• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Inflação controlada deflagra novo risco para a economia mundial

Questão é perigosa e precisa ser tratada com muito cuidado. Entenda os riscos

Por Bruno Funchal

20/12/2023 | 8:13 Atualização: 20/12/2023 | 8:13

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Depois de um longo período em que o combate à inflação foi o centro das atenções, o mundo começa a se deparar com outro grande desafio: o crescimento do endividamento dos países após a pandemia. Esse fenômeno foi observado não apenas nos emergentes, mas também nos países desenvolvidos.

Leia mais:
  • Mais um passo para a Reforma Tributária. E agora?
  • Conheça a ação que subiu mais de 500% em 2023
  • O projeto de Lei Orçamentária e o nervosismo nos mercados
Cotações
19/01/2026 10h29 (delay 15min)
Câmbio
19/01/2026 10h29 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mesmo com o fim da crise de saúde, o crescimento médio da dívida bruta como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) fica em torno de dez pontos porcentuais. Dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostram que a média dos países desenvolvidos foi de 104 para 112 e a dos emergentes, de 55 para 67.

Esse aumento de endividamento foi agravado pelos juros altos que o mundo inteiro está presenciando neste momento, com objetivo de reduzir o risco inflacionário. A combinação de dívida alta com juros altos é perigosa e precisa ser tratada com muito cuidado.

Publicidade

Por aqui, vivemos com esse perigo constantemente, uma vez que o Brasil é um dos países emergentes mais endividados, apresentando um dos maiores níveis de juros. Não à toa a questão fiscal surge como tema de constante discussão no País, pois acaba sendo peça-chave para o crescimento.

Uma grande economia que tem encarado tal situação é a americana. A política fiscal dos Estados Unidos tem sido expansionista faz tempo, com seu déficit nominal atingindo mais de 6% do PIB, trazendo um crescimento constante de sua dívida, que atinge os 123% do PIB, segundo dados do FMI. Como referência, em 2019 a dívida estava em 108% do PIB.

Com esse forte aumento do endividamento e o alto custo de rolagem da dívida, a demanda por recursos torna-se cada vez mais crescente. Ao somar a esta conta a alta demanda em gastos com defesa e com políticas industriais, a projeção para a trajetória da dívida dos EUA mostra crescimento acelerado.

Desconfiança com os EUA

No início de agosto, a agência de rating Fitch rebaixou a nota de crédito da economia americana de AAA para AA+. Entre os argumentos da Fitch estão a deterioração fiscal esperada para os próximos três anos e o aumento do déficit fiscal. Outro ponto destacado pela agência foram os repetidos impasses de limite de dívida e resoluções de última hora, frequentes nos últimos anos.

Mas não foi só a Fitch que emitiu sinal de alerta com relação à questão fiscal. A Moody’s, outra agência de rating, mudou a perspectiva da nota de estável para negativa e citou grandes déficits fiscais e um declínio na capacidade de pagamento da dívida como riscos para a economia americana.

Publicidade

A falta de perspectiva de melhoria fiscal tem afetado os juros de longo prazo dos EUA, representado pelo título de dez anos do tesouro americano, que saltou de menos de 2% em janeiro de 2022 para bater os 5% em outubro deste ano. Essa grande demanda dos governos por recursos, principalmente o dos EUA, drena a liquidez do setor privado mundial com reflexo direto na gestão da dívida pública e no fluxo de recursos para países emergentes.

  • Saiba mais: Por que 2024 será favorável para assumir riscos

A grande turbulência sentida no Brasil de agosto a outubro serviu de amostra de como esse movimento de expansão fiscal pode ser uma variável de risco importante para os países emergentes. Neste período, o título de dez anos do tesouro americano aumentou subitamente, atingindo seu nível máximo e com muita volatilidade, com reflexos importantes em todo o mundo.

No Brasil, os ativos de risco responderam rapidamente perdendo valor. Só como exemplo, a Bolsa perdeu 10 mil pontos nesse período e nossos juros reais aumentaram mais de 100 pontos-base (bps). Esse foi o período de maior volatilidade visto no País no segundo semestre.

Nesse mês de dezembro, os mercados surfaram nas boas notícias do controle de preços, não só no Brasil, mas em diversos países, aumentando a expectativa de ser possível voltar a meta de inflação sem colocar as economias em recessão, principalmente a americana.

