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Investimentos

“2024 será o ano das ações previsíveis e de dividendos”, diz MSX Invest

Marco Saravalle, analista CNPI-P, enxerga movimento de antecipação de proventos nas empresas brasileiras

Por Katherine Rivas

26/02/2024 | 3:00 Atualização: 27/02/2024 | 18:05

Marco Saravalle,  sócio-fundador da BM&C e
da SaraInvest. (Foto: Divulgação/SaraInves)
Marco Saravalle, sócio-fundador da BM&C e da SaraInvest. (Foto: Divulgação/SaraInves)

Com a possibilidade de a taxa Selic fechar o ano de 2024 no patamar de 9%, ainda existe muita competição no bolso do investidor. A tão esperada migração de investidores da renda fixa para a bolsa de valores não deve ocorrer de forma acelerada. A avaliação é de Marco Saravalle, analista CNPI-P, sócio-fundador da MSX Invest e colunista do E-Investidor.

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Ele destaca que apesar de um cenário mais favorável para o mercado acionário, com a queda dos juros, ainda existem desafios, como condições climáticas que devem afetar o agronegócio, risco fiscal e até desaceleração da China, que pode impactar nas ações de commodities.

Diante disso, Saravalle diz que 2024 ainda será o ano das ações previsíveis, conhecidas por serem boas pagadoras de dividendos. “Eu começaria a me posicionar na bolsa por essas empresas, que devem entregar resultados melhores neste ano”, afirma.

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A queda dos juros também deve beneficiar estas companhias, com a redução de custos. “Elas vão expandir sua lucratividade e vai acabar sobrando mais recursos para distribuir aos acionistas”, diz.

E-Investidor – Em relação a ganhos com valorização de ações. Qual a sua preferência na Bolsa para 2024?

Marco Saravalle – Se olharmos para 2023, as melhores carteiras foram as de ações mais previsíveis. Isso porque o ano passado foi um ano difícil, com a bolsa de valores subindo praticamente apenas em novembro e dezembro. Para quem ficou de fora nessas semanas, o retorno foi ruim. Mas o que aconteceu com as carteiras mais previsíveis? Em meses de queda, essas ações caíram menos e, por isso, em momentos de alta se recuperaram rapidamente. Essas ações já estavam perto do zero a zero e fecharam positivas. Sigo com a recomendação de aumentar a posição em carteiras mais previsíveis. Por exemplo, uma empresa do setor de energia é muito protegida e previsível. Eu sei a receita dela no mês que vem e daqui a três anos. Eu vou errar muito pouco.

Para dividendos, quais companhias podem representar uma boa oportunidade neste ano?

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O Banco do Brasil (BBAS3) acaba se encaixando em várias características de ser um bom pagador de dividendos. É um banco líder no mercado, com atuação em vários negócios e que vem crescendo o seu lucro. Eles também já anunciaram que devem remunerar oito vezes os seus acionistas em 2024. Esse é o tipo de empresa que a gente busca. Portanto, espero no mínimo 9% de dividend yield (retorno em dividendos), mas provavelmente devo revisar essa projeção para cima. É muito difícil que os grandes bancos entreguem um retorno em dividendos semelhante a este.

Além do Banco do Brasil, tem alguma outra empresa que veja como alternativa para dividendos?

Tem as empresas de utilities (serviços públicos), de energia. Se você comprar ações da Taesa (TAEE11), o dividend yield projetado pode que não seja tão forte quanto o do Banco do Brasil. Esperamos um dividend yield de 6% para 2024. Contudo, a Taesa é uma companhia de transmissão de energia, muito previsível. Então esse tipo de empresa tem que estar na sua carteira de dividendos.

Para quem segue uma estratégia voltada para dividendos, não vale a pena ter Petrobras na carteira?

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A companhia depende muito do preço do petróleo. Esperamos um dividend yield de 15% neste ano. Dá para ter Petrobras na carteira? Dá, mas o investidor precisa entender que ela vai trazer volatilidade para o portfólio, porque depende de uma commodity e a gente não tem controle nenhum.

Minha perspectiva para o petróleo é que deve ficar próximo do patamar que está sendo negociado, algo em torno de US$ 80. Deve ficar gravitando entre US$ 75 e US$ 85, que é um patamar que gera muito caixa e dividendo para a Petrobras. No resultado operacional de produção que a Petrobras divulgou, os números vieram bons, com a companhia batendo recordes, custos baixos e margens de lucro boas. Caso não elevar a dívida da companhia, os dividendos devem ser iguais ou maiores do que em 2023.

Apesar de todas as mudanças na política de dividendos, reserva de dividendos, a Petrobras ainda vale a pena para quem busca renda?

Sempre tivemos ações da Petrobras (PETR4) e agora estamos aumentando posição na carteira de dividendos. A estatal teve uma série de mudanças, mas estas não foram radicais, no sentido de elevar o endividamento da empresa.

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Entendo que ainda existem dúvidas sobre a política de preços dos combustíveis, mas toda vez que há um descolamento do petróleo internacional, a companhia vai lá e reajusta. Então não estamos muito distantes da paridade de preços internacionais. A política de dividendos também foi alterada, mas é pública, todo mundo conhece. E trouxe mais um benefício que é a recompra de ações. A política de investimentos pode acelerar a transição energética, mas dentro do programa.  É lógico que isso gera dúvidas, mas está dentro do programa da companhia, ela não vai se endividar ou ficar com risco de insolvência. Então tivemos mudanças e acho que o mercado já se adaptou.

Em relação as small caps – empresas com valor de mercado abaixo de R$ 10 bilhões – tem alguma que considere oportunidade para a estratégia de dividendos?

Eu vou destacar duas que são previsíveis, entregaram bons dividendos e devem continuar entregando bons proventos em 2024. As small caps nunca estiveram tão baratas e não vão valorizar neste momento, porque o investidor está cauteloso e vai procurar primeiro as empresas mais conhecidas na bolsa, as blue chips. Quando empresas ficam saudáveis e distribuem dividendos, o provento vai ser de 10%, 15% porque a ação está barata. Eu destaco o Banco Pine (PINE4), que está com um lucro forte e crescendo de forma saudável. Em 2023, o dividend yield foi de 14%, melhor que Itaú, Bradesco, Santander. Outro ativo é a CSU Digital (CSUD3), uma empresa de tecnologia, com um negócio extremamente previsível. A companhia possui contratos de longo prazo e vem crescendo de forma consistente na sua geração de caixa e receita. Esperamos que entregue um dividend yield de 8% para este ano.

Em relação ao fim dos juros sobre capital próprio (JCP) e a tributação de dividendos, acredita que esse risco ficou fora do radar do mercado ou ainda podemos ter desdobramentos em 2024?

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O primeiro ponto é que o investidor não deve sair vendendo suas ações por causa deste assunto, porque ele já está precificado no mercado e pode ser que nem tenha impacto nas empresas, a depender como for aprovado. O segundo ponto é que já estamos vendo algumas empresas acelerando a distribuição de dividendos, porque não sabem como essas mudanças podem vir a ser implementadas. Também vejo um segundo motivo para essas distribuições. Os controladores das empresas passaram muito tempo sem receber um real de dividendos e agora eles querem proventos. Então o investidor precisa olhar a situação do controlador e dos donos. Eles estão precisando de dinheiro? Se sim, pode ser que essas empresas aumentem a distribuição neste ano.

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