A carteira da Órama, por exemplo, ofereceu um retorno de 6,55% em dezembro, contra 5,38% do Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira. O destaque positivo do mês ficou com Vivara (VIVA3), com 15,2% de alta.
Para janeiro, a corretora fez algumas mudanças nas recomendações, retirando os papéis de Rede D’Or (RDOR3) e Prio (PRIO3), e aumentando a exposição a ações de segmentos econômicos, com a entrada de Allos (ALOS3), do segmento de shoppings, e de Itaú (ITUB4).
A Allos surgiu da fusão entre a Aliansce Sonae e a brMalls, e detém participação em 53 shoppings centers. “No último trimestre, também anunciou desinvestimentos totais e parciais em seis de seus shoppings, somando R$ 1,3 bilhão, com um cap rate médio de 8,1%. As transações reforçam a bem-sucedida estratégia de alocação de capital da Companhia e o seu compromisso com a geração de valor para os acionistas”, destacou a Órama.
A corretora também manteve em seu portfólio a Vale (VALE3), Vivara (VIVA3) e a rede de atacarejo Assaí (ASAI3). Todas as ações possuem o mesmo percentual recomendado, de 20%.
O preço do minério de ferro foi a principal justificativa para manter os papéis da Vale na carteira, segundo o relatório da Órama. “O preço do minério tem declinado, mas ainda se mantém acima da média histórica, de US$ 75 a tonelada. A expectativa é de manutenção neste patamar atual, o que assegura um preço ainda muito bom para a Vale, ampla geração de caixa e capacidade de pagamento de proventos”, destacou a corretora, acrescentando que o robusto pagamento de dividendos semestrais é um “grande atrativo e uma forma de balancear a carteira”.
Confira as ações recomendadas pela Órama para janeiro:
| Ações |
Percentual recomendado |
| Allos (ALOS3) |
20% |
| Itaú (ITUB4) |
20% |
| Vale (VALE3) |
20% |
| Vivara (VIVAR3) |
20% |
| Assaí (ASAI3) |
20% |