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Investimentos

Crises de Braskem (BRKM5) e Ambipar (AMBP3) fazem bonds brasileiros derreterem até 70%; entenda o risco e quem é afetado

Estresse tende a se traduzir em spreads maiores e pressão sobre preços de debêntures e até de títulos soberanos no Brasil; entenda

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Leo Guimarães
Editado por Wladimir D'Andrade

03/11/2025 | 5:30 Atualização: 31/10/2025 | 23:56

Queda dos bonds brasileiros tende a se traduzir em elevação de spreads e pressão sobre preços de debêntures no mercado secundário; crises de Braskem e Ambipar agravam a situação. (Imagem: Andrii Yalanskyi em Adobe Stock)
Queda dos bonds brasileiros tende a se traduzir em elevação de spreads e pressão sobre preços de debêntures no mercado secundário; crises de Braskem e Ambipar agravam a situação. (Imagem: Andrii Yalanskyi em Adobe Stock)

As crises das últimas semanas envolvendo risco de reestruturação de dívida da Braskem (BRKM5) e a recuperação judicial da Ambipar (AMBP3) vêm resvalando no mercado de bonds (títulos) de empresas brasileiras. Companhias classificadas pelas agências de rating com maior risco de crédito, como Oi (OIBR3), Tupy (TUPY3), Rumo (RAIL3)  e a antiga BRF – incorporada pela Marfrig (MBRF3) –, tiveram desvalorização dos seus papéis negociados no mercado internacional.

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As empresas emitem bonds, que são títulos de dívida no exterior, para captar recursos junto a investidores internacionais e diversificar suas fontes de financiamento. Os recursos obtidos servem para refinanciar dívidas, investir em expansão, recompor caixa ou financiar aquisições.

  • Leia mais: Crédito privado vale a pena em 2025? Especialistas alertam sobre riscos com juros altos

Em contrapartida, essas companhias ficam expostas à variação cambial, pois a dívida é lançada em dólar, e à avaliação contínua das agências de rating.

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A queda dos bonds tende a se traduzir, no Brasil, em elevação de spreads – diferença no rendimento entre um título privado e um público – e pressão sobre preços de debêntures no mercado secundário, especialmente das emissões com ratings ou setores correlatos, explica Gabriel Santos, especialista de investimentos de Research e Estratégia da Bloxs.

“Quando há reprecificação negativa nos bonds, é natural que haja uma reverberação nos preços das debêntures locais”, diz.

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Segundo ele,  o mercado de crédito interpreta o recuo dos títulos privados como um sinal de aumento de risco sistêmico ou percepção de calote. “Em outras palavras, o investidor exige maior prêmio de risco para compensar a volatilidade e o spread tende a abrir também aqui”, comenta.

As informações sobre os papéis constam no relatório Latam Bonds Weekly de 17 de outubro de 2025, elaborado pela equipe de Credit Research do BTG Pactual, que acompanha o desempenho semanal dos títulos corporativos latino-americanos negociados no mercado internacional.

Precificação do risco  das próprias empresas

O movimento, no entanto, não implica em risco sistêmico das operações brasileiras e pode ser atribuído aos efeitos dos fundamentos das próprias empresas. Em um mês, por exemplo, as maiores desvalorizações no preço dos bonds vêm, justamente, de Ambipar, Braskem, além de CSN (CSNA3) e Movida (MOVI3).

De uma forma geral, o analista explica que Ambipar registrou uma piora expressiva nos balanços, aumento do endividamento e pedido de recuperação judicial, com dívida superior a US$ 10 bilhões. “Além disso, várias locadoras encerraram contratos de frota antecipadamente, receosas de não receber, o que impactou diretamente suas operações e fluxo de caixa”, comenta Santos, da Bloxs.

  • Leia mais: O prejuízo de quem investiu milhares de reais em COEs da Ambipar com a XP e o BTG

No último mês os títulos de dívida emitidos pela Ambipar no exterior operaram com uma desvalorização de 82% no seu valor de face. Esse desconto passou a atrair investidores que compram bonds nas mínimas na expectativa de ganho a partir da recuperação dos papéis com a reestruturação do passivo da empresa, chamados de investidores abutres.

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No caso da Braskem, a empresa segue pressionada pela questão judicial e ambiental de Alagoas, que pode gerar potenciais passivos bilionários. A CSN, por sua vez, enfrenta margens comprimidas e alavancagem mais alta devido à queda nos preços de aço e minério, enquanto a Movida vem sofrendo com os juros mais altos para captar recursos, o que repercute em margens menores. “Isso levou o mercado a revisar o risco de crédito da empresa”, explica Santos.

  • Veja também: Braskem na mínima em 15 anos: vale a pena investir ou o barato sai caro?

Entre as empresas com classificação de grau de investimento, a Raízen (RAIZ4) é a que mais vem sofrendo no mercado internacional. Na última semana seus títulos emitidos no exterior tiveram desvalorização de 2,7%, chegando a quase 15% no mês. A empresa enfrenta desafios financeiros devido ao alto endividamento e prejuízo bilionário.

No início do mês, a companhia informou que não considera fazer reestruturação de dívida e que mantém posição robusta de caixa, com R$ 15,7 bilhões disponíveis.

Títulos soberanos também sofreram influência

Alguns títulos da dívida soberana brasileira também registram quedas de valor no mercado internacional nas últimas quatro semanas, principalmente nos vencimentos de 2030 a 2037, apesar de valorização na comparação trimestral.

Para Gabriel Santos, essa situação não significa uma visão pessimista sobre o Brasil, mas, sim, uma “reavaliação dos riscos corporativos idiossincráticos, amplificada por um contexto de liquidez global mais restrita”. Na visão dele, o efeito sistêmico acontece apenas na correlação natural entre bonds e debêntures, “refletindo o aumento dos prêmios de risco do País.”

  • Crise de crédito nos EUA acende alerta. Veja o que o investidor deve fazer agora

Até agora, o Brasil é um dos países emergentes que vêm se beneficiando das tarifas impostas pelo presidente americano, Donald Trump. Apesar de ter aumentado a volatilidade nos mercados, estimulou fluxo de investimentos. Em sua carta semanal, a Gramercy Funds Management, empresa de gestão de investimentos dos EUA especializada em mercados emergentes, observa que “mesmo com o dólar estável, os investidores seguem preferindo moedas de países emergentes com juros reais altos”.

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