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Lucro da Weg (WEGE3) cai 5,7% no 1T26; América do Norte lidera nas receitas, mas dólar atrapalha

Fabricante de motores e equipamentos realizou R$ 622,2 milhões em investimentos no período; veja os números completos do balanço divulgado nesta quarta-feira (29)

Por Luciana Collet

29/04/2026 | 11:42 Atualização: 29/04/2026 | 12:12

Balanço Weg (WEGE3) no 1T26 (Foto: Adobe Stock)
Balanço Weg (WEGE3) no 1T26 (Foto: Adobe Stock)

A WEG (WEGE3) registrou lucro líquido de R$ 1,457 bilhão no primeiro trimestre deste ano (1T26), o que corresponde a uma queda de 5,7% na comparação com igual etapa do ano passado.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) somou R$ 2,1 bilhões no período, redução de 3,2% em relação a igual mesmo período de 2025. A margem Ebitda cresceu 0,6 ponto porcentual na mesma comparação, para 22,2%. A receita operacional líquida (ROL) chegou a R$ 9,468 bilhões de janeiro a março deste ano, redução de 6,1% na comparação anual.

No documento dos resultados, a WEG detalhou que 62,3% da ROL obtida no primeiro trimestre do ano veio do mercado externo e os demais 37,7% do mercado interno. No exterior, a região que mais gerou receita foi a América do Norte, com 50,9% de participação, seguida por Europa, com 24,4%, e Ásia-Pacífico, com 10,8%. América do Sul e Central respondeu por 8%, enquanto a África ficou com 5,9%.

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A companhia informou ainda que a receita do mercado externo em reais foi negativamente impactada pela variação do dólar norte-americano médio, que passou de R$ 5,85 no primeiro trimestre do ano passado para R$ 5,26 nos primeiros três meses deste ano, uma desvalorização de 10,1% em relação ao real.

“Nas moedas locais, ponderada pelo peso de cada mercado e ajustada pelos efeitos da consolidação dos negócios adquiridos, a receita líquida do mercado externo apresentou crescimento de 11,2% em relação ao primeiro trimestre de 2025”, disse.

O retorno sobre o capital investido (ROIC) atingiu 33,1% no primeiro quartil de 2026, redução de 0,1 ponto porcentual na comparação com igual etapa do ano passado, mas aumento de 0,6 ponto porcentual em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Investimentos e caixa

Nos três primeiros meses deste ano, a WEG realizou R$ 622,2 milhões em investimentos, em linha com os R$ 621,2 milhões realizados no mesmo período do ano passado. Cerca de 50,6% dos aportes foram para as fábricas no Brasil e outros 49,4% para parques industriais e demais instalações no exterior.

A empresa encerrou marco com caixa liquido de R$ 3,32 bilhões, tendo em vista as disponibilidade de R$ 7,4 bilhões e os financiamentos de R$ 4,09 bilhões, dos quais 76% alocados no curto prazo.

Receita Operacional Líquida cresceu no ano

Mercado externo

A área de negócio de Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais (EEI), o mais representativo da WEG, registrou aumento de 6,1% da Receita Operacional Líquida (ROL) obtida no mercado externo no primeiro trimestre deste ano, quando comparado a igual etapa do ano passado, para R$ 3,27 bilhões.

Em release de resultados, a companhia afirmou ter registrado bom desempenho para equipamentos de ciclo curto, como motores elétricos de baixa tensão, apesar do impacto negativo da desvalorização do dólar norte-americano no período.

“A demanda mostrou-se positiva em diversas áreas de atuação, especialmente nos segmentos de óleo & gás e de sistemas de ventilação e refrigeração para data centers”, afirmou.

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Já na divisão de equipamentos de ciclo longo, como motores elétricos de alta tensão, a WEG disse que as entregas se mantiveram consistentes, além de ter observado uma melhora na entrada de pedidos.

Mercado interno

No mercado interno, o crescimento da ROL foi de 1,7% ante o mesmo trimestre de 2025, para R$ 1,39 bilhão. Segundo a WEG, a atividade industrial no País apresentou redução na demanda de equipamentos de ciclo curto, motivada por um menor volume de negócios em diferentes segmentos de atuação, mas o bom volume de entregas de equipamentos de ciclo longo contribuiu positivamente no trimestre, especialmente de motores de alta tensão.

A divisão de Equipamentos Industriais é a mais representativa na ROL total da WEG, respondendo por 49,3% da receita operacional líquida do primeiro trimestre deste ano.

A área de Motores Comerciais e Appliance (MCA), que respondeu por 8,2% do ROL nos primeiros três meses de 2026, teve queda de 1,7% da receita no mercado externo, influenciada pela variação cambial, e redução de 8,3% no mercado interno, refletindo a volatilidade na demanda e ajustes de estoques em alguns segmentos importantes, como motores para ar-condicionado.

Já o segmento de Tintas e Vernizes (T&V), responsável por 4,2% da ROL de janeiro a março, apresentou alta anual da ROL no mercado externo de 13,8%, enquanto no mercado interno o avanço foi de 2,2%. Segundo a WEG, o crescimento internacional mais acelerado se deve ao bom resultado nas operações do México e dos EUA, com contribuição positiva dos negócios recém adquiridos da Heresite.

Área de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia sofre queda

Mercado interno

A área de negócio de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD) registrou uma redução de 36,4% na Receita Operacional Líquida (ROL) obtida no mercado interno no primeiro trimestre deste ano, quando comparado a igual etapa do ano passado, para R$ 1,517 bilhão.

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O desempenho foi afetado pela redução de entregas nos negócios de geração solar centralizada (GC) devido à ausência de novos projetos, explicou a companhia, em release de resultados. A empresa destacou, porém, que o primeiro trimestre do ano passado registrou o maior nível de receita no negócio de geração solar na história da WEG. Na comparação com o quarto trimestre, a queda foi de 1,7%.

Já as áreas de T&D (Transmissão e Distribuição) contribuíram positivamente no trimestre nas receitas de mercado interno, impulsionadas pelas entregas de transformadores de grande porte e subestações para projetos ligados aos leilões de transmissão e redes de distribuição.

Apesar de classificar o primeiro trimestre de 2026 como “desafiador para o crescimento”, a WEG afirma que os investimentos em infraestrutura elétrica no Brasil continuam aquecidos. Por isso, diz ter um visão positiva para a continuidade dos negócios, com nível classificado como “bom” de entrada de pedidos e carteira, especialmente para negócios de ciclo longo em toda área de GTD.

“A companhia vem construindo uma carteira de pedidos robusta para os próximos anos, com destaque para transformadores e compensadores síncronos, fundamentais para aumentar a confiabilidade do sistema elétrico”, afirmou.

Mercado externo

No que diz respeito ao mercado externo da divisão de GTD, registrou aumento de 3,2% na ROL do primeiro trimestre, para R$ 2,11 bilhões.

Segundo a companhia, o desempenho do negócio de T&D continuou positivo, motivado principalmente pelas entregas de transformadores ligadas ao reforço da infraestrutura da rede elétrica nos EUA, aliada a uma boa demanda em mercados importantes como Colômbia.

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Já nos negócios de geração, a empresa afirma que a dinâmica seguiu positiva na maioria dos mercados de atuação, com destaque para a América do Norte e Europa.

 

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