• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como recuperar dinheiro do Banco Pleno após liquidação: veja passo a passo do FGC

Os cerca de 160 mil investidores precisam aguardar lista de credores e solicitar garantia pelo aplicativo do Fundo Garantidor de Créditos

Por Isabela Ortiz

18/02/2026 | 10:13 Atualização: 18/02/2026 | 11:30

Fundo Garantidor de Créditos (FGC) será responsável por ressarcir investidores do Banco Pleno até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. (Foto: Adobe Stock)
Fundo Garantidor de Créditos (FGC) será responsável por ressarcir investidores do Banco Pleno até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. (Foto: Adobe Stock)

A liquidação do Banco Pleno S.A. e da Pleno DTVM reacendeu dúvidas entre investidores e depositantes sobre como recuperar o dinheiro aplicado. A resposta passa pelo acionamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mas o pagamento não é automático e depende de algumas etapas formais.

Leia mais:
  • BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição
  • Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Master
  • Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nesta quarta-feira (18), o Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, estendendo o regime especial à Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. Segundo a autoridade monetária, trata-se de um conglomerado de pequeno porte, enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, com 0,04% do ativo total e 0,05% das captações do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Em nota, o BC informou que a medida foi motivada pelo “comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez“, além de “infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações” da autarquia. O órgão acrescentou que continuará apurando responsabilidades e que, nos termos da lei, os bens de controladores e administradores ficam indisponíveis.

A decretação de liquidação extrajudicial, explica Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, é uma medida administrativa aplicada quando a instituição “perde condições de operar de forma regular, seja por problemas de solvência, liquidez ou irregularidades graves”. No caso do Banco Pleno e da Pleno DTVM, isso significa que a instituição deixa de funcionar normalmente e passa por um processo de apuração e encerramento ordenado.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Com a liquidação, entra em cena o FGC, responsável por assegurar depósitos e determinados investimentos, como Certificados de Depósito Bancário (CDBs), até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira.

  • FGC: aprenda a proteger seus investimentos; veja o guia completo

Em comunicado ao mercado, o Fundo Garantidor de Créditos confirmou que o Banco Pleno foi liquidado extrajudicialmente por meio do Ato nº 1.377 e detalhou os próximos passos. De acordo com a entidade, “os pagamentos serão efetuados conforme o Regulamento do FGC e a partir dos dados e valores indicados pelo liquidante (responsável legal indicado pelo Banco Central)”.

O fundo estima que o Banco Pleno tenha cerca de 160 mil credores com depósitos elegíveis, que somam aproximadamente R$ 4,9 bilhões. No entanto, o início dos pagamentos depende da consolidação da lista deles.

“Todos os créditos enquadrados no Regulamento do FGC terão o processo de pagamento iniciado tão logo o levantamento dos dados dos credores seja concluído e disponibilizado”, explicou o fundo.

Trevisan reforça que o primeiro passo para o investidor é entender exatamente qual produto possui e seu enquadramento regulatório. Se forem Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito de Agronegócio (LCAs) ou outros instrumentos bancários cobertos pelas regras do FGC, há garantia de até R$ 250 mil por CPF por instituição, respeitado o teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos. Nesses casos, o investidor deve aguardar as orientações do liquidante e do próprio fundo para habilitação do crédito.

O que fazer agora?

O primeiro passo é acompanhar as comunicações oficiais do FGC. A entidade orienta que os credores utilizem o aplicativo oficial do FGC, disponível na Apple Store e no Google Play – baixe aqui para iPhone e aqui para Andoid –, para realizar um cadastro básico. Segundo o comunicado, em uma etapa posterior (quando o FGC receber do liquidante a relação definitiva de credores) será possível solicitar a garantia diretamente pelo aplicativo, indicando a conta bancária de mesma titularidade para receber o valor.

O FGC reforça que todas as atualizações serão publicadas em seu site e redes sociais. “Os depositantes e investidores devem acompanhar o processo pelas redes sociais e pelo site do FGC, onde serão disponibilizadas todas as informações e atualizações do processo“, destacou a instituição.

  • saiba mais: XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master

Na prática, o pagamento só começa após a nomeação formal do liquidante e a entrega da base de dados validada. Em casos recentes, como os regimes especiais envolvendo o Banco Master e o Will Bank, o liquidante designado foi Eduardo Feliz Bianchini, da EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda. Só depois da organização da lista de credores é que o FGC pôde iniciar os reembolsos.

O que fazer agora?

O primeiro passo é acompanhar as comunicações oficiais do FGC. A entidade orienta que os credores utilizem o aplicativo oficial do FGC, disponível na Apple Store e no Google Play, para realizar um cadastro básico. Em etapa posterior, quando o FGC receber do liquidante a relação definitiva de credores, será possível solicitar a garantia diretamente pelo aplicativo, indicando conta de mesma titularidade para o depósito.

“Os depositantes e investidores devem acompanhar o processo pelas redes sociais e pelo site do FGC, onde serão disponibilizadas todas as informações e atualizações do processo”, destacou a instituição.

Na prática, o pagamento só começa após a nomeação formal do liquidante e a entrega da base de dados validada. Em casos recentes, como os regimes especiais envolvendo o Banco Master e o Will Bank, o liquidante designado foi Eduardo Feliz Bianchini, da EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda. Só depois da organização da lista de credores é que o FGC pôde iniciar os reembolsos.

Trevisan acrescenta que, no caso de ativos custodiados (como títulos públicos, fundos ou ações registrados em nome do investidor) a situação é diferente. Esses ativos não se confundem com o patrimônio da instituição e permanecem segregados. Em regra, podem ser transferidos para outra instituição.

Por que o Banco Pleno chamou atenção

Antes da liquidação, os CDBs do Banco Pleno (antigo Banco Voiter, que deixou o conglomerado Master em 2025) eram conhecidos pelas taxas agressivas. Em determinados momentos, os papéis chegaram a oferecer entre 165% e 170% do CDI, com alternativas como 21% ao ano ou IPCA + 10%. No próprio dia da liquidação do Banco Master, em 18 de novembro do ano passado, ainda era possível encontrar na prateleira da XP Investimentos títulos do Banco Pleno pagando 165% do CDI, do mercado secundário.

Publicidade

Para efeito de comparação, até o dia anterior anterior à decisão do BC, um CDB pós-fixado do Pleno rendia cerca de 115% do CDI, patamar já elevado em relação à média de bancos tradicionais.

Ofertas tão acima do mercado costumam sinalizar maior risco de crédito. O Banco Pleno é controlado por Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, do Banco Master, e operava com foco relevante na captação via CDBs distribuídos por plataformas.

  • Vitor Miziara: Quem errou de verdade nesso caso Master, corretoras ou o próprio investidor?

Planejamento financeiro e risco de crédito

Para o planejador financeiro CFP Carlos Castro, da Planejar o episódio guarda paralelos com o que foi observado no caso do Banco Master. “O que nós aprendemos já no caso do Banco Master é que um risco de crédito muito grande poderia levar à insolvência tanto da DTVM quanto do próprio banco, que é o que acabou se concretizando agora.”

Castro ressalta que, a partir da decretação da liquidação, os CDBs deixam de render. “Os valores ficam travados e congelados e, a depender do período de demora para o ressarcimento, aquela vantagem de ter 160% do CDI vai se perdendo com o tempo”, ressalta.

Ele orienta que o ponto central, neste momento, é aguardar as autoridades monetárias e seguir o rito oficial.

Publicidade

“Sob a ótica do planejamento financeiro, fica a reflexão sobre investir em títulos privados. Não basta olhar a rentabilidade. De maneira geral, quanto maior a rentabilidade, maior o risco de crédito“, afirma Castro.

Ele destaca ainda que bancos com algum risco de liquidez costumam apresentar indicadores fragilizados, como o índice de Basileia em patamar muito baixo. “Antes de investir, é imperativo que a gente aprenda a avaliar risco de crédito minimamente, tendo como termômetro prêmios muito altos fora do padrão e índice de Basileia muito baixo”, defende.

  • CMN aprova alterações de regras do FGC; veja o que muda para o investidor

Na avaliação do planejador, o caso deve acelerar discussões já em curso sobre as regras de cobertura do FGC e aumentar a conscientização dos investidores. “É uma maneira de o investidor ir aprendendo que não basta olhar rentabilidade. A gente precisa também se proteger contra o risco de crédito na escolha seletiva de títulos privados”, explica.

Quanto é possível recuperar?

O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, considerando o principal aplicado mais os juros acumulados até a data da intervenção ou liquidação. Existe ainda um teto global de R$ 1 milhão por CPF a cada quatro anos, somando todas as instituições cobertas.

  • Quais produtos de investimento o FGC oferece garantia? Veja lista

Investidores com valores acima desse limite passam a figurar como credores da massa liquidanda e dependerão do processo de liquidação para eventual recuperação adicional, o que pode levar anos e não garante integralidade do valor.

Para quem tinha CDBs ou depósitos no Banco Pleno, o caminho é:

  • Aguardar a nomeação do liquidante e a consolidação da lista de credores;
  • Realizar o cadastro no aplicativo do FGC;
  • Solicitar a garantia assim que o sistema for liberado;
  • Indicar uma conta de mesma titularidade para receber os recursos.x’x”

Embora o processo não seja imediato, a cobertura do FGC tende a assegurar a maior parte dos investidores dentro do limite legal. Para quem precisa entender como recuperar o dinheiro no Banco Pleno, o ponto central agora é acompanhar os canais oficiais e aguardar o início formal dos pagamentos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central (BC)
  • banco master
  • banco pleno
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
Cotações
22/02/2026 18h47 (delay 15min)
Câmbio
22/02/2026 18h47 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

  • 2

    A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte

  • 3

    Ibovespa fecha em patamar recorde, acima dos 190 mil pontos, após Suprema Corte derrubar tarifas de Trump

  • 4

    Ibovespa hoje: Vale (VALE3) e Santander (SANB11) saltam mais de 3%; Raízen (RAIZ4) tomba

  • 5

    Ações de óleo e gás para comprar em 2026: BTG elege 2 empresas e deixa Petrobras fora

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Imagem principal sobre o Foi demitido e aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Veja o que fazer
Logo E-Investidor
Foi demitido e aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Veja o que fazer
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Imagem principal sobre o PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Últimas: Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos
Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos

Base de CPFs na B3 cresce 1,25% no primeiro mês de 2026, com ETFs em alta, FIIs ganhando espaço e ações consolidadas nas carteiras

20/02/2026 | 19h57 | Por Igor Markevich
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias
Investimentos
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias

Instituições concentram posição em vencimentos de curto prazo na curva de juros e veem espaço para novo rali

20/02/2026 | 17h28 | Por Arícia Martins
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street
Investimentos
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

Para fundador da Greenlight Capital, David Einhorn, precioso se destaca diante de política comercial de Trump

20/02/2026 | 11h02 | Por Jake Angelo, da Fortune
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos
Investimentos
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos

Desde agosto de 2025, foram 14 emissões de Cédula do Produto Rural que redirecionaram liquidez ao varejo após restrições ao Certificado de Recebíveis do Agronegócio

19/02/2026 | 15h43 | Por Estadão Conteúdo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador