• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

7 de setembro: confira sete dicas para turbinar seus investimentos

O E-Investidor falou com especialistas para dar dicas de como reorganizar as finanças e investir melhor

Por Rebeca Soares

07/09/2021 | 3:00 Atualização: 08/09/2021 | 10:51

Veja aqui o que você pode fazer para consultar valores esquecidos em sua conta bancária
Veja aqui o que você pode fazer para consultar valores esquecidos em sua conta bancária

Nesta terça-feira, 7 de setembro, é celebrado os 199 anos da proclamação da independência do Brasil. Enquanto muitos brasileiros aproveitam o feriado em atividades de lazer ou com afazeres, a oportunidade pode ser a chance de organizar alguns objetivos e as finanças pessoais.

Leia mais:
  • Esqueça a reserva de emergência: ela não vai mudar a sua vida
  • Me endividei nas férias, e agora? Saiba como sair do vermelho
  • 5 dicas para começar o ano com as contas no azul
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Com o intuito de direcionar o planejamento financeiro para chegar à independência financeira, o E-Investidor conversou com especialistas para detalhar sete dicas direcionadas para quem deseja organizar os gastos, traçar metas, economizar e começar a investir com qualidade e diversificação.

Vale ressaltar que antes de começar a tomar decisões mais arriscadas, é necessário adquirir conhecimento com profissionais e empresas qualificadas. Dessa forma, a educação financeira é sempre o passo inicial dessa trajetória.

1. Organização do planejamento financeiro

O pontapé inicial começa com o planejamento. Seja com um caderninho de anotações das transações, uma tabela no excel ou em um aplicativo, a organização é fundamental para visualizar os ganhos, os gastos e o saldo.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo Fernanda De Rousset, sócia da B.Side Investimentos, escritório atrelado ao BTG Pactual, o fundamento do planejamento financeiro é que o resultado do total dos gastos, somado às economias para alcançar os objetivos, seja menor do que a renda mensal.

“Não é necessário ter um super aplicativo, mas é de suma importância que todos os gastos sejam mapeados. É comum ver pessoas que não sabem o total da renda mensal. Quando esse valor é desconhecido, automaticamente não há limite para os gastos”, afirma.

De acordo com a representante da B.Side, um dos maiores empecilhos é justamente a pouca educação financeira do brasileiro. “O uso do dinheiro, o funcionamento do sistema financeiro deveria ser apresentado desde a infância nas escolas. A escassez desse conteúdo faz com que a questão cultural influencie a imaturidade do planejamento financeiro dos brasileiros”, diz.

A falta de conhecimento e a tendência de ter resultados com pressa faz com que a impaciência seja outra dificuldade para ter as finanças pessoais organizadas. De Rousset também aponta um dos maiores vilões quando o assunto é falta de planejamento: o cartão de crédito.

Publicidade

“As pessoas vivem no padrão de vida acima do que realmente têm por conta do cartão de crédito. Ele pode ser um bom aliado, se bem usado, mas definitivamente, ele não é a multiplicação do seu salário”, alerta.

2. Orçamento sob controle

Depois de organizar, é importante controlar os gastos para que o orçamento não saia do controle. Para isso, Rogério Nakata, planejador financeiro CFP pela Planejar, sugere que cada um conheça o seu orçamento visualmente e não apenas a “contabilidade mental”.

Segundo o planejador, é comum que as pessoas façam suposições dos gastos e receitas sem concretizar em uma ferramenta, entretanto, esse método é falho. “Para que seja efetivo, a pessoa precisa fazer um orçamento estimado, sem se ater muito a detalhes. Depois, com os gastos e receitas efetuados, ela deve anotar e fazer a comparação”, explica.

Para Nakata, esse primeiro exercício de comparação serve para dar um ponto de referência importante. Observando a estimativa e o orçamento real, o indivíduo consegue concretizar cortes para economizar ou direcionar melhor a renda.

“Caso a pessoa tenha mais dificuldade em fazer o orçamento, pode contar com ajuda de algum profissional certificado e de confiança, mas já existem diversos aplicativos de smartphones como Guia Bolso, Mobills, Vista, Meu Dinheiro e tantos outros que oferecem esses serviços de forma fácil”, afirma.

Publicidade

Com os números na mão, é possível reavaliar os gastos e mudar escolhas. “No orçamento, é preciso avaliar uma série de fatores. Não é deixar de fazer algo, mas é diminuir a frequência de atividades que possam pesar no orçamento”, destaca Nakata.

Algumas estratégias para fazer cortes é tentar negociar planos de assinatura de TV e planos de celular, além de ter atenção com tarifas de manutenção de contas bancárias, por exemplo. “Além disso, com o aumento dos preços, é preciso ter cuidado para a economia na rotina da casa, principalmente com energia elétrica”, explica.

Ele sugere que outro ponto para ter atenção no orçamento é o valor do aluguel, que está crescendo por conta do IGP-M. “Se você for um bom inquilino, pode tentar negociar a mensalidade, o que pode fazer total diferença no final do mês. Além disso, com o planejamento anual, é possível economizar também no pagamento da escola dos filhos”, sugere.

Com o intuito de efetivar a independência financeira, desde que o orçamento esteja ajustado e com um mínimo de economia no final do mês, o passo do investimentos deve ser como uma “conta para pagar todos os meses”, é o que o planejador aconselha. Segundo ele, a partir de R$ 40, já é possível fazer investimentos seguros com a sobra da renda.

3. Objetivos de curto, médio e longo prazos

Antes de fazer qualquer investimento, é necessário traçar objetivos. Juntar dinheiro para quando surgir a necessidade de comprar um eletrodoméstico novo porque o antigo quebrou, por exemplo, é diferente de economizar pensando em comprar um carro, assim como não é o mesmo caso de separar uma verba para a aposentadoria.

Publicidade

De acordo com Sarai Molina, especialista em educação financeira da Ágora Investimentos, as metas que cada pessoa tomar vão definir os prazos para as alocações de recursos. Além dos objetivos, a avaliação do perfil entre as categorias conservador, moderado e arrojado ou agressivo.
Enquanto os objetivos guiam o tempo de alocação, essa de risco é o que vai nortear as escolhas dos ativos.

Para Molina, o curto prazo pode ser definido em um período de até dois anos, enquanto o médio vai de dois a sete e o longo prazo pode ser até a aposentadoria. Entretanto, ela aponta que a definição dos períodos depende de cada indivíduo. “Educação financeira não é necessariamente matemática, é autoconhecimento”, afirma.

4. Reserva de emergência

“É a tranquilidade de dormir sabendo que se você tiver um imprevisto não precisa ter preocupação”: essa é a definição de Larissa Quaresma, analista Empiricus, sobre a reserva de emergência. Ela ressalta que esse colchão precisa representar a cobertura de todos os gastos de seis meses, ou seja, cada pessoa deve multiplicar seus gastos mensais por seis.

Segundo Quaresma, a reserva deve ser aplicada em ativos com segurança e liquidez diária, de forma que seja possível resgatar as aplicações e transformar em dinheiro no mesmo dia. “A recomendação para a aplicação é no Tesouro Nacional, mais especificamente o Selic, que é o ativo mais seguro atualmente”, aponta.

Com a reserva de emergência em segurança, é possível usar outras economias para abrir mão da liquidez em busca de um pouco mais de rentabilidade.

5. Começando a investir

Luis Politi, diretor responsável pela Consulenza Investimentos, destaca que o início das aplicações acontece, muitas vezes, quando o indivíduo busca sair da poupança. Segundo ele, é essencial que os investidores entendam que todos os produtos possuem riscos. “Mesmo os ativos do governo estão sujeitos à avaliação negativa, o que deve entrar no radar antes de aplicar”, aponta.

Publicidade

Para Politi, quem está em um ativo “extremamente seguro” pode iniciar a “encher outras caixinhas” porque o risco existe em todas as classes. Ele reforça a relevância em entender as diferentes classes de investimentos e os respectivo risco que você está disposto a tomar.

“Se você está começando a investir agora e vai direto para as ações, imagino que seja uma falta de maturidade financeira. Se você quer ter um fundo mais arrojado, comece a estudar um fundo e entenda como ele está se movimentando para investir efetivamente”, afirma.

Em um fundo de ações, segundo ele, é preciso aguardar no mínimo seis meses para ver resultados e avaliar como cada investidor reage à volatilidade.

6. Diversificação dos ativos na carteira

Alexandre Brito, sócio da Finacap Investimentos, explica que a diversificação é a principal ferramenta utilizada nos portfólios a partir do estudo da relação entre retorno, risco e da correlação entre os ativos que compõem a carteira.

“Cada classe de ativo tem um prêmio de risco diferente. Ao montar uma carteira, é preciso avaliar o potencial de retorno de cada tipo”, diz.

Publicidade

Vale lembrar do ditado que sugere “não colocar todos os ovos na mesma cesta”. Além disso, a diversificação é uma forma de proteção para possíveis erros e para solucionar expectativas errôneas do investidor ou do mercado como um todo.

“Caso algum movimento tenha sido feito por conta de uma previsão errada, esse pilar pode ser uma forma de corrigir o impacto, respeitando o retorno que o investidor precisa atingir lá na frente e a volatilidade que o investidor está disposto a enfrentar”, complementa o porta-voz da Finacap.

7. Investimento no exterior

William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue Securities, aponta que a dolarização está cada vez mais forte. “A dolarização dos investimentos não é uma proteção apesas pensando no preço de um iPhone, mas do bolinho de fubá até ao valor do litro da gasolina. Está em tudo que recebe o impacto do exterior, da indústria à agricultura”, diz.

Além disso, como o mercado de ações americano é responsável mais da metade de todo o mercado financeiro global, o universo de produtos no exterior é muito mais extenso, já que oferece investimentos em setores que hoje são de pequena escala no Brasil, como cyber security e biotech. A exposição em ativos estrangeiros, portantos, é mais um exemplo de diversificação para a carteira do investidor.

A fragilidade do real frente ao dólar é outro ponto destacado por Alves. Ele recorda de cenários após crises, em que o dólar chegou a crescer quase 50% em poucos meses, como aconteceu de janeiro a maio de 2020, quando a moeda saiu da casa de R$ 4 para quase R$ 6.

“Outro benefício do investimento no exterior é a possibilidade de aplicar em ativos de locais com menor risco. O rating (classificação de risco) do Brasil é comparável com países como Paraguai, Vietnã, Macedônia e outras nações com economias enfraquecidas, o que não é atrativo por conta da instabilidade e atrasos”, diz.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • educação
  • Finanças
  • Planejamento
  • Reserva de emergência
Cotações
16/04/2026 18h24 (delay 15min)
Câmbio
16/04/2026 18h24 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Sem IOF, cartões com criptos avançam no Brasil e prometem taxa de câmbio menor

  • 2

    Ibovespa ronda os 200 mil pontos: com rali em 2026, é hora de olhar mais para a Bolsa?

  • 3

    Por que o Ibovespa anda em duas direções? Entenda o que mantém o índice em alta enquanto ações locais caem

  • 4

    Ibovespa bate 18º recorde do ano e se aproxima dos 200 mil pontos

  • 5

    Dólar abaixo de R$ 5, menor nível desde 2024: é hora de comprar? Veja como aproveitar

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Logo E-Investidor
Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na luz? Veja se você tem direito
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na luz? Veja se você tem direito
Imagem principal sobre o O que é a Lei do Superendividamento?
Logo E-Investidor
O que é a Lei do Superendividamento?
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: entenda se é possível renegociar contas atrasadas pelo Procon
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: entenda se é possível renegociar contas atrasadas pelo Procon
Imagem principal sobre o IR 2026: idosos com mais de 60 anos devem prestar atenção na ordem de prioridade da restituição
Logo E-Investidor
IR 2026: idosos com mais de 60 anos devem prestar atenção na ordem de prioridade da restituição
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: passo a passo para consultar lote residual de restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: passo a passo para consultar lote residual de restituição
Imagem principal sobre o IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Logo E-Investidor
IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Imagem principal sobre o IR 2026: até quando idosos com 60 anos devem enviar a declaração para receber a restituição cedo?
Logo E-Investidor
IR 2026: até quando idosos com 60 anos devem enviar a declaração para receber a restituição cedo?
Últimas: Educação Financeira
Influenciadores e criadores de conteúdo: como declarar a monetização no Imposto de Renda 2026
Educação Financeira
Influenciadores e criadores de conteúdo: como declarar a monetização no Imposto de Renda 2026

Com múltiplas fontes de renda, criadores enfrentam desafios na declaração; erro no enquadramento pode levar à malha fina

16/04/2026 | 15h06 | Por Igor Markevich
“Da Conta Delas”: você já ficou em um relacionamento por falta de dinheiro?
Educação Financeira
“Da Conta Delas”: você já ficou em um relacionamento por falta de dinheiro?

Programa aborda a relação entre dinheiro, desigualdade e violência financeira nos relacionamentos

16/04/2026 | 09h40 | Por Geovana Pagel
Qual é o valor da multa por atraso no Imposto de Renda 2026 e como regularizar a situação?
Educação Financeira
Qual é o valor da multa por atraso no Imposto de Renda 2026 e como regularizar a situação?

Penalidade começa em R$ 165,74, pode chegar a 20% do imposto devido e é aplicada mesmo para quem tem restituição a receber

15/04/2026 | 15h11 | Por Igor Markevich
Debêntures no IR 2026: onde declarar, o que informar e os erros que mais cometem os investidores
Educação Financeira
Debêntures no IR 2026: onde declarar, o que informar e os erros que mais cometem os investidores

Com mais CPFs expostos a esses títulos, atenção aos detalhes evita inconsistências e risco de malha fina

15/04/2026 | 14h47 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador