• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Partilha de bens: gastos com herança e divórcio podem cair 80% com nova regra; entenda casos

Havendo consenso, mesmo com menores de idade ou incapazes jurídicos será possível fazer a partilha de bens no cartório

Por Janize Colaço

06/09/2024 | 13:21 Atualização: 09/09/2024 | 18:12

Divórcios e heranças podem ficar mais baratos com nova regra do CNJ Foto: Por Vitalii Vodolazskyi em Adobe Stock
Divórcios e heranças podem ficar mais baratos com nova regra do CNJ Foto: Por Vitalii Vodolazskyi em Adobe Stock

Desde o fim de agosto, tornou-se possível fazer a partilha de bens extrajudicialmente, em casos de herança ou de divórcio, mesmo com menores de idade e incapazes legais envolvidos. Em outras palavras, não há mais a obrigatoriedade de que esse processo seja feito na Justiça, existindo a possibilidade de realizá-lo em um cartório. A expectativa é de que a nova regra gere economia de tempo e diferença de até 80% nos custos.

Leia mais:
  • As melhores ações para ganhar dividendos em setembro
  • As principais recomendações de FIIs para investir em setembro
  • INSS: como calcular o valor da aposentadoria e o tempo de contribuição
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a alteração visa “desafogar o Poder Judiciário” dos seus mais de 80 milhões de processos em tramitação. A mudança também atendeu ao pedido do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), que apontava para a falta de padronização nesses processos.

  • Veja também: Usucapião de imóveis: como comprovar a posse e se tornar proprietário?

Leandro Correa, diretor do Colégio Notarial do Brasil (CNB), destaca que a Lei 11.441 passou a permitir, desde 2007, a realização de inventário, partilha e divórcio por via administrativa — isto é, pelos cartórios — desde que houvesse o consenso entre todas as partes. No entanto, quando havia a participação de menores de idade e incapazes jurídicos (artigos 3º a 5º do Código Civil), era necessária a presença do Ministério Público, que ficaria responsável por representar os interesses daqueles que não poderiam responder por si.

Nesses casos, não havia a possibilidade de que a partilha dos bens fosse feita em cartório, mesmo que houvesse concordância sobre a divisão entre todos os envolvidos. Por isso, iam à Justiça. “Pela via judicial, o tempo para homologar um inventário pode chegar a dois anos, mesmo em uma partilha consensual. De maneira extrajudicial, o prazo é bem menor: entre duas semanas e dois meses”, diz Correa.

Custos com partilha de bens na herança e divórcio devem cair

Além de mais agilidade no processo, a nova regra do CNJ também deve reduzir os custos do divórcio e da herança para as famílias. Camila Monzani Gozzi, associada da Pinheiro Neto Advogados e professora de Direito de Família e Sucessões na PUC-SP, explica que quando o processo de partilha é feito no cartório, ainda haverá a necessidade do suporte de um advogado, mas os custos são menores.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo Gozzi, a tabela de custos do cartório é disponibilizada pela Associação Nacional de Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), em que cada estado tem a sua faixa de cobrança de acordo com o patrimônio. Nesse caso, o máximo a ser cobrado é R$ 45 mil em patrimônios superiores à faixa de R$ 35 milhões.

  • Usucapião de herança: como esta enfermeira conquistou um apartamento de luxo em SP

Por outro lado, no processo judicial está fixado um teto de R$ 110 mil para as custas do processo de repartição de patrimônios a partir de R$ 5 milhões. “Infelizmente, o Judiciário tem ficado cada vez mais moroso e caro, sobretudo por conta da fila de processos que há.”

A professora de Direito de Família e Sucessões calculou as diferenças entre os custos da partilha de bens na Justiça e no cartório e aponta que, em alguns casos, a diferença pode chegar a aproximadamente 80% (confira tabela acima). Ela ainda lembra que, por ser mais demorado, e normalmente demandar maiores deslocamentos dos advogados, os honorários para esse tipo de serviço costumam ser mais caros.

Vale lembrar que na partilha de bens e na transmissão da titularidade, seja no processo judicial ou extrajudicial, há a incidência de tributos, como o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). A alíquota é definida por cada estado, mas com a reforma tributária deve passar a ser progressiva de acordo com o patrimônio com teto de até 8%.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • disputa judicial
  • divórcio
  • herança
  • Inventário
  • partilha de bens
Cotações
21/01/2026 21h42 (delay 15min)
Câmbio
21/01/2026 21h42 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde histórico e tem maior alta diária desde abril de 2023

  • 3

    Ibovespa fecha acima de 166 mil pontos e bate novo recorde em meio a cenário externo tenso

  • 4

    Onde investir o ressarcimento do FGC dos CDBs do Master: opções seguras e rentáveis

  • 5

    CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Imagem principal sobre o Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Logo E-Investidor
Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Imagem principal sobre o Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Logo E-Investidor
Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Imagem principal sobre o Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Logo E-Investidor
Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Imagem principal sobre o Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Logo E-Investidor
Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Últimas: Educação Financeira
Liquidação do Will Bank perdoa dívidas de cartão de crédito e empréstimos?
Educação Financeira
Liquidação do Will Bank perdoa dívidas de cartão de crédito e empréstimos?

Encerramento das operações do banco digital trouxe dúvidas entre os clientes quanto aos pagamentos de dívidas; veja o que acontece a partir de agora

21/01/2026 | 14h40 | Por Daniel Rocha
Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?
Educação Financeira
Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

Decisões do BC e Mastercard interrompem serviços da fintech; especialistas explicam como ficam faturas, Pix e dinheiro em conta

21/01/2026 | 13h22 | Por Camilly Rosaboni
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?
Educação Financeira
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?

Com a liquidação extrajudicial, as operações foram interrompidas, mas os saldos seguem protegidos pelo FGC dentro dos limites legais

21/01/2026 | 12h29 | Por Isabela Ortiz
Tenho empréstimo no Will Bank: o que acontece com a minha dívida após a liquidação do banco?
Educação Financeira
Tenho empréstimo no Will Bank: o que acontece com a minha dívida após a liquidação do banco?

Fintech, que pertence ao banco de Daniel Vorcaro, teve sua liquidação extrajudicial decretada pela autarquia nesta quarta-feira (21)

21/01/2026 | 12h08 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador