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Mercado financeiro sofre de crise de ansiedade. E agora, como me protejo?

Há inúmeros aspectos sobre finanças e comportamento que o investidor precisa entender

Por Ana Paula Hornos

29/03/2021 | 7:13 Atualização: 06/04/2021 | 12:03

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Surto de ansiedade no mercado financeiro (Foto: Evanto Elements)
Surto de ansiedade no mercado financeiro (Foto: Evanto Elements)

“Sinto tensão. Minha mente elabora uma quantidade enorme de preocupações e possibilidades em frações de segundos. Ela está sempre um passo à frente. Minha mente está muito ativa: traça inúmeras possibilidades”. Esse relato é característico de quem sofre de algum tipo de transtorno de ansiedade, definida na psicologia como um sentimento desagradável de desconforto ou terror derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho.

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), antes da pandemia, 33% da população mundial já sofria de algum transtorno envolvendo a ansiedade (ou síndrome do pânico) e havia uma estimativa que, em 2020, essa seria uma das doenças mais incapacitantes do mundo. Soma-se a isso, segundo estudo feito pela Universidade do Rio de Janeiro (UERJ), casos de ansiedade mais que dobraram no período da pandemia.

Agora, tomo a liberdade para colocar uma pausa na narrativa descrita acima, como acontece nos cortes de filmes, para mudar de cena.

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Aparentemente, a descrição que vem a seguir soará como se fosse desconectada do raciocínio anterior, como em uma mudança de ato no teatro, para, na sequência, mostrar a ligação e a possível coerência.

Vamos falar do mercado de renda variável. Como é calculado o preço de uma ação?

Se a análise usada for fundamentalista (umas das técnicas usadas pelo mercado financeiro), o valor de uma empresa será dado pela projeção de quanto dinheiro ela poderá gerar no futuro (fluxo de caixa), trazido ao presente. Por outro lado, se a análise for gráfica (outra técnica utilizada), o valor da ação será avaliado pelas inclinações gráficas que aconteceram na série histórica projetadas no futuro.

A pergunta que lanço é: quanto de ansiedade existe no mercado financeiro e na relação com o dinheiro? Seriam os próprios métodos de precificação de ativos a exata descrição da ansiedade: projeções baseadas em experiências do passado, com antecipação de eventos futuros? Jargões como o “aumento dos juros já está precificado” ou “existe uma bolha no mercado financeiro” ou “tal ação teve alta meteórica (e a empresa está dando prejuízo)” não poderiam ser vistas como narrativas de uma crise de ansiedade generalizada?

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O ponto aqui não é fazer uma avaliação psicopatológica do mercado financeiro através de sinais e sintomas, mas, sim, chamar sua atenção para o cuidado com a sua saúde ao lidar com o dinheiro. E este será o foco e objetivo desta coluna: na linha da definição sobre ética de Foucault, estimular o exercício da liberdade reflexiva!

São inúmeros os aspectos sobre finanças e comportamento e sobre meu “eu” investid@r que há para se pensar, dialogar, divergir e sintetizar, sempre visando a busca por equilíbrio e felicidade e pela saúde financeira, mental e integral, que são direitos e desejos de todos!

Aqui passamos de “raspão” sobre os conceitos de tempo e dinheiro, atravessados pela ansiedade. A famosa frase popular “tempo é dinheiro” pode ser a tradução da fórmula matemática de cálculo de juros, que tenta unir objetivamente duas variáveis de recursos escassos, embora ela se esqueça da dimensão psicológica, que dirá humana, do tempo subjetivo e da subjetividade ao lidar com dinheiro.

Termino este texto com uma frase de Viktor Frankl, neuropsiquiatra austríaco, em seu best-seller “Em Busca de Sentido” (leitura que recomento muito!), que ao narrar sua experiência dramática em quatro campos de concentração nazistas disse: “Pode-se tirar tudo de um homem exceto uma coisa: a última das liberdades humanas – escolher a própria atitude em qualquer circunstância, escolher o próprio caminho.”

  Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Ana Paula Hornos (@anapaulahornosoficial)

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