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Colunista

Eleições: não se deixe enganar pelo discurso da Faria Lima

Faltam informações sobre como seria um governo petista, já que não se sabe quem será o ministro da economia

Por Vitor Miziara

18/10/2022 | 7:59 Atualização: 18/10/2022 | 7:59

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Lula criticou a fórmula de políticas de preços da Petrobras, atrelada ao dólar. FOTO WERTHER SANTANA/ESTADAO
Lula criticou a fórmula de políticas de preços da Petrobras, atrelada ao dólar. FOTO WERTHER SANTANA/ESTADAO

Com a eleição presidencial chegando, escuto muito nos corredores da Faria Lima que Lula (PT) deve ser um candidato moderado e que um Congresso de direita deve brecar algumas mudanças mais radicais que o petista pode buscar em caso de vitória.

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Parece papo para justificar a calmaria do mercado por enquanto ou conversa para evitar pânico em caso de vitória de um governo de esquerda. Fato é que hoje faltam informações sobre como seria um governo petista, já que não se sabe quem será o ministro da economia em caso de vitória de Lula.

O pouco que sabemos assustará o mercado e investidores: o fim do teto de gastos e provavelmente o fim de privatizações, além da volta de incentivos de crédito e outros sem contraparte, prática já vista nos governos de esquerda.

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Não me entenda mal, não tenho político de estimação, mas para a economia e mercado é claro que a manutenção do governo seria mais positiva, ainda mais na falta de pontos claros de um novo governo. Ah, e antes que venha me procurar em redes sociais eu já digo, não discuto política. Acompanho política para me dar base nas decisões de investimentos do meu dinheiro!

Muitos me perguntam sobre Petrobras e a política de preços. Na minha visão, esqueça isso. Se até um governo com Paulo Guedes (mais para o liberal) tentou interferir diversas vezes trocando os presidentes da estatal, quem aposta em algo menos invasivo em um governo de esquerda?

No debate da Band, o ex-presidente Lula criticou a fórmula de políticas de preços da companhia, atrelada ao dólar, já que “produzimos em real, pagamos os salários em real”. Só esqueceu de mencionar que o preço do barril de petróleo é negociado no mundo inteiro em dólar. Acho que aqui fica claro qual minha expectativa para a Petrobras em caso de vitória do PT, certo?

Já que estamos falando do dólar, na época do PT ficou claro que nosso cambio deixou de ser flutuante, com o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega segurando durante anos, de forma artificial, a cotação do dólar entre R$ 1,80 e R$ 2,10. Essa manobra afundou nossa indústria, com destaque para as exportadoras, que se viram com um custo em real de produção alto versus um dólar artificial baixo.

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Não duvido que o governo do PT volte a interferir no dólar mesmo com hoje o Banco Central totalmente independente. Sabemos como funciona qualquer tipo de independência aqui no Brasil e o jogo político é sempre maior do que imaginamos.

Voltando às estatais, esqueça a privatização do Banco do Brasil, Correios e outras empresas. Lula deixou claro que é contra isso, criticando inclusive vendas necessárias para cobrir dívidas deixadas pelo governo dele, como no caso da TAG da Petrobras.

Mas por que o mercado parece estar tão calmo nessas semanas que antecedem às eleições?

O mercado está negociando em múltiplos tão baratos quanto (ou mais) do que na época da pandemia e por isso liquidar ações nesse momento pode não ser a melhor opção. Praticamente todos os gestores de fundos de ações e multimercados continuam comprando e apostando em papéis brasileiros, justificando que uma hora a conta chega (para o positivo) já que no fim, cotação segue lucro e as empresas brasileiras continuam performando bem.

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Na minha visão, pode ser uma “manobra” para deixar claro que é possível manter investimentos mesmo com um governo de esquerda e o pânico não se faz necessário.

Aqui, na minha opinião, há um claro conflito de interesse de algumas partes, já que vender pânico não é bom para ninguém, nem para o investidor e muito menos para quem administra esse dinheiro.

Acredito que haverá bastante volatilidade no mercado em caso de uma vitória de Lula, pelo menos até que seja divulgado o plano de governo e o ministro da Economia. Como sempre, a incerteza é pior do que uma má notícia que podemos precificar, seja tirando o dinheiro e indo para algo mais na linha de porto seguro como dólar e juros, seja aportando mais em ações aproveitando talvez a oportunidade de um movimento de sell-off.

Liquidei boa parte das minhas ações e sigo aportando em juros para aproveitar o que só o Brasil nos dá: juros altos com uma boa tranquilidade. Voltarei para ações e posso até pagar mais caro caso o mercado não precifique um Lula muito agressivo ou até mesmo uma vitória de Bolsonaro. Prefiro pagar mais caro e voltar entendendo o que está acontecendo e se ainda estou enquadrado no meu perfil de investidor ou não.

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Ah, ficar líquido e não fazer nada as vezes garante um resultado positivo muito melhor do que estar posicionado. Não fazer nada também é uma forma de investimento, e super segura. E vale lembrar que hoje, deixar o dinheiro em CDI por si só já rende pouco mais de 1% ao mês, nada mal para um cenário tão nebuloso.

Em relação às ações e títulos que estou comprando, deixarei algumas ideias no meu Instagram @vmiziara

Um abraço e até dia 1 de novembro, quando volto a escrever já com o cenário presidencial definido.

AVISO: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do E-Investidor.

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