Tom da incerteza em 2024

O destaque ficou por conta do discurso mais “dovish” (termo relacionado à redução da taxa de juros para aquecer a economia) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), surpreendendo os mercados e melhorando ainda mais as expectativas para o ano de 2024 com uma possível queda de juros mais forte. Esse movimento beneficiou os ativos de risco e fez a Bolsa andar, batendo os 130 mil pontos.

  • Até onde o Ibovespa vai chegar após o recorde? Veja projeções para 2024

Apesar desta boa notícia com relação ao processo de desinflação, o risco fiscal continua existindo tanto na terra tupiniquim quanto no território do Tio Sam. Esse tema será aquele que dará o tom da incerteza nos mercados em 2024, que, apesar da boa expectativa devido ao início do ciclo global de queda de juros, tem no excesso de gastos, que drena a liquidez, o elemento de risco a ser encarado.

Do nosso ponto de vista, a estratégia dominante consiste em manter o controle das contas para se preparar para possíveis turbulências globais ou para surfar uma onda positiva.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • bolsa
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dívida
  • Economia
  • EUA
  • Inflação
  • Juros
  • Produto Interno Bruto (PIB)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    FGC inicia pagamento de R$ 40,6 bilhões a investidores com CDBs do Banco Master; veja como receber

  • 2

    O conselho de carreira de Warren Buffett para jovens profissionais

  • 3

    Endividamento das famílias cresce em ano eleitoral; veja como organizar o orçamento

  • 4

    5 cursos gratuitos para investir melhor em 2026

  • 5

    Investiu mais de R$ 250 mil nos CDBs do Master e ficou sem a proteção do FGC? Veja o que fazer

Publicidade

Quer ler as Colunas de Bruno Funchal em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: qual a diferença entre os benefícios?
Logo E-Investidor
Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: qual a diferença entre os benefícios?
Imagem principal sobre o BPC oferece novo valor aos idosos em 2026; veja quanto
Logo E-Investidor
BPC oferece novo valor aos idosos em 2026; veja quanto
Imagem principal sobre o Motoristas de Uber podem pagar menos no Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Logo E-Investidor
Motoristas de Uber podem pagar menos no Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Imagem principal sobre o Motoristas de Uber podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Logo E-Investidor
Motoristas de Uber podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: teto para quem recebe mais de um salário mínimo sobe para R$ 8,4 mil
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: teto para quem recebe mais de um salário mínimo sobe para R$ 8,4 mil
Imagem principal sobre o FGC paga credores do Master e alerta para o prazo de ressarcimento; cuidado com os golpes
Logo E-Investidor
FGC paga credores do Master e alerta para o prazo de ressarcimento; cuidado com os golpes
Imagem principal sobre o Benefício Variável Familiar: como sacar o valor do benefício?
Logo E-Investidor
Benefício Variável Familiar: como sacar o valor do benefício?
Imagem principal sobre o Este benefício acrescenta R$ 50 no valor do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Este benefício acrescenta R$ 50 no valor do Bolsa Família
Últimas: Colunas
A caderneta de poupança é um mau negócio; entenda o porquê
Einar Rivero
A caderneta de poupança é um mau negócio; entenda o porquê

Mesmo com isenção de Imposto de Renda, aplicação rendeu mais de R$ 1 trilhão a menos do que fundos atrelados ao CDI desde 1995

18/01/2026 | 06h00 | Por Einar Rivero
Caso Banco Master: quando a engenharia financeira sustenta o insustentável
Eduardo Mira
Caso Banco Master: quando a engenharia financeira sustenta o insustentável

Crise regulatória, promessas de rentabilidade irreal e estruturas opacas expõem fragilidades do mercado e reforçam a cautela do investidor

16/01/2026 | 14h12 | Por Eduardo Mira
É melhor gastar tempo brigando por política nas redes ou aprender sobre finanças?
Fabrizio Gueratto
É melhor gastar tempo brigando por política nas redes ou aprender sobre finanças?

O atraso financeiro do brasileiro em 2026 pode revelar menos um problema econômico e mais uma escolha comportamental

15/01/2026 | 14h00 | Por Fabrizio Gueratto
Quanto custa estudar na elite? Ranking revela as escolas mais caras do Brasil
Quanto custa?
Quanto custa estudar na elite? Ranking revela as escolas mais caras do Brasil

Levantamento da Forbes mostra quais colégios de alto padrão cobram valores elevados em troca de currículos internacionais, diplomas reconhecidos no exterior e preparação para universidades de prestígio

15/01/2026 | 11h04 | Por Quanto custa?

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador