Já a receita líquida somou R$ 12,5 bilhões entre os meses de janeiro a março, 10% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. As despesas operacionais, por sua vez, cresceram 7% no primeiro trimestre, na comparação com igual intervalo de 2025.
Segundo a empresa, o desempenho positivo reflete a eficiência operacional das distribuidoras, impulsionadas pelos reajustes tarifários da Parcela B, além da entrada em operação de novos ativos de transmissão.
Em termos operacionais, a Neoenergia informou que a energia injetada total do grupo, incluindo geração distribuída, cresceu 1,9% nos primeiros três meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. A base de clientes teve crescimento de 2% na mesma comparação.
Dívida e Investimento
Os investimentos no grupo Neoenergia somaram R$ 1,8 bilhão entre janeiro e março deste ano, concentrados, principalmente, no segmento de distribuição, para onde foram direcionados R$ 1,7 bilhão.
Segundo a empresa, a companhia mantém o foco em ações destinadas à expansão e ao reforço das redes de distribuição, de forma a garantir qualidade do serviço prestado aos consumidores.
A alavancagem, medida pela relação dívida líquida pelo Ebitda, saiu de 3,41 vezes ao fim de dezembro, para 3,57 vezes no encerramento de março. A dívida líquida ficou em R$ 52,4 bilhões, apresentando crescimento de 8% em relação ao encerramento de 2025.
*Com informações do Broadcast (Luciana Collet)