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Educação Financeira

Férias, 13º e apostas no horário de almoço: como a epidemia das bets afeta empresas

Saída de educação financeira passa pelas empresas, que reconhecem o problema, mas ainda não estão tomando uma atitude

Por Luíza Lanza

19/02/2025 | 18:20 Atualização: 19/02/2025 | 18:21

A relação com as apostas online, as bets, se tornou uma preocupação nacional. (Foto: Adobe Stock)
A relação com as apostas online, as bets, se tornou uma preocupação nacional. (Foto: Adobe Stock)

O impacto das bets na saúde financeira e psicológica dos brasileiros entrou de vez na pauta. No fim do ano passado, até o governo federal começou a discutir medidas de redução de danos de um problema que parece estar se tornando uma verdadeira epidemia, impulsionado pelo fácil acesso às plataformas, divulgação de influenciadores e a vontade de enriquecer rapidamente.

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Mas uma pesquisa inédita realizada pela Creditas Benefícios, em parceria com Wellz by Wellhub e Opinion Box, divulgada na terça-feira (18), avaliou esse problema sobre um outro ponto de vista: o das empresas. Os dados mostram que 53% dos gestores e profissionais de RH já perceberam colaboradores em dificuldades financeiras por causa de apostas. 47% dos entrevistados disseram ainda que o envolvimento dos funcionários com bets aumentou nos últimos anos.

A pesquisa ouviu 405 pessoas em cargos de gestão ou profissionais de RH de empresas com mais de 100 funcionários, entre novembro e dezembro, em todas as regiões do País.

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Para a Creditas, o tema das bets acendeu na mesma janela de tempo que o da inteligência artificial (IA). Esse segundo tópico, no entanto, vem sendo amplamente abordado dentro das empresas, enquanto o primeiro ainda é lido como um problema pessoal dos funcionários. Apenas 6% das instituições abordaram o tema por meio de treinamentos, workshops ou outras ações de comunicação interna.

Mas isso não significa que o problema esteja fora do próprio ambiente de trabalho. 54% dos gestores afirmaram que os colaboradores aproveitam a pausa do expediente para apostar. Outros 50% disseram que os funcionários utilizam os valores referentes a férias e 13º salário em bets.

O resultado disso, segundo o estudo, é uma piora na saúde mental e física dos colaboradores (66% das respostas) e queda de produtividade (59%), podendo se refletir, em menor grau, em aumento da rotatividade (21%), queda da reputação da empresa (16%) e até diminuição do fluxo de caixa (7%).

“Essa pesquisa serve como um alerta para que as organizações abordem proativamente esse tema entre os funcionários. Ao implementar estratégias abrangentes que incluam educação financeira, apoio e comunicação aberta, as empresas podem mitigar os impactos negativos do jogo e promover um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo”, explica Guilherme Casagrande, educador financeiro da Creditas.

Problema de educação financeira

A pesquisa da Creditas reforça um dado que vem aparecendo em outros estudos recentes do tema: o brasileiro não sabe diferenciar um jogo de azar de um investimento.

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Na última semana, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou um relatório de pesquisa sobre a tomada de decisão de investidores em pirâmides e apostas esportivas. O mapeamento concluiu que participantes expostos a um estímulo para influenciar, de forma subconsciente, seu comportamento em apostar (técnica conhecida como priming), estão mais dispostos a investir em pirâmides do que em investimentos regulares. Na outra ponta, aqueles com maior conhecimento financeiro estão menos dispostos a cair nesse tipo de esquema.

É o conhecimento de finanças básicas que auxilia na prevenção de golpes financeiros. O que incluiu um preparo maior para entender os riscos de se expor a jogos de azar. Por isso, em todos os estudos, a educação financeira é apontada como a principal saída para reduzir os dados causados pela popularização das bets.

Do lado das empresas, a conclusão da Creditas é que programas que unam saúde financeira e psicológica, abordando de forma segmentada entre os diferentes públicos de funcionários os dois temas, podem ser boas saídas. 77% dos entrevistados no estudo afirmaram que a falta de apoio psicológico pode agravar o impacto do vício em apostas nas relações de trabalho. Outros 85% concordam que as empresas deveriam priorizar o bem-estar financeiro dos funcionários, e a grande maioria (80% e 79%, respectivamente) acredita que programas de apoio psicológico e de educação financeira poderiam ajudar a prevenir o aumento deste comportamento no ambiente de trabalho.

“A alta capacidade de gerar dependência faz das apostas, bets e jogos de azar – reconhecidos no DSM-5 como ‘Gambling Disorder’ – um problema de saúde mental grave, que pode levar a consequências extremas, incluindo o suicídio, exigindo tratamento estruturado e suporte profissional. O envolvimento excessivo em apostas e jogos de azar afeta não apenas o indivíduo, mas também todo o seu entorno, reforçando a necessidade de estratégias de prevenção, acompanhamento psicológico e educação contínua”, destaca Ines Hungerbühler, psicóloga e head de estratégia clínica do Wellz.

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