• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Estes ativos podem ser uma alternativa à renda fixa tradicional; veja simulações

Debêntures são ativos de renda fixa de baixo risco, indicadas para investidores moderados e conservadores

Por Mariana Rodrigues

18/06/2024 | 14:23 Atualização: 19/06/2024 | 8:04

Debêntures costumam oferecer remunerações mais altas. (Foto: Envato Elements)
Debêntures costumam oferecer remunerações mais altas. (Foto: Envato Elements)

Embora sejam negociadas por meio da Bolsa de Valores, como as ações, as debêntures são ativos privados de renda fixa que têm baixo nível de risco. Por isso, são indicadas para investidores moderados e conservadores. Elas são uma opção para quem desejam diversificar a carteira de renda fixa e como alternativa aos títulos bancários  como Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs).

Leia mais:
  • O que são debêntures e como investir?
  • Renda fixa: acha IPCA + 6% pouco? Especialistas indicam o “dólar + 5%”
  • 10 ações abaixo de R$ 10 que pagam dividendos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A vantagem das debêntures é que elas podem oferecer um rendimento maior, entre as opções de renda fixa. “Se a gente fizer um contraponto com títulos públicos, as debêntures pagam um prêmio adicional ao investidor para compensar o risco de crédito que eles estão expostos”, explicou Eduardo Lobo, gestor de renda fixa da Somma Investimentos. O risco de crédito é o risco de um emissor não realizar o pagamento no valor e no cronograma previamente acordado.

O investidor deve ainda estar ciente que o preço dos ativos pode variar de acordo com a percepção de valor da dívida de cada companhia. “Então, mesmo sendo ativo de renda fixa no qual as condições de pagamentos são conhecidas previamente, esses ativos estão sujeitos à marcação a mercado e podem ter alguma volatilidade, no período entre a data de emissão até seu vencimento”, afirma Lobo. Para quem quer reduzir esses riscos, é possível encontrar boas oportunidades em companhias de alta qualidade de crédito.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

No entanto, assim como os demais títulos de renda fixa, as debêntures são suscetíveis a riscos de mercado. “Do mesmo jeito que a taxa de juros pode impactar negativamente o valor das debêntures, essa mesma taxa pode impactar positivamente trazendo oportunidades para o investidor se desfazer do papel antes do vencimento com um ágio na venda. Por isso é preciso uma estratégia e paciência”, pontua o gestor da Somma.

As debêntures se tornaram ainda mais atrativas após as restrições na emissão de títulos como LCI e LCA, impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em fevereiro. As medidas acarretaram uma queda na emissão desses papéis. “Com a diminuição das emissões dos títulos bancários isentos, as empresas enxergam nas debêntures uma forma mais barata de emitir uma dívida, de alongar essa dívida em seus balanços e poder remunerar o investidor a uma taxa de juros relevante”, afirma Josias Bento, educador financeiro, especialista em mercado de capitais e sócio da GT Capital.

Debêntures podem ter isenção de Imposto de Renda 

O investidor encontra no mercado dois tipos de debêntures: as tradicionais, que geralmente são indexadas ao CDI, e são tributadas; e as debêntures incentivadas, que oferecem isenção de imposto de renda para o investidor pessoa física. 

Ao avaliar apenas a rentabilidade oferecida, as incentivadas podem parecer menos rentáveis, mas isso é compensado pelo desconto no IR: “As debêntures incentivadas costumam oferecer um prêmio menor investidor, mas como se trata de um ativo isento, é como se elas apresentassem um prêmio adicional de cerca de 2% com relação a um ativo de renda fixa tributável”, explica Lobo.

Para demonstrar o potencial de rendimento de uma debênture, o educador Josias Bento fez uma simulação (veja abaixo), que compara um CBD com 100% do CDI e uma debênture incentivada indexada em CDI +1%. 

Publicidade

Na rentabilidade bruta, a diferença entre o resultado dos dois ativos seria de R$ 50, em um ano. Mas por conta da isenção de imposto de renda a diferença no valor final, nesse período, fica em R$ 180,40.

Uma outra forma de investir em debêntures é por meio de fundos, afirma Eduardo Lobo: “É recomendado montar uma carteira de crédito com uma diversificação grande, para mitigar os riscos. Olhando dessa forma, também são encontradas boas oportunidades nos fundos de investimento em crédito privado, que carregam carteiras diversificadas e podem ou não ter estratégias que oferecem isenção de Imposto de Renda pro investidor pessoa física.”, concluiu.

CDB versus debênture:
Veja a simulação de rentabilidade de uma aplicação de R$ 5 mil.

Publicidade

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Debêntures
  • isenção de impostos
  • Renda fixa
Cotações
29/01/2026 6h17 (delay 15min)
Câmbio
29/01/2026 6h17 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 3

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 4

    Vale com desconto de 36%: o que o preço de holding de Bradespar esconde sobre dividendos e risco

  • 5

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Imagem principal sobre o Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Logo E-Investidor
Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Imagem principal sobre o Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Logo E-Investidor
Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Imagem principal sobre o 5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Logo E-Investidor
Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Imagem principal sobre o IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Logo E-Investidor
IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Últimas: Investimentos
Copom indica queda da Selic em março e mercado se divide sobre tamanho do corte
Investimentos
Copom indica queda da Selic em março e mercado se divide sobre tamanho do corte

Economistas avaliam que tom do comunicado sinaliza início de um ciclo de corte de juros gradual

28/01/2026 | 20h37 | Por Beatriz Rocha
Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo
Investimentos
Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

Juros elevados favorecem a renda fixa, mas especialistas alertam para erros comuns e defendem diversificação entre pós-fixados, prefixados, IPCA+ e bolsa

28/01/2026 | 18h32 | Por Isabela Ortiz
Dólar perde força: por que a moeda enfraquece — e até onde pode cair
Investimentos
Dólar perde força: por que a moeda enfraquece — e até onde pode cair

Fraqueza global do dólar, fluxo estrangeiro e juros explicam o movimento; analistas divergem sobre a chance de a moeda voltar abaixo de R$ 5

28/01/2026 | 16h25 | Por Daniel Rocha
Vale manter Taurus (TASA4) na carteira em 2026? Veja riscos, dividendos e cenário para a ação
Investimentos
Vale manter Taurus (TASA4) na carteira em 2026? Veja riscos, dividendos e cenário para a ação

Queda nas vendas, pressão sobre resultados e aumento da alavancagem levantam dúvidas sobre o futuro da fabricante de armas

28/01/2026 | 12h06 | Por Camilly Rosaboni

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador