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Comportamento

O macaco de Wall Street? Conheça a história de 2 primatas investidores

Experimentos com os primatas mostram que a sorte pode ser um fator para ter sucesso nos investimentos

Por Luiz Felipe Simões

29/01/2021 | 8:58 Atualização: 29/01/2021 | 8:58

Já imaginou uma carteira montada por um macaco com sorte?
(FOTO: Sean Pavone Photo)
Já imaginou uma carteira montada por um macaco com sorte? (FOTO: Sean Pavone Photo)

Pode chamar o lobo, o touro e o urso. Quando o assunto é investimento, quem manda são os macacos. Sim, você leu certo: macacos. Algumas vezes os animais nascem com um certo tipo de dom. Quem se lembra do polvo Paul, que adivinhava o ganhador dos jogos da Copa do Mundo de 2010?

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Já imaginou ver o seu portfólio, onde você teve todo o trabalho de analisar e escolher as ações, ser derrotado por uma carteira montada por um macaco com sorte?

Hoje vamos contar a história de dois primatas que não só montaram um fundo de ações e também um índice, como também deram um show de rentabilidade em muito investidor profissional.

Fundo do Macaco Russo

Em 2008, a revista russa Finanças começou um experimento em que uma macaca, conhecido coma Lusha, selecionou aleatoriamente um portfólio de investimentos em ações russas. Ela escolheu oito empresas dentre trinta possíveis para investir um milhão de rublos, o equivalente a US$ 13,19 mil. Os principais executivos da época foram convidados a fazer o mesmo.

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Para selecionar as empresas, Lusha recebeu vários cubos representando diferentes empresas. Em seguida, era perguntada onde gostaria de investir seu dinheiro. Por coincidência, suas principais escolhas foram ações de bancos.

Após uma década é que veio a maior surpresa: o portfólio de Lusha havia rendido incríveis 750%. Segundo os especialistas, a macaca teria embolsado um milhão de rublos em dividendos e o patrimônio do seu fundo aumentou em 650%, passando de 1 milhão de rublos para 7,5 milhões (US$ 99.150). Com esse resultado, Lusha desbancou 94% dos gestores de fundos russos.

Segundo o ex-editor chefe da revista Finanças, Oleg Anisimov, o resultado não se deu apenas pelo brilhantismo da macaca, mas também pelo fato de que seu portfólio ser isento das “despesas” do fundo de investimento unitário.

Monkeydex

Antes mesmo de Lusha consagrar-se como investidora, os EUA fizeram um experimento parecido. Desta vez com Raven, um macaco que atualmente detém o recorde do Guinness de chimpanzé mais bem sucedido de Wall Street.

Em 1999, Raven, que havia participado do filme Babe: O Porquinho Atrapalhado (1995), tinha a seguinte missão: lançar 10 dardos para selecionar 10 empresas do boom da internet dentre as 133 disponíveis.

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Após errar algumas vezes, Raven fechou as 10 ações e assim foi criado o índice Monkeydex. No mesmo ano, o portfólio do chimpanzé obteve um retorno de 213%, superando mais de 6000 investidores profissionais de Wall Street.

Segundo Roland Perry, editor da Internet Stock Review, um dos responsáveis pelo experimento, Raven quadruplicou a performance do índice Dow Jones e dobrou o desempenho do índice Nasdaq.

Contudo, como quase tudo que é baseado no acaso, os resultados obtidos por Raven não se mantiveram. Em agosto de 2020, oito meses após o recorde, seu portfólio estava em queda de 34%, enquanto o Nasdaq acumulava alta de 3,37% no ano.

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