• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Crise de crédito nos EUA acende alerta. Veja o que o investidor deve fazer agora

Temor de crise bancária nos EUA reacende aversão ao risco. Analistas descartam colapso sistêmico

Por Leo Guimarães

21/10/2025 | 9:58 Atualização: 21/10/2025 | 9:58

Entrada de novos players no mercado de crédito  comprimiram os prêmios de risco. Foto: AdobeStock
Entrada de novos players no mercado de crédito comprimiram os prêmios de risco. Foto: AdobeStock

Após a notícia de que dois bancos regionais americanos – o Zions Bancorp e o Western Alliance Bancorp – reportaram calotes em hipotecas comerciais nesta quinta (16), os temores de uma nova crise de crédito voltaram a assombrar o mercado.

Leia mais:
  • 'Credit crunch': risco de crise de crédito preocupa mercado
  • Rating AAA tem risco? Corrida por papéis isentos cria distorção e crédito privado já paga menos que o Tesouro
  • Corrida por debêntures isentas pressiona taxas antes de votação do IR
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Embora a aversão ao risco tenha tomado as bolsas na última quinta-feira, os analistas descartam risco de colapso como o ocorrido na crise do subprime em 2008. Para o investidor, a estratégia é diversificar e equilibrar exposição entre ativos de risco e reservas de valor. Naquela quinta, as bolsas americanas e brasileira recuaram, mas, nesta sexta (17), fecharam em território positivo.

“A postura de um investidor perante esse aumento de volatilidade é justamente manter a calma e não tomar decisões precipitadas”, diz Bruno Yamashita, analista de Alocação e Inteligência da Avenue. “Quando o investidor já tem uma carteira diversificada e alocada de acordo com o perfil de risco, ele já está protegido. Sair em momento de baixa pode não ser a melhor opção”, opina.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, também defende a diversificação como forma de proteger e equilibrar ativos de risco e reservas de valor. “Embora a saúde dos bancos americanos ainda não dê sinais de enfraquecimento, é sempre importante manter uma postura de diversificação com proteção contra riscos domésticos e setoriais”, comenta.

Mercado de crédito com spreads comprimidos

A crise reacendeu a preocupação com solvência de títulos privados. O mercado global havia se acostumado com spreads baixos, mal precificando o risco de crédito, e agora chegou a hora dos ajustes, diz Alexandre Brito, sócio da Finacap. “O aumento da liquidez e a entrada de novos players no mercado de crédito comprimiram os prêmios de risco, tanto nos EUA quanto no Brasil”, diz. Segundo ele, esse fenômeno levou investidores a aceitar retornos cada vez menores para riscos cada vez maiores. “A tensão atual é, em parte, uma correção dessa distorção.”

A compressão dos spreads e o excesso de otimismo com o crédito também ocorreram por aqui. No Brasil o movimento foi impulsionado pelos títulos isentos e pela corrida para a renda fixa em meio aos juros altos. “O crescimento dos FIDCs e de novas empresas tomaram o espaço antes dominado pelos bancos”, comenta Briot da Finacap. Os FIDCs são os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios, um tipo de investimento em renda fixa que aplica seu patrimônio em valores que empresas têm a receber (como duplicatas, aluguéis e parcelas de cartão de crédito).

A alta da aversão global ao risco afeta mercados emergentes como o Brasil.  Zogbi explica que o contágio via mercado financeiro é chamado de “flight to quality”. Esse vôo para a qualidade acontece quando os investidores globais passam a buscar ativos de proteção e menos voláteis.

Essa movimentação afeta o câmbio, que tende a sofrer pressão de desvalorização por uma eventual fuga de capital. Na bolsa, o risco é o mesmo, com perda de confiança e de apetite por risco que termina afetando primeiro os emergentes.

Crédito saiu dos bancos para gestoras

A nova tensão nos bancos regionais americanos vem do medo de que alguns deles não consigam pagar o que devem (problema de solvência) e de que a qualidade dos empréstimos que eles fizeram esteja piorando. Além disso, há preocupação com empresas que emprestam dinheiro fora do sistema bancário tradicional — o chamado shadow banking — que têm menos regras e supervisão, o que pode aumentar o risco de calote e perdas no mercado.

Publicidade

A crise atual também reflete a mudança estrutural do mercado de crédito nos EUA, marcada pela entrada de gestoras de crédito privado.  “Tanto aqui quanto lá fora houve um crescimento considerável de gestoras especialistas em crédito privado e estruturado”, explica o sócio da Finacap, Alexandre Brito, salientando que as novas estruturas especializadas trouxeram uma redução grande do spread de crédito. Ou seja, o investidor passou a aceitar menos prêmio em títulos privados em relação aos  ativos livres de risco, ou seja, os títulos públicos.

No Brasil o fenômeno foi estimulado pelos juros altos, que estimularam a busca por renda fixa e, no mercado de isentos, há até títulos de empresas de alta qualidade pagando spreads negativos em relação aos títulos do Tesouro.

Embora o epicentro nos EUA sejam as novas gestoras que lançam papéis lastreados em crédito, os bancos regionais acabam entrando pois subscreveram esses títulos. “Quando uma dessas empresas quebra, o efeito dominó chega aos bancos que financiaram ou carregavam parte dessas carteiras”, explica o especialista da Finacap.

Crise de liquidez x crise de solvência

Para Zogbi, há diferenças para o cenário de 2023, quando houve a quebra do banco regional Sillicon Valley Bank (SVB).  Naquele episódio, o problema era de liquidez. “O SVB havia comprado grandes quantidades de títulos de longo prazo a taxas baixas, o que se tornou um problema quando as taxas de juros americanas subiram rapidamente no ciclo de aperto monetário”, relembra Zogby.

O caso agora é de solvência e de qualidade dos ativos, o que deixaria o caso mais parecido com a crise das hipotecas do subprime de 2008. Yamashita, da Avenue, descarta, por equanto, um risco de escalada sistêmica. Ele comenta que a temporada de balanços dos grandes bancos americanos começou na terça-feira (14) com resultados mostrando uma redução na média das provisões. “Isso significa que eles estão vendo um risco de inadimplência menor, demonstra que não é um contágio sistêmico do sistema financeiro americano“, observa.

Publicidade

Para Brito, da Finacap, a questão agora é de reequilíbrio do mercado. Segundo ele, podem haver outras ‘baratas’, mas isso não significa problema sistêmico. “O movimento de realocação para ativos de maior qualidade já é visível tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Esse comportamento é uma forma de correção natural após anos de liquidez excessiva e spreads comprimidos”, observa Brito em relação ao mercado de crédito privado.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • bancos regionais
  • Crédito privado
  • crise bancária
  • Diversificação
  • EUA
  • Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs)
Cotações
14/03/2026 10h14 (delay 15min)
Câmbio
14/03/2026 10h14 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Salários das mulheres param de crescer aos 30 anos – os dos homens continuam subindo

  • 3

    Mercados de previsão avançam e reacendem debate entre bets e setor financeiro

  • 4

    Ibovespa hoje tem 3ª maior queda do ano com IPCA acima do esperado e pessimismo global

  • 5

    Petróleo hoje salta após alerta da maior interrupção de oferta da história; Petrobras (PETR3;PETR4) sobe

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o 13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Últimas: Tempo Real
Telefônica (VIVT3) aprova distribuição de JCP no total de R$ 200 mi; veja quem recebe
Tempo Real
Telefônica (VIVT3) aprova distribuição de JCP no total de R$ 200 mi; veja quem recebe

Segundo a companhia, o pagamento dos proventos será realizado até 30 de abril de 2027

13/03/2026 | 20h08 | Por Camila Vech
Bitcoin opera em alta com inflação nos EUA e regulação de ativos digitais no radar
Tempo Real
Bitcoin opera em alta com inflação nos EUA e regulação de ativos digitais no radar

Investidores esperam que a regulamentação traga regras mais claras para o setor, afirmam analistas do Saxobank

13/03/2026 | 18h24 | Por Darlan de Azevedo
Bolsas da Europa fecham em queda com cautela diante de tarifas e guerra no Oriente Médio
Tempo Real
Bolsas da Europa fecham em queda com cautela diante de tarifas e guerra no Oriente Médio

Investigação comercial pelos EUA, que atinge a União Europeia, o Reino Unido e dezenas de países, também pesa sobre os negócios

13/03/2026 | 15h07 | Por Pedro Lima
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova redução do capital social no total de R$ 4 bi
Tempo Real
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova redução do capital social no total de R$ 4 bi

Acionistas receberão parte do valor dos papéis, com valor calculado com base na posição na empresa em 31 de dezembro de 2025

13/03/2026 | 13h48 | Por Danielle Fonseca

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador