Os futuros de Nova York próximos da estabilidade, com viés de alta, acompanhando o avanço das bolsas europeias e asiáticas. No câmbio, o dólar ganha leve força frente a moedas fortes, enquanto os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, os Treasuries, recuam ao longo dos principais vértices.
Já o petróleo avança mais de 2% nesta manhã, embora ainda acumule queda superior a 3% na semana, refletindo a volatilidade em meio às incertezas geopolíticas. O minério de ferro encerrou em leve baixa de 0,13% em Dalian, cotado a US$ 116,41 por tonelada.
No Brasil, o cenário externo mais construtivo tende a favorecer ativos domésticos, especialmente aqueles ligados a commodities, ainda que o pano de fundo global limite movimentos mais fortes.
No pré-mercado, o ETF – fundo de investimento negociado na Bolsa de Valores como se fosse uma ação –, EWZ, indicava estabilidade e o ADR – recibos que permitem que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas – da Petrobras avançava levemente, em linha com o petróleo.
Por aqui, o foco recai sobre o relatório bimestral de receitas e despesas, que deve indicar aumento no bloqueio orçamentário diante da pressão de gastos obrigatórios, mantendo o fiscal no centro das atenções dos investidores.