• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Participação estrangeira em fundos imobiliários tem espaço para crescer, avalia Hedge Investments

Gestora investe em tradução de relatórios para inglês, conversas com provedores internacionais e maior transparência para atrair gringos

Por Daniel Rocha

19/01/2026 | 3:00 Atualização: 19/01/2026 | 17:37

Alexandre Machado é sócio e diretor da Hedge Investment, gestora com R$ 10 bilhões sob gestão (Foto: Hedge Investment)
Alexandre Machado é sócio e diretor da Hedge Investment, gestora com R$ 10 bilhões sob gestão (Foto: Hedge Investment)

A participação do investidor estrangeiro no mercado de fundos imobiliários vem crescendo, mas a passos lentos. Em 2020, esse grupo respondia por 7% do volume negociado na indústria. Cinco anos depois, o percentual subiu para 15,6%, segundo dados da B3. Para Alexandre Machado, sócio e diretor da Hedge Investments, o salto é representativo e sinaliza um movimento estrutural do setor, mas ainda permanece distante do potencial que a classe de ativos pode oferecer aos players internacionais.

Leia mais:
  • Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê
  • 8 ações de setores perenes para enfrentar um 2026 de juros, eleições e mudanças tributárias – e ganhar bons dividendos
  • Bradesco Asset vê Bolsa atrativa e aposta em reprecificação com queda da Selic em 2026
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ajuste desse cenário, segundo ele, depende de dois aspectos: macroeconomia e amadurecimento do setor. Com a queda de juros nos Estados Unidos, a tendência é que os investidores globais redirecionem parte das suas alocações — mesmo em pequenas doses — para mercados de maior risco, como o Brasil, em busca de diversificação e retornos atrativos. Apesar disso, a liquidez continua sendo uma das maiores barreiras para a entrada expressiva dos estrangeiros. Ou seja, para atraí-los, os FIIs precisam ter tamanho e volume de negociação compatível ao poder econômico desses players.

“O que ouvimos é que o nosso mercado ainda é muito pequeno. Então, o principal ponto é a liquidez”, diz Machado.

Os entraves, porém, têm sido gradualmente superados nos últimos anos. Desde quando o Hedge Brasil Shopping (HGBS11) foi incorporado pelo FTSE Global All Cap Index, índice que investe em ações de mercados emergentes, em 2023, a gestora com R$ 10 bilhões sob gestão passou a atuar de forma mais intensa para reduzir a distância entre os FIIs brasileiros e os índices globais. Tradução de relatórios para o inglês, conversar com os provedores internacionais e maior transparência fizeram parte das ações.

Os esforços deram resultado. Em 2024, o HGBS11 ingressou na carteira FTSE EPRA Nareit Global REITs Index, índice global focado apenas em ativos imobiliários. A inclusão também ampliou o espaço de outros fundos brasileiros, com a participação de outros seis no portfólio do índice. Apesar da conquista, o gestor avalia que o potencial do mercado brasileiro ainda está longe de ser totalmente explorado.

“Temos outros 44 fundos de tijolos que compõem o IFIX que somam mais de R$ 60 bilhões em valor de mercado. Na nossa visão, esses fundos seriam elegíveis para participar. Por isso, vejo a capacidade de quase quadruplicar a presença brasileira nesse índice global”, ressaltou.

E-Investidor – Em 2023, o Hedge Brasil Shopping (HGBS11) foi o primeiro fundo imobiliário a integrar um índice global. Desde então, outros FIIs passaram a ter estrangeiros na sua base de cotistas. O que mudou de lá para cá?

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Alexandre Machado – Quando o fundo (Hedge Brasil Shopping) ingressou no índice global da FTSE (FTSE Global All Cap Index), buscamos entender por que o FII entrou em um índice de ações e não em um índice de REIT (Real Estate Investment Trusts, que são fundos de investimentos focados em imóveis). Foram meses de conversa e pesquisas, mas descobrimos que, para o fundo ficar elegível, é preciso adotar alguns parâmetros, como questões de governança e transparência. Então, criamos uma sessão no site para os relatórios traduzidos para o inglês. Também notamos que a maioria dos provedores de índices não considerava os FIIs brasileiros como REITs e tivemos um trabalho de mais de um ano, junto à B3, para apresentar a similaridade entre os dois veículos. A partir disso, conseguimos ingressar