• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Inflação controlada deflagra novo risco para a economia mundial

Questão é perigosa e precisa ser tratada com muito cuidado. Entenda os riscos

Por Bruno Funchal

20/12/2023 | 8:13 Atualização: 20/12/2023 | 8:13

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Depois de um longo período em que o combate à inflação foi o centro das atenções, o mundo começa a se deparar com outro grande desafio: o crescimento do endividamento dos países após a pandemia. Esse fenômeno foi observado não apenas nos emergentes, mas também nos países desenvolvidos.

Leia mais:
  • Mais um passo para a Reforma Tributária. E agora?
  • Conheça a ação que subiu mais de 500% em 2023
  • O projeto de Lei Orçamentária e o nervosismo nos mercados
Cotações
20/02/2026 14h40 (delay 15min)
Câmbio
20/02/2026 14h40 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mesmo com o fim da crise de saúde, o crescimento médio da dívida bruta como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) fica em torno de dez pontos porcentuais. Dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostram que a média dos países desenvolvidos foi de 104 para 112 e a dos emergentes, de 55 para 67.

Esse aumento de endividamento foi agravado pelos juros altos que o mundo inteiro está presenciando neste momento, com objetivo de reduzir o risco inflacionário. A combinação de dívida alta com juros altos é perigosa e precisa ser tratada com muito cuidado.

Publicidade

Por aqui, vivemos com esse perigo constantemente, uma vez que o Brasil é um dos países emergentes mais endividados, apresentando um dos maiores níveis de juros. Não à toa a questão fiscal surge como tema de constante discussão no País, pois acaba sendo peça-chave para o crescimento.

Uma grande economia que tem encarado tal situação é a americana. A política fiscal dos Estados Unidos tem sido expansionista faz tempo, com seu déficit nominal atingindo mais de 6% do PIB, trazendo um crescimento constante de sua dívida, que atinge os 123% do PIB, segundo dados do FMI. Como referência, em 2019 a dívida estava em 108% do PIB.

Com esse forte aumento do endividamento e o alto custo de rolagem da dívida, a demanda por recursos torna-se cada vez mais crescente. Ao somar a esta conta a alta demanda em gastos com defesa e com políticas industriais, a projeção para a trajetória da dívida dos EUA mostra crescimento acelerado.

Desconfiança com os EUA

No início de agosto, a agência de rating Fitch rebaixou a nota de crédito da economia americana de AAA para AA+. Entre os argumentos da Fitch estão a deterioração fiscal esperada para os próximos três anos e o aumento do déficit fiscal. Outro ponto destacado pela agência foram os repetidos impasses de limite de dívida e resoluções de última hora, frequentes nos últimos anos.

Mas não foi só a Fitch que emitiu sinal de alerta com relação à questão fiscal. A Moody’s, outra agência de rating, mudou a perspectiva da nota de estável para negativa e citou grandes déficits fiscais e um declínio na capacidade de pagamento da dívida como riscos para a economia americana.

Publicidade

A falta de perspectiva de melhoria fiscal tem afetado os juros de longo prazo dos EUA, representado pelo título de dez anos do tesouro americano, que saltou de menos de 2% em janeiro de 2022 para bater os 5% em outubro deste ano. Essa grande demanda dos governos por recursos, principalmente o dos EUA, drena a liquidez do setor privado mundial com reflexo direto na gestão da dívida pública e no fluxo de recursos para países emergentes.

  • Saiba mais: Por que 2024 será favorável para assumir riscos

A grande turbulência sentida no Brasil de agosto a outubro serviu de amostra de como esse movimento de expansão fiscal pode ser uma variável de risco importante para os países emergentes. Neste período, o título de dez anos do tesouro americano aumentou subitamente, atingindo seu nível máximo e com muita volatilidade, com reflexos importantes em todo o mundo.

No Brasil, os ativos de risco responderam rapidamente perdendo valor. Só como exemplo, a Bolsa perdeu 10 mil pontos nesse período e nossos juros reais aumentaram mais de 100 pontos-base (bps). Esse foi o período de maior volatilidade visto no País no segundo semestre.

Nesse mês de dezembro, os mercados surfaram nas boas notícias do controle de preços, não só no Brasil, mas em diversos países, aumentando a expectativa de ser possível voltar a meta de inflação sem colocar as economias em recessão, principalmente a americana.

Tom da incerteza em 2024

O destaque ficou por conta do discurso mais “dovish” (termo relacionado à redução da taxa de juros para aquecer a economia) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), surpreendendo os mercados e melhorando ainda mais as expectativas para o ano de 2024 com uma possível queda de juros mais forte. Esse movimento beneficiou os ativos de risco e fez a Bolsa andar, batendo os 130 mil pontos.

  • Até onde o Ibovespa vai chegar após o recorde? Veja projeções para 2024

Apesar desta boa notícia com relação ao processo de desinflação, o risco fiscal continua existindo tanto na terra tupiniquim quanto no território do Tio Sam. Esse tema será aquele que dará o tom da incerteza nos mercados em 2024, que, apesar da boa expectativa devido ao início do ciclo global de queda de juros, tem no excesso de gastos, que drena a liquidez, o elemento de risco a ser encarado.

Do nosso ponto de vista, a estratégia dominante consiste em manter o controle das contas para se preparar para possíveis turbulências globais ou para surfar uma onda positiva.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • bolsa
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dívida
  • Economia
  • EUA
  • Inflação
  • Juros
  • Produto Interno Bruto (PIB)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior

  • 2

    O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

  • 3

    NYT: crises estão por toda parte, mas os mercados parecem não se importar

  • 4

    BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em queda em dia de liquidação do Banco Pleno, pressão sobre Vale e ata do Fed

Publicidade

Quer ler as Colunas de Bruno Funchal em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: a isenção entra em vigor ainda neste ano?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: a isenção entra em vigor ainda neste ano?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda: a tabela de 2025 foi alterada?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda: a tabela de 2025 foi alterada?
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil 2026: todos os setores já esgotaram? Veja o valor dos ingressos
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil 2026: todos os setores já esgotaram? Veja o valor dos ingressos
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: como efetuar o pagamento do tributo?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: como efetuar o pagamento do tributo?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda: o que são as despesas dedutíveis?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda: o que são as despesas dedutíveis?
Últimas: Colunas
OPINIÃO. Banco Master e as lições para o modelo de supervisão do Banco Central
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Banco Master e as lições para o modelo de supervisão do Banco Central

As liquidações recentes expõem fragilidades na supervisão bancária e levantam a necessidade de revisão permanente dos mecanismos de controle

19/02/2026 | 15h32 | Por Fabrizio Gueratto
Fundos de investimento, crédito bancário e a importância das plataformas
Einar Rivero
Fundos de investimento, crédito bancário e a importância das plataformas

Uma comparação simples mostra o impacto das plataformas de distribuição na desconcentração do mercado financeiro brasileiro

18/02/2026 | 14h21 | Por Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares
Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares

Ibovespa despencou 52,09% em dólares em 2020. Mas avançou 185% desde então, rebote vigoroso mas insuficiente para recolocá-lo entre líderes globais

17/02/2026 | 13h28 | Por Einar Rivero
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha
Marco Saravalle
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha

Enquanto o investidor local mantém postura defensiva e privilegia o CDI, o capital estrangeiro entra com força na B3, apostando no fechamento da curva de juros e na compressão dos prêmios de risco no Brasil

16/02/2026 | 11h00 | Por Marco Saravalle

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador