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Comportamento

NFTs: moda passageira ou um novo paradigma de arte e investimento?

Conheça a opinião de seis especialistas do mercado cripto sobre o assunto

Por Luiz Felipe Simões

16/09/2021 | 9:29 Atualização: 16/09/2021 | 11:21

NFT da coleção Bored Ape Yacht Club (FOTO: Reprodução/ Bored Ape Yacht Club)
NFT da coleção Bored Ape Yacht Club (FOTO: Reprodução/ Bored Ape Yacht Club)

Os NFTs (tokens não fungíveis) têm dado o que falar. Na semana passada, um conjunto de 107 obras da coleção Bored Ape Yacht Club, com imagens de macacos, foi vendido por US$ 24,4 milhões em uma venda on-line na casa de leilões Sotheby’s.

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A Bored Ape Yatch Club é uma das coleções mais valiosas de NFTs da atualidade, composta por um total de 10 mil macacos gerados por código de computador. O acervo é estimado em US$ 557 milhões, segundo a plataforma Coinmarketcap.

A plataforma de negociação de artes digitais OpenSea, uma das maiores do mundo, registrou de janeiro até agosto de 2021 mais de US$ 4 bilhões nas vendas anuais de NFTs. Nos 12 meses do ano passado, o valor arrecadado foi de US$ 24 milhões. A febre está tão grande que até a Visa adquiriu uma obra de arte digital. No dia 23 de agosto, a companhia anunciou em seu perfil do Twitter a compra do CryptoPunk número #7610 por US$ 150 mil, algo em torno de R$ 778,17 mil na cotação atual.

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Já no Brasil, a atriz Vera Fischer leiloou uma foto antiga dela, o SBT colocou à venda momentos marcantes do apresentador Silvio Santos e até o influenciador Felipe Neto lançou uma plataforma de negociação 100% brasileira. Na segunda-feira (13), a artista e programadora brasileira Monica Rizzolli arrecadou 1.623 Ether, cerca de US$ 5,38 milhões em um leilão de NFTs feito na plataforma Artblocks.

Mas, afinal, os NFTs são uma moda passageira ou são um novo paradigma de arte e investimento? Seis especialistas do mercado cripto dão suas opiniões sobre o assunto.

Bernardo Quintão, especialista do Mercado Bitcoin

“Eles vieram para ficar. Só em agosto, a OpenSea, uma das maiores plataformas de NFT do mundo, gerou vendas de mais de US$ 3 bilhões, aproximadamente R$ 15 bilhões. O mercado de NFTs engloba não apenas o mercado de arte digital, mas também de colecionáveis, itens para jogos eletrônicos, itens digitais de luxo, entre outros.

As possibilidades são imensas e o mercado está apenas começando a explorar novas formas de uso. Há bastante especulação de preço em torno de alguns projetos, o que pode ser negativo no curto prazo, porém há bastante valor sendo gerado para sustentar o mercado como um todo a médio e longo prazo.”

João Marco Cunha, gestor de portfólio da Hashdex

“Os NFTs são uma nova tecnologia cujas possíveis aplicações vão além do que podemos imaginar hoje. Até agora, uma das aplicações que mais ganhou tração foi a de colecionáveis digitais, movimentando grandes valores financeiros e atraindo grandes marcas e personalidades.

Da mesmo forma que algumas transações no mercado de colecionáveis tradicionais parecem não fazer sentido para o grande público, esse padrão é observado no mercado de colecionáveis digitais, potencializado pelo fato de a maioria da população não entender o conceito de propriedade de algo que só existe no mundo digital.

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O mercado de colecionáveis existe há séculos e comunica-se com algo bastante arraigado na natureza humana, e os NFTs colecionáveis seguirão ganhando espaço no mercado. O que existe agora é apenas uma fração do potencial. Quando pensamos nos NFTs de forma mais ampla, o espaço para crescimento, dado que essa tecnologia pode revolucionar a forma como registramos e negociamos a propriedade de quase tudo, é enorme.”

Rodrigo Monteiro, diretor executivo da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto)

“É cedo para dizer, é difícil saber se trata-se de algo de nicho, algo passageiro e de um mercado restrito, ou se de fato é uma tendência que veio para ficar e será um mercado para arte, para entretenimento e esportes com um crescimento abrangente daqui para frente.

Particularmente, me parece que os NFTs só vão ganhar escala e crescer para além de algo de nicho, quando os suportes para exibição estiverem mais definidos. Quando você compra uma obra de arte como uma escultura ou um quadro, o suporte, ou seja, onde você vai exibir, seja uma parede, um muro, ou mesmo um ambiente de exposições, já é definido e prático.

Os NFTs carecem de plataformas eletrônicas hoje. Você vai exibir sua coleção de arte, de insígnias, de tokens em uma tela, ou mesmo ambientes virtuais. E esse tipo de suporte não me parece ter pegado ainda, um bom exemplo disso são os porta-retratos virtuais, já que as pessoas continuam utilizando os modelos impressos, mas os digitais não são utilizados em larga escala.”

Orlando Telles, diretor de research da Mercurius Crypto

“Qualquer mercado tende a ser promissor como um novo paradigma se ele tem capacidade de gerar eficiência dentro do mercado tradicional. No caso dos NFTs, estamos avaliando justamente a ideia de tokens não fungíveis e que integram vários leques do mercado. Eu classificaria os principais casos de uso dos NFTs no universo de metaverse, que é o mercado de entretenimento em cripto.

Atualmente, tanto para a indústria das artes quanto a dos games, que são duas das maiores indústrias do mundo, os NFTs resolvem diversos problemas. No caso dos games, a nova tecnologia proporciona a criação de modelos de negócios “play to earn”, nos quais os jogadores podem jogar, e dentro da economia do próprio jogo, desenvolver e criar itens, assim como a compra e venda dos mesmos.

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Para você ter noção, o principal expoente dessa modalidade, o jogo Axie Infinity, teve apenas no mês de julho um volume operado em sua plataforma de mais de US$ 122 milhões.

No mercado das artes, basicamente quando pensamos em artes na blockchain, estamos retirando a possibilidade de falsificações, dado que conseguimos rastrear todo o processo do mercado e também construir um modelo de negócios com uma capilaridade maior, no qual os artistas podem divulgar seus trabalhos sem precisarem de uma grande galeria para exporem suas peças, e atingirem o grande público.”

Marco Jardim, diretor de tecnologia blockchain da Investtools

“Acho que os NFTs, como estamos vendo hoje, realmente são uma moda passageira, como muitas outras modas que vimos no mundo cripto. Tivemos um ciclo aí, há uns dois anos atrás, que foi a moda dos ICO’s.

Hoje em dia, se olhar em volta, não temos mais ICO’s. Mas, dentro daquela moda também tinha um paradigma que veio pra ficar. No caso dos ICO’s era a demanda das pessoas e negócios pela tokenização de ativos. E é importante dizer que não é necessariamente ruim alguma coisa ser moda. A única coisa ruim (que também vimos com os ICO’s) é que se formam bolhas, porque as pessoas superestimam o que existe naquele momento, e essa bolha uma hora estoura.

No caso do NFT vai ser a mesma coisa. As pessoas estão colocando milhões em obras de arte entre outras coisas e isso vai estourar em algum momento. Hoje talvez valha bastante, mas no futuro não vai valer muito. O que vai ficar para além disso é a necessidade que temos de certificados e registros não monetários. É a necessidade de se ter softwares que aproveitam esses certificados para poder dar acesso, ou exclusividade, ou garantir que alguém realmente é dono de algo.”

André Franco, especialista de criptomoedas da Empiricus

“Eu tenho pensado bastante nessa lógica de NFT e eu acho que estamos vivendo uma espécie de bolha nesse momento, mas de nenhum ponto eu vejo que isso não vai durar por algum tempo, no sentido de que podemos ver uma queda nos preços, um arrefecimento do mercado.

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Você vê que esse cara que tem dinheiro quer se estabelecer como uma pessoa elitizada dentro do mundo digital e talvez a melhor forma de você fazer isso hoje é comprando NFTs. Quando vemos pessoas gastando milhões de dólares em artigos de luxo, percebemos esse senso de grupo, de comunidade, de elitismo, e isso de uma forma tem se propagado, tem sido facilitado pela blockchain com os NFTs.

Por ora, veremos vários projetos milionários sendo vendidos, no longo prazo alguns desses negócios vão ficar realmente como as grandes evoluções e de fato carregar todo o potencial desse mercado. Já vimos isso em 2017 com as criptos. Muitas delas sobreviveram e hoje são grandes plataformas.”

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