêntures concentraram a maior parte do estoque, com R$ 1,52 trilhão em março, avanço de 19% em 12 meses. Esses títulos são emitidos por empresas para financiar atividades ou alongar o perfil de suas dívidas.

CRI e CRA avançam

Os CRIs somaram R$ 261 bilhões, crescimento de 13% na comparação anual. Já os CRAs atingiram R$ 176 bilhões, alta de 15% no período.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Esses instrumentos são lastreados em recebíveis dos setores imobiliário e do agronegócio, respectivamente.

Notas comerciais crescem

As notas comerciais registraram estoque de R$ 82 bilhões em março, aumento de 15% em relação aos R$ 71 bilhões observados um ano antes. O instrumento é utilizado, em geral, para captações de curto prazo.

Captação bancária soma R$ 6,5 trilhões

Nos produtos de captação bancária, o estoque total chegou a R$ 6,5 trilhões em março, alta de 16% em relação a 2025.

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) somou R$ 2,8 trilhões, com crescimento de 11%, enquanto os Recibo de Depósito Bancário (RDBs) avançaram 25%, para R$ 625 bilhões.

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) atingiram R$ 533 bilhões, alta de 24%, e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) chegaram a R$ 583 bilhões, avanço de 6%. Já as Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCD) somaram R$ 18 bilhões, crescimento de 21%.

Letras financeiras e DI

As Letras Financeiras (LF) registraram estoque de R$ 1 trilhão, com alta de 23%. Os depósitos interfinanceiros (DI) também cresceram 23%, para R$ 852 bilhões.

De acordo com a B3, os dados consideram ofertas públicas e refletem o volume de títulos em circulação no mercado brasileiro.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • B3
  • Dívida
  • Renda fixa
Cotações
22/04/2026 15h28 (delay 15min)
Câmbio
22/04/2026 15h28 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos

  • 2

    Ibovespa hoje fecha em leve alta com tensão no Oriente Médio e disparada do petróleo; dólar cai ao menor valor em 2 anos

  • 3

    Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY

  • 4

    Ganhar dinheiro ou construir patrimônio? Entenda a diferença e por onde começar

  • 5

    Bolsa cara ou barata? Onde encontrar dividendos de até 13%

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 2 canais online para fazer a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 2 canais online para fazer a declaração
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 6 informações que você não pode declarar no app da Receita Federal
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 6 informações que você não pode declarar no app da Receita Federal
Imagem principal sobre o Gás do Povo: o vale expirou? Entenda se você pode perder o benefício
Logo E-Investidor
Gás do Povo: o vale expirou? Entenda se você pode perder o benefício
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: idosos que recebem BPC têm direito ao dinheiro?
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: idosos que recebem BPC têm direito ao dinheiro?
Imagem principal sobre o 13º salário do INSS antecipado: veja os períodos de pagamento de 2026
Logo E-Investidor
13º salário do INSS antecipado: veja os períodos de pagamento de 2026
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: quem pode realizar a autorização de uso pelo aluno pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: quem pode realizar a autorização de uso pelo aluno pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: responsáveis legais que não são os pais podem autorizar movimentação pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: responsáveis legais que não são os pais podem autorizar movimentação pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem movimentar a Poupança Social Digital pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem movimentar a Poupança Social Digital pelo Caixa Tem?
Últimas: Investimentos
20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu
Investimentos
20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu

Classe de fundos foi a que mais sofreu dentro da renda fixa em função da forte aversão ao risco no mercado

22/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida
Bolsa cara ou barata? Onde encontrar dividendos de até 13%
Investimentos
Bolsa cara ou barata? Onde encontrar dividendos de até 13%

De setores perenes a commodities, veja como montar aportes mais eficientes em um mercado mais seletivo

21/04/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas
Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos
Investimentos
Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos

Revisões no Focus elevam projeções de inflação e Selic, pressionando títulos prefixados e IPCA+ e mudando o humor do mercado

20/04/2026 | 10h23 | Por Isabela Ortiz
Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY
Investimentos
Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY

Pesquisa feita pela EY-Parthenon aponta as razões por trás do maior interesse por esse tipo de ativo

20/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador