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Criptomoedas

Bitcoin estaciona, mas mercado espera novo rali de alta. Até onde chega?

Ativo digital bateu a casa dos US$ 52 mil na última semana. Confira a expectativa dos especialistas

Por Isaac de Oliveira

22/02/2024 | 13:02 Atualização: 23/02/2024 | 10:43

O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)

O bitcoin entrou em uma nova onda positiva e alcançou o patamar de US$ 52 mil na última semana. Desde então, parece ter estacionado nessa faixa de preço. O otimismo do mercado, contudo, permanece. Há quem veja o criptoativo renovando altas, inclusive, quebrando o recorde histórico de cotação ainda em 2024.

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Para especialistas, a alta recente do bitcoin se deve, sobretudo, a movimentos relacionados a ETFs (fundos de índices negociados em bolsa) do criptoativo no mercado norte-americano.

“A atual subida do bitcoin está atribuída, principalmente, ao fluxo negativo do ETF GBTC da Grayscale, que vem passando por uma redução constante devido às altas taxas. Paralelamente, o interesse nos ETFs da BlackRock e da Fidelity está crescendo, enquanto os investidores retiram fundos do GBTC. Esse movimento está equalizando o fluxo de entrada e saída de ativos, impulsionando ainda mais o preço do bitcoin”, contextualiza André Franco, head de Research do Mercado Bitcoin.

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Por volta de 12h30 desta quinta-feira (22), a principal criptomoeda do mundo em valor de mercado era negociada a US$ 51.309,57, em alta de 0,68% no acumulado das 24 horas anteriores e recuo de 2,22% na variação dos últimos sete dias.

O bitcoin vai continuar subindo?

O recorde histórico do bitcoin aconteceu em novembro de 2021, quando a criptomoeda rompeu a barreira dos US$ 69 mil. Considerando esse teto, especialistas acreditam ser possível voltar a esse patamar. Embora a expectativa seja positiva, todas as fontes reconhecem que alguns momentos de queda podem se interpor nessa trajetória rumo ao recorde. Isso acontece porque o bitcoin está sujeito a alta volatilidade.

Além disso, após registrar altas, é comum que haja eventos de realização de lucros até que volte a subir novamente. “O mercado sobe por ondas. É normal ficar lateral durante um tempo”, afirma Rodrigo Cohen, analista CNPI e co-fundador da Escola de Investimentos, sobre o bitcoin ter estacionado na faixa de US$ 52 mil.

Theodoro Fleury, gestor e diretor de Investimentos da QR Asset, concorda que o bitcoin vai continuar subindo, mas faz uma ressalva quanto à força das próximas altas, uma vez que a criptomoeda “já subiu bastante nos últimos 12 meses”. “Mesmo que vá continuar subindo, é natural que continue com uma volatilidade um pouco maior, com uma sequência de altas e baixas”, diz Fleury.

Até onde vai o preço do bitcoin?

Os especialistas são reticentes a citar preço-alvo ou uma data em que o bitcoin poderá atingir seu All Time High (ATH), ou seja, seu recorde de preço. Todos, porém, são unânimes de que o teto de US$ 69 mil deve ser atingido ainda em 2024.

A ressalva em citar valores e datas deve-se à proximidade do halving neste ano. Este é um evento sazonal, que ocorre a cada quatro anos, quando há uma redução da disponibilidade de bitcoins no mercado. Tal fato tende a influenciar nos preços do ativo. Contudo, para os especialistas, seu efeito já está precificado.

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Fleury, da QR Asset, observa que historicamente o bitcoin tem seus melhores momentos no período entre alguns meses antes do halving e nos 12 meses seguintes. Ou seja, até o começo de 2025 há chances de o bitcoin performar bem, dado o padrão histórico.

Ele acredita que o bitcoin tende a continuar para cima e pode bater próximo de US$ 100 mil dólares entre o meio e o final de 2025. “Não vai ser uma linha reta para cima. Vai ser volátil. Em 2017, quando subiu quase 1.000%, o bitcoin teve uns momentos de queda de 30% a 35% no meio do caminho”, adverte.

  • Leia mais: Corretoras cripto brasileiras vão para o exterior antes de boom do bitcoin

Franco, head de Research do Mercado Bitcoin, está otimista quanto à quebra de recorde de preço ainda em 2024. Em sua visão, há um fluxo de ETF positivo e uma expectativa de que após o halving, ou eventualmente até antes, o bitcoin possa chegar aos US$ 70 mil.

José Artur Ribeiro, da CEO da Coinext, aponta, por sua vez, que após a demanda crescente por bitcoin é possível haver algum momento de correção, levando o ativo para patamar próximo de US$ 46 mil. “Mas após o halving, somado ao aspecto macroeconômico e juros nos Estados Unidos caindo, o bitcoin pode ultrapassar o ATH e chegar a patamares de US$ 72 mil ainda neste ano”, afirma Ribeiro.

O bitcoin vale o investimento?

Embora tenha passado por um momento recente de alta, Cohen, da Escola de Investimentos, não descarta o investimento no bitcoin. O analista CNPI adverte que já viu muitos investidores deixarem de aportar, julgando que o “melhor momento” já havia passado.

“Vi gente dizendo: ‘Não comprei quando estava a US$ 3 mil, a US$ 10 mil, a US$ 20 mil, vou comprar agora a US$ 40 mil?’ Resultado é que agora está em US$ 50 mil”, recorda Cohen. “Não é bom comparar (preço) próximo do topo, porque você não sabe se vai começar a cair. Como qualquer investimento, o ideal é fazer por partes. Ou seja, ir comprando aos poucos, para não pegar um preço só”, aconselha.

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