• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Selic x bolsa de valores: o que pode influenciar a sua decisão de investimento

Dia de decisão da taxa básica de juros traz velhos questionamentos à tona

Por Louise Barsi

17/03/2021 | 9:18 Atualização: 19/03/2021 | 16:04

Receba esta Coluna no seu e-mail
Foto: Daniel Teixeira/Estadão
Foto: Daniel Teixeira/Estadão

A decisão do Copom mal foi divulgada e já começaram a pipocar nas redes sociais questionamentos como:

Leia mais:
  • Luiz Barsi: ‘O perfil do brasileiro é de um agiota por excelência’
  • As melhores pagadoras de dividendos na carteira de Luiz Barsi para 2021
  • Eu comprei Magazine Luiza no IPO (e ainda tenho as ações)
Cotações
15/03/2026 8h27 (delay 15min)
Câmbio
15/03/2026 8h27 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Será que é hora de reduzir a sua exposição à renda variável?”

“Sua carteira de ações está preparada para a alta da Selic?”

Publicidade

Curiosamente, os agitadores desse tipo de temática são os mesmos que lá no final de 2019 decretaram a ‘morte’ da renda fixa, quando a Selic ainda estava na casa dos 4,5% ao ano (a.a.). Fiquei impressionada como meros 0,75 ponto percentual (p.p.) impactou os investidores e sua fé antes inabalável no longo prazo.

Toda essa agitação só corrobora com o que temos dito por aqui: acreditamos que o ‘longo prazo’ dessa horda de novos investidores da Bolsa não será tão longo assim. Que seja eterno enquanto dure… na primeira oportunidade muitos retornarão ao conforto da perda fixa. De qualquer forma é importante não nos desviarmos aqui e entendermos como esse novo ciclo pode influenciar a sua decisão de investimento.

Em um cenário com a Selic a 2,75% a.a., ainda estaríamos falando de juros extremamente baixos para os patamares que a economia brasileira está acostumada. A ansiedade talvez decorra do fato de estarmos discutindo a primeira elevação em praticamente 6 anos. Mas mesmo assim, a pressão inflacionária recente vinda do aumento dos insumos e do dólar, já dava sinais do que estava por vir.

De uma maneira simplificada, o nível geral de preços das ações se altera a cada movimento dos juros. Isto, porque no modelo tradicional de precificação de ativos, a taxa de desconto que trará os fluxos de caixa a valor presente terá influência direta do custo de capital das empresas e da taxa livre de risco utilizada.

Publicidade

Em resumo, quanto menor a taxa básica de juros, menor será a taxa de desconto e consequentemente maiores serão os valores justos encontrados para as empresas. Particularmente, entendo que o mercado já se antecipou a esse ajuste na Selic e apenas uma decisão muito fora do consenso poderia abalar mais profundamente as expectativas do mercado.

Aqui podemos chegar à duas pistas importantes sobre quem seriam os mais afetados pelo cenário que está se delineando em nossa política monetária:

a) Empresas com boa parte de seu valor na perpetuidade, ou seja, de crescimento;

b) Empresas de endividamento elevado e com parcela grande de seus custos de dívida pós-fixada e atrelada a Selic. Destaque principalmente para locadoras de veículos, infraestrutura, shopping centers e varejo.

Publicidade

De maneira geral, então, os adeptos do asset allocation tradicional tem um bom argumento para defender de tempos em tempos a redução à exposição em renda variável. No entanto, já tivemos diversas oportunidades nesta coluna de demonstrar que pensamos portfólio muito diferente do que a maioria dos gestores estão acostumados a propagar.

No Jeito Barsi de Investir a taxa de juros tem pouca ou nenhuma influência na parcela que a renda variável ocupará no mix das nossas carteiras. Nenhum pilar fundamental da estratégia de carteira previdenciária, na verdade, sofre alterações (nem mesmo nosso parâmetro de 6% a.a no mínimo em proventos).

O que muda, então?

Pura e simplesmente as oportunidades que encontraremos ao longo do caminho, de acordo com os diferentes ciclos econômicos. Ao contrário da renda fixa, dificilmente o mercado de capitais deixará o verdadeiro investidor de longo prazo órfão de boas empresas, que paguem bons dividendos, a bons preços.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Copom
  • Taxa Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Bilionários da tecnologia mantêm seus filhos longe das telas que os enriqueceram

  • 3

    Fundos do Itaú concentram 64% das debêntures da Raízen; AZ Quest tem 50% do GPA

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio à escalada do conflito no Irã e ao salto do petróleo

  • 5

    Banco do Brasil reforça consultoria e agências: 'Cliente quer contato humano'

Publicidade

Quer ler as Colunas de Louise Barsi em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Últimas: Colunas
O Imposto de Renda que revela seu patrimônio
Samir Choaib
O Imposto de Renda que revela seu patrimônio

Enquanto em muitos países se declara apenas a renda, o contribuinte brasileiro precisa atualizar anualmente um verdadeiro inventário perante o Estado

14/03/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O mercado financeiro ainda não conversa com metade do país — as mulheres
Eduardo Mira
O mercado financeiro ainda não conversa com metade do país — as mulheres

A principal ameaça financeira para muitas mulheres não está no risco de investir — mas em permanecer fora do mercado de capitais

13/03/2026 | 14h25 | Por Eduardo Mira
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre

“Ah, eu ganho pouco, não dá para poupar”. Se todos os brasileiros ganhassem o dobro, também dobrariam os gastos. Poupar não é sobre salário, é sobre disciplina

12/03/2026 | 13h51 | Por Fabrizio Gueratto
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões
Einar Rivero
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões

Levantamento com 79 companhias com base em formulários de referências na CVM aponta que elas investiram R$ 1,35 bilhão com remuneração dos principais executivos

11/03/2026 | 16h46 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador