• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Por que mais brasileiros estão de olho em viagens de jato executivo

A procura pelo transporte privado saltou por conta da pandemia. Veja quanto custa

Por Valéria Bretas

22/05/2021 | 4:30 Atualização: 22/05/2021 | 9:39

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Divulgação  Alphajets / Fabio Nunes)
(Foto: Divulgação Alphajets / Fabio Nunes)

Chegar com horas de antecedência no aeroporto, encarar uma longa fila no check-in, despachar as malas, passar pelo raio-x e se preparar para um bom chá de cadeira na sala de embarque são alguns itens que fazem parte do checklist básico de qualquer viagem. Mas não para a aviação executiva. Existe um glamour ímpar aos tripulantes que fazem os seus deslocamentos por aluguel de jatos privativos.

Leia mais:
  • 6 contas no Instagram para economizar com hospedagens
  • Como o Hotel Urbano consegue preços tão baixos
  • Ele rodou o mundo e quebrou um recorde usando as finanças como aliada
Cotações
30/01/2026 17h14 (delay 15min)
Câmbio
30/01/2026 17h14 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

E vou te contar mais sobre a minha experiência com a Alphajets. Imagina só: decidir o seu destino no mesmo dia, arrumar as bagagens e sair de casa uma hora antes do voo. Em uma área exclusiva ao lado do aeroporto, os clientes são recebidos pelo staff e as malas já encaminhadas pelos funcionários até a aeronave.

Há poltronas espalhadas por todo o lugar e uma sala de TV disponível para quem está com tempo extra. Na área vip, os tripulantes também podem aproveitar da mordomia para pedir um expresso e comer alguns snacks, como chipas e pão de queijo. Aos executivos que se preparam para uma reunião, o local também fornece acesso à internet e mesa de trabalho. Há discrição e o silêncio no local é absoluto.

Publicidade

Um representante se desloca para convocar os passageiros para o embarque. O trajeto é direto pela pista até o jato, que impressiona por sua sofisticação e requinte. A cabine é estreita e abriga até nove lugares, posicionados um de frente para o outro em poltronas de couro.

(Foto: Divulgação Alphajets / Fabio Nunes)

O avião é pensado para o transporte de profissionais, não há divisão de ambientes e o serviço de bordo é limitado ao frigobar com bebidas e cestas com diversos tipos de lanches. O banquete é garantido! Há sempre uma caixa de bombons artesanais à espera do viajante, assim como uma cesta de pães, salada de frutas e tábua de queijos.

O deslocamento para o Rio de Janeiro, por exemplo, leva cerca de 45 minutos, praticamente o mesmo tempo de um voo comercial. Mas o que você provavelmente deve estar se perguntando é: quanto custa tudo isso?

O trecho de ida e volta para a cidade maravilhosa custa a partir de R$ 28 mil, ou R$ 3,1 mil em uma divisão rápida para cada um dos 9 tripulantes. Em outras regiões, o custo sobe. Para fazer uma viagem de ida e volta para Florianópolis, o cliente desembolsa a partir de R$ 32 mil (ou R$ 3,5 mil para cada poltrona); o trajeto direto para Trancoso, na Bahia, sai por R$ 68 mil (ou R$ 7,5 mil cada).

A Alphajets iniciou as operações no Brasil há menos de um ano, em agosto do ano passado. Nesses dez meses, a empresa tem realizado cerca de 22 voos nacionais e 2 internacionais por mês com uma frota de três aeronaves próprias e um helicóptero. Eles têm autonomia (capacidade de voar sem abastecimento) de 4 horas de viagem para sobrevoar o Brasil de Norte a Sul e alguns destinos internacionais.

Publicidade

O serviço pode parecer até utópico, mas se tornou mais comum desde que a pandemia da covid-19 virou parte da realidade das pessoas. Um levantamento realizado pela Flapper, empresa de aviação executiva sob demanda, mostra um salto no número de solicitações de voos: no primeiro trimestre deste ano foram realizadas 68 mil cotações, um crescimento de 292% comparado ao mesmo período de 2020. O efeito seria um reflexo do encolhimento da malha aérea comercial.

“O setor de aviação executiva conseguiu se beneficiar da pandemia, mas de uma forma saudável”, diz Fernando Wendling, CEO da Alphajets. “Mostramos para as pessoas que é muito mais seguro viajar em um jato particular, onde não há filas e horas de espera em saguão de aeroporto.”

De acordo com o executivo, muitos brasileiros possuem poder aquisitivo suficiente para utilizar o serviço de táxi aéreo, mas desconhecem a modalidade. Com a preocupação com o vírus e mais acesso à informação sobre o transporte privado, ele aposta em uma demanda crescente em 2022.

“Há mais de 2,7 mil aeroportos entre públicos e privados e menos de 100 são atendidos hoje pela aviação comercial. Há um grande território para avançar o crescimento da aviação executiva particular e táxi aéreo”, diz. A projeção da companhia é dobrar a média mensal de voos até o final deste ano.

Publicidade

A demanda por viagens corporativas também deve crescer, segundo Wendling. “Houve uma queda, mas o empresário ainda precisa visitar suas filiais e os seus respectivos negócios ao redor do País”, afirma.

Uma empresária do ramo de indústria gráfica, que preferiu não se identificar, estampa essa realidade. Ela sentiu a queda na oferta de voos para lugares mais remotos e precisou recorrer à aviação executiva. “A pandemia aumentou muito a minha necessidade de voar em aeronaves particulares devido à escassez de voos comerciais e maior risco de aglomerações”, diz. “O  tempo que eu ganho faz eu gerar mais negócios e ter mais qualidade de vida.”

A aviação executiva entrega muitas vantagens, seja para quem tem uma viagem de negócios ou mesmo para o lazer. A acessibilidade, porém, ainda tem um longo caminho pela frente, restrita por conta do custo elevado entre os trechos. Os valores não são atrativos porque os preços da aviação são calculados em dólar.

Mas é inegável que além da gritante economia de tempo, em época de coronavírus, a privacidade ultrapassa o que já foi considerado apenas um luxo.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Aéreas
  • Conteúdo E-Investidor
  • Turismo

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 3

    Cartões de alta renda se multiplicam; compare anuidade, benefícios e pontos

  • 4

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

  • 5

    Do Black aos mais exclusivos: como funcionam os cartões para alta e altíssima renda

Publicidade

Quer ler as Colunas de Valéria Bretas em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professores em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professores em 2026?
Imagem principal sobre o Aposentadoria: veja a regra dos pontos para professoras que são servidoras públicas federais
Logo E-Investidor
Aposentadoria: veja a regra dos pontos para professoras que são servidoras públicas federais
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (30)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (30)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: entenda como funciona o pagamento da bolsa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: entenda como funciona o pagamento da bolsa
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: 3 requisitos para cumprir ao fazer a inscrição
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: 3 requisitos para cumprir ao fazer a inscrição
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: quem pode participar do programa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: quem pode participar do programa?
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para servidoras públicas em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para servidoras públicas em 2026?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Últimas: Colunas
OPINIÃO. Salário mínimo sobe, produtividade não
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Salário mínimo sobe, produtividade não

Reajuste eleva o piso para R$ 1.621, mas expõe o descompasso entre aumento por decreto e custo crescente para empresas e Estado

29/01/2026 | 16h00 | Por Fabrizio Gueratto
Stablecoins: quais são os benefícios delas em um mundo extremamente instável?
William Castro
Stablecoins: quais são os benefícios delas em um mundo extremamente instável?

Moedas digitais atreladas ao dólar ganham escala, regulação e podem mudar a forma como brasileiros pagam, investem e protegem patrimônio

29/01/2026 | 14h32 | Por William Castro
Por que Trump não teme um dólar fraco e o que isso revela sobre o risco cambial em 2026
Thiago de Aragão
Por que Trump não teme um dólar fraco e o que isso revela sobre o risco cambial em 2026

Indiferença da Casa Branca ao enfraquecimento do dólar expõe uma mudança estrutural: a moeda deixa de ser pilar simbólico da hegemonia americana

28/01/2026 | 15h23 | Por Thiago de Aragão
Allos: colocamos à prova o ‘FII da bolsa’
Katherine Rivas
Allos: colocamos à prova o ‘FII da bolsa’

Em um ano de proventos magros na B3, a companhia mantém a promessa de pagar R$ 0,30 por mês e até 12% ao ano. Vai vingar?

27/01/2026 | 14h40 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador