• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Pitch deck: a pilha de slides dos empreendedores

Pitch deck, em bom português, nada mais é do que uma pilha (deck) de slides que empreendedores (ab)usam para apresentar (pitch) sua empresa para potenciais investidores

Fábio Póvoa é fundador da Movile/iFood, professor de Empreendedorismo na Unicamp e managing partner em Smart Money Ventures (Foto: Divulgação)
Por Fábio Póvoa

17/02/2021 | 7:49 Atualização: 17/02/2021 | 7:49

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

No artigo anterior, eu te alertei sobre o perigo de você “serperntanjo” ser encantado por empreendedores e seus slides. E encerrei o artigo sugerindo menos PowerPoint e mais Excel.

Leia mais:
  • Muito cuidado ao tentar montar no unicórnio
  • Por que empreendedores são encantadores de serpentes
  • ‘O Gambito da Rainha’ ensina 6 lições para empreendedores
Cotações
19/02/2026 22h32 (delay 15min)
Câmbio
19/02/2026 22h32 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Muitos me escreveram perguntando o que eu tinha contra PPTs. Posso ter passado a impressão errada de serem algo inerentemente ruim, o que obviamente não é o caso.

Então, antes de falar mal deles, vamos dar um passo atrás e explicar o que são, onde vivem, como se reproduzem: em English, para que soe mais startup business: o pitch deck. 

Publicidade

Em bom Português: é uma pilha (deck) de slides que empreendedores (ab)usam para apresentar (pitch) sua empresa para potenciais investidores.

Conteúdo

O pitch deve condensar no formato de slides os principais pontos de oportunidade do negócio tendo em mente o seu público alvo: nós, os investidores. Esta cambada com déficit de atenção, falta de tempo, pouca paciência, excesso de oportunidades para investir capital (e não apenas startups), alguns com idade avançada (não é o meu caso!) mas … com capital, conhecimento e conexões que podem alavancar muito o negócio. Smart money, sacomé! 

Assim, o pitch resume de forma estruturada informações suficientes para dar a dimensão da oportunidade e despertar o interesse do investidor em se aprofundar e saber mais. Ou, tão bom e valioso quanto, já confirmar o desinteresse – em geral, falta de fit com sua tese de investimento – e com isso poupar tempo e energia de todos – investidores e founders – com mais reuniões e outros engajamentos que não levariam a um investimento.

Os principais tópicos a serem contemplados em um pitch deck são:

  • O problema ou dor sob a ótica do cliente: se não houver alguém com uma dor, nada mais interessa. NADA. Isso inclui a tecnologia, o algoritmo, o app, o website, o logo, os founders, os anjos, o preço, o … <insira o que mais quiser aqui>; 
  • A solução: articulado na forma de proposição de valor que enderece a dor do cliente conforme slide acima. Sim, porque o cliente busca resolver seu problema. Ele até “paga” por um app, mas compra a solução pra sua dor. É isso que o slide deve mostrar – e não, por óbvio, um punhado de telas de como funciona o produto;
  • O tamanho do mercado: números que mostrem que há espaço para crescer (e se valorizar e capturar parte do valor gerado na forma de receitas);
  • Os competidores: outras empresas, com atuação no mesmo nicho ou correlatas, para mostrar não apenas há mercado mas ele é interessante, tanto que tem players atuando e, por óbvio, quais são os diferenciais competitivos da startup para ser mais competitiva que os concorrentes;
  • A tração: evidências concretas que esta oportunidade já está ganhando momentum, com métricas e indicadores de performance – receitas, downloads, usuários ativos – relevantes no contexto da startup;
  • A tecnologia: como a startup pode usar bits & bytes para crescer exponencialmente –  ganhar escala !;
  • A estratégia : a tática e plano de jogo que amarra os pontos apresentados: como entregar a solução pros problemas do perfil de clientes que têm esta dor, ganhando mercado dos competidores com base nos diferenciais apresentados e crescendo com uso inteligente de tecnologia;
  • O time: quem são as pessoas que fazem tudo isso acontecer, porque seu histórico e formação as tornam unicamente capacitadas para navegar esta onda de oportunidade;
  • O modelo de negócio: como a startup gera, monetiza e captura valor, de forma ampla, que inclui (mas não se limita) ao modelo de receitas – preços, assinaturas ou afins;
  • A rodada : quanto se deseja captar, quem já está comprometido, quem já investiu antes, o valuation (e portanto a participação) a ser cedida, onde se espera investir estes recursos para crescer.

Cada um dos bullets acima irá se traduzir em 1 slide, de modo a gerar um máximo de 12 ou 15 slides que permitam compreender os fundamentos da oportunidade por trás da startup.

Não apenas o conteúdo, mas também a ordem dos slides é de suma importância: o pitch guarda um componente de storytelling, com começo, meio e fim que compõem uma narrativa racional. Ela chega ao seu clímax com o pleito de injeção de capital para o crescimento continuado desta história já promissora.

Por que slides ?

Uma dúvida comum é: por que slides? Não seria melhor mostrar o website, baixar o app, ler o whitepaper, cair numa ligação, ouvir um áudio explicativo, assistir o filme da vida, ler o livro da história genealógica da startup e seu founder desde o nascimento da ideia?

Publicidade

Você já deve ter sacado a resposta: porquê PPT é resumido. A limitação de espaço útil no slide, juntamente com a simplicidade dos seus elementos – texto (bullets !), imagens, animações, gráficos e links – forçam uma objetividade intrínseca ao mundo dos negócios. Menos, neste contexto, é mais por permitir o enfoque no que é essencial.

Seja bem vindo ao vasto mundo das startups, habitado por seres empreendedores e seus pitch decks animados. É melhor conhecer e se acostumar: como investidor, uma parte significativa do seu trabalho será abrir, revisar, analisar, criticar, questionar, ouvir e, em grande medida, se conter para não chorar ou sair correndo antes que chegar o final de um pitch. Na forma de um ppt aberto no seu micro ou, se você não for cuidadoso, em infindáveis apresentações em reuniões, demo days, eventos ou youtube vídeos.   

No próximo artigo vamos falar das principais cagad… erros incorridos dos founders ao elaborar, apresentar e disponibilizar seus decks.

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Empreendedorismo

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026

  • 2

    NYT: crises estão por toda parte, mas os mercados parecem não se importar

  • 3

    BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em dia de liquidação do Banco Pleno, pressão sobre Vale e ata do Fed

  • 5

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fábio Póvoa em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda: a tabela de 2025 foi alterada?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda: a tabela de 2025 foi alterada?
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil 2026: todos os setores já esgotaram? Veja o valor dos ingressos
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil 2026: todos os setores já esgotaram? Veja o valor dos ingressos
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: como efetuar o pagamento do tributo?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: como efetuar o pagamento do tributo?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda: o que são as despesas dedutíveis?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda: o que são as despesas dedutíveis?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda: o que pode ser dedutível no valor?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda: o que pode ser dedutível no valor?
Imagem principal sobre o 13º salário 2026: as datas de pagamento já foram divulgadas?
Logo E-Investidor
13º salário 2026: as datas de pagamento já foram divulgadas?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que muda na apuração anual?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que muda na apuração anual?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Últimas: Colunas
OPINIÃO. Banco Master e as lições para o modelo de supervisão do Banco Central
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Banco Master e as lições para o modelo de supervisão do Banco Central

As liquidações recentes expõem fragilidades na supervisão bancária e levantam a necessidade de revisão permanente dos mecanismos de controle

19/02/2026 | 15h32 | Por Fabrizio Gueratto
Fundos de investimento, crédito bancário e a importância das plataformas
Einar Rivero
Fundos de investimento, crédito bancário e a importância das plataformas

Uma comparação simples mostra o impacto das plataformas de distribuição na desconcentração do mercado financeiro brasileiro

18/02/2026 | 14h21 | Por Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares
Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares

Ibovespa despencou 52,09% em dólares em 2020. Mas avançou 185% desde então, rebote vigoroso mas insuficiente para recolocá-lo entre líderes globais

17/02/2026 | 13h28 | Por Einar Rivero
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha
Marco Saravalle
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha

Enquanto o investidor local mantém postura defensiva e privilegia o CDI, o capital estrangeiro entra com força na B3, apostando no fechamento da curva de juros e na compressão dos prêmios de risco no Brasil

16/02/2026 | 11h00 | Por Marco Saravalle

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador