A abertura de mercado desta sexta-feira (15) mostra que a aversão ao risco predomina no cenário internacional, impulsionada pela alta do petróleo de aproximadamente 3% e pela reprecificação das expectativas de juros globais.
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A abertura de mercado desta sexta-feira (15) mostra que a aversão ao risco predomina no cenário internacional, impulsionada pela alta do petróleo de aproximadamente 3% e pela reprecificação das expectativas de juros globais.
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Os índices futuros operam em queda em Nova York, enquanto as bolsas europeias recuam, acompanhando o fechamento negativo da Ásia. Em paralelo, os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, avançam com o aumento dos temores inflacionários, o dólar se fortalece frente às principais moedas, enquanto o minério de ferro recuou 0,67% em Dalian, a US$ 119,30 por tonelada.
No Brasil, o ambiente externo mais adverso tende a pressionar os ativos domésticos, após uma sessão anterior de alívio. A expectativa é de abertura na curva de juros, refletindo o menor espaço para cortes da Selic diante do cenário global mais desafiador.
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O Ibovespa e o real devem acompanhar o movimento externo, enquanto o EWZ recuava mais de 1% no pré-mercado, indicando viés negativo para a bolsa local (embora a queda de quase 5% das ações do Nubank possa fazer com a dinâmica do Ibovespa seja um pouco diferente).
No radar, investidores acompanham a divulgação de dados de atividade, além da repercussão da temporada de balanços corporativos.
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