• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

Conheça a trader ‘obcecada com a inflação’

Da atual geração de traders nos EUA e na Europa, muitos tiveram pouca experiência com os riscos da inflação

Por E-Investidor

18/12/2021 | 5:00 Atualização: 17/12/2021 | 18:37

A atual geração de traders nos EUA e na Europa, muitos tiveram pouca experiência com os riscos da inflação. Foto: Envato
A atual geração de traders nos EUA e na Europa, muitos tiveram pouca experiência com os riscos da inflação. Foto: Envato

(Liz Capo McCormick*, WP Bloomberg) – Entre a atual geração de traders nos Estados Unidos e na Europa, muitos tiveram pouca experiência lidando com os riscos da inflação. Esse não é o caso de Semin Soher Power.

Leia mais:
  • Como ficam os investimentos com a Selic a 9,25% ao ano
  • Como proteger o patrimônio no exterior?
  • O que é trader? Veja os riscos e as vantagens da profissão
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nascida em Istambul, a chefe do setor de negociação de inflação do Bank of Ireland, de 44 anos, disse que ter passado por muitas crises financeiras e períodos de hiperinflação na Turquia deram a ela uma educação precoce sobre os efeitos dos preços disparando no mundo real.

“Crescer em Istambul provavelmente explica por que sou tão obcecada com a inflação”, disse Semin em uma entrevista por telefone. “Lembro até mesmo de na minha infância, minha avó receber os amigos em casa e os temas das conversas não serem moda ou fotos, mas a melhor maneira de economizar, porque havia uma inflação de dois dígitos. Eles diziam coisas como ‘Isso, vamos comprar ouro’ e todos meio que economizavam com ativos reais, incluindo imóveis e moedas estrangeiras.”

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A moral dessa história? Sempre escutem suas avós. A experiência de Semin com a avó ajudou a abrir seus olhos para a inflação e acabou por aprimorar suas habilidades de se proteger dela. Ela e os colegas alertaram corretamente em um panorama a respeito de 2021 que as pressões inflacionárias de custo, que estavam se formando no lado da oferta, seriam acompanhadas por pressões de preços vindas do lado da demanda, conforme as economias se reabrissem.

Isso mostrou-se verdade e ajudou a elevar os indicadores de inflação do mercado de títulos – conhecidos como breakevens (preços de equilíbrio) – como eles haviam previsto.

Com investidores em todos os lugares hiperfocados na inflação agora, Semin e sua equipe têm recebido muito mais perguntas espontâneas de clientes do que nos anos anteriores, com dúvidas em relação às perspectivas da equipe para pressões de preços e como se proteger melhor da exposição à inflação. A participação em seus webinars regulares aumentou.

Uma combinação sem precedentes de políticas fiscais e monetárias simples para impedir que a pandemia induzisse uma severa retração econômica global ajudou a estabelecer as bases para preços mais altos. À medida que os países começaram a reabrir, a forte demanda deparou-se com cadeias de suprimentos enfraquecidas, escassez de mão de obra que gerou aumentos salariais e aumento dos custos de energia.

Publicidade

Semin começou a trabalhar no setor de negociação de inflação do banco em 2018, na área corporativa e de mercados, e contratou dois colegas. Naquele momento, a inflação estava baixa há anos e não era uma ameaça iminente.

“Em 2018, as pessoas ainda tinham a mentalidade de que depois de sair da crise financeira global não havia inflação e não precisávamos nos preocupar com isso”, disse Semin, que trabalhou anteriormente como gestora de carteiras na Amundi, em Dublin, e no DenizBank, em Istambul. “Mas neste ano as pessoas realmente começaram a olhar para sua exposição à inflação e como poderiam se proteger dela – até na Europa, depois que o Banco Central Europeu mudou sua meta de inflação de abaixo, mas perto de 2%, para um simétrico objetivo de 2%.”

Na esteira dessa nova onda de inflação, muitos bancos centrais se tornaram linha-dura ou começaram a sinalizar uma mudança chegando. No curto prazo, Semin e seus colegas acreditam que uma correção da parte negativa é provável agora que o tom do Federal Reserve (Fed) também se tornou mais agressivo.

No início do mês, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que o banco deveria considerar reduzir a compra de títulos em um ritmo mais rápido – até mesmo encerrando as aquisições antes do final de meados de 2022, prazo estipulado inicialmente. Isso daria ao Fed a opção de aumentar as taxas em 2022. Os traders estão botando na balança os custos de uma possível mudança por volta de junho.

Publicidade

Uma nova compreensão da inflação dos EUA pode colocar ainda mais pressão sobre o Fed para diminuir a flexibilização da política. De acordo com a Bloomberg Economics, o Índice de Preços ao Consumidor de novembro mostrará a taxa de inflação mais veloz desde 1982.

A mudança de direção do Fed, que contou com Powell dizendo ao Congresso americano que era hora de retirar o termo “transitório” ao falar da inflação, fez com que as medidas do mercado de títulos sobre as pressões de preços futuros caíssem rapidamente. A chamada taxa de breakeven de cinco anos, que estima onde os traders esperam que os preços ao consumidor fiquem na média nos próximos cinco anos, flutua em cerca de 2,9%, ante um pico de 3,25% em novembro.

Os comentários de Powell sugerem que os breakevens têm mais espaço para cair, disse Soher Power.

“Agora o Fed está decidido por uma redução mais rápida e aumentos de taxas alocados de forma desigual”, disse ela. “E no ano que vem, a política fiscal dos EUA será contracionista. Os breakevens devem corrigir mais e os preços dos ativos de risco talvez caiam.”

Publicidade

Uma nova queda nos indicadores do mercado de títulos não significa uma reversão ao momento anterior à pandemia e a inflação voltando para debaixo do tapete para sempre, afirmou Semin, que também é integrante do 100 Women in Finance, grupo criado em 2001 para empoderar as mulheres a avançar no setor financeiro.

“A tendência de longo prazo será muito mais equilibrada agora com a inflação, com as pessoas continuando a colocar na balança um prêmio de risco de inflação positivo”, disse ela. “A demanda por hedge de inflação continuará existindo.”

Tradução: Romina Cácia

*Philip Tabuas e Sophie Caronello contribuíram com esta reportagem.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crise
  • Inflação
  • Riscos
  • Trader
Cotações
10/01/2026 3h32 (delay 15min)
Câmbio
10/01/2026 3h32 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    CDBs do Banco Master: o que fazer agora para receber mais rápido o pagamento do FGC

  • 2

    CDBs do Banco Master: a peça que está impedindo o FGC de pagar os investidores

  • 3

    Garantia de CDB do Master está em risco? Veja perguntas e respostas para investidores

  • 4

    Carteiras recomendadas para janeiro de 2026

  • 5

    IPCA de dezembro vira o jogo dos juros? Inflação pode decidir quando a Selic começa a cair em 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: 12 cidades que têm saque calamidade liberado até janeiro de 2026
Logo E-Investidor
FGTS: 12 cidades que têm saque calamidade liberado até janeiro de 2026
Imagem principal sobre o Aumento da passagem em SP: como fica a integração?
Logo E-Investidor
Aumento da passagem em SP: como fica a integração?
Imagem principal sobre o Lotomania: saiba quais são as chances de acertar os 20 números sorteados
Logo E-Investidor
Lotomania: saiba quais são as chances de acertar os 20 números sorteados
Imagem principal sobre o Idosos devem cumprir este requisito para conseguir o BPC em 2026
Logo E-Investidor
Idosos devem cumprir este requisito para conseguir o BPC em 2026
Imagem principal sobre o Quem antecipou o saque-aniversário tem direito ao saque do saldo retido do FGTS? Entenda
Logo E-Investidor
Quem antecipou o saque-aniversário tem direito ao saque do saldo retido do FGTS? Entenda
Imagem principal sobre o Dupla Sena: como funciona a distribuição do prêmio nos dois sorteios?
Logo E-Investidor
Dupla Sena: como funciona a distribuição do prêmio nos dois sorteios?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: edição irá distribuir mais de R$ 22 milhões ao longo do ano
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: edição irá distribuir mais de R$ 22 milhões ao longo do ano
Imagem principal sobre o Estas dicas podem ajudar a refrescar a casa no calor, sem gastar com ar-condicionado
Logo E-Investidor
Estas dicas podem ajudar a refrescar a casa no calor, sem gastar com ar-condicionado
Últimas: Comportamento
Aposta de US$ 30 mil vira mais de US$ 400 mil após captura de Maduro e levanta suspeitas de insider trading
Comportamento
Aposta de US$ 30 mil vira mais de US$ 400 mil após captura de Maduro e levanta suspeitas de insider trading

Conta criada dias antes investe em cenário visto como improvável e reacende debate sobre insider trading em mercados de previsão

07/01/2026 | 10h22 | Por Sasha Rogelberg, da Fortune
Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda
Comportamento
Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda

Prêmio de revenda da Birkin encolhe, marca o fim do superciclo do luxo e frustra a aposta da Geração Z em bolsas como investimento

04/01/2026 | 06h30 | Por Sasha Rogelberg, da Fortune
Poucos investidores copiam minha estratégia de investimento “porque ninguém quer enriquecer lentamente”, diz Warren Buffett
Comportamento
Poucos investidores copiam minha estratégia de investimento “porque ninguém quer enriquecer lentamente”, diz Warren Buffett

Às vésperas da aposentadoria, o megainvestidor explica por que o investimento em valor exige paciência e vai na contramão da era do enriquecimento instantâneo

02/01/2026 | 09h39 | Por Sydney Lake, da Fortune
Como os ricos continuam ricos? Conheça a vida discreta dos milionários
Comportamento
Como os ricos continuam ricos? Conheça a vida discreta dos milionários

De Warren Buffett a empreendedores anônimos, milionários explicam por que gastar menos e viver de forma simple é a parte central da construção de patrimônio

01/01/2026 | 06h30 | Por Eleanor Pringle, da Fortune

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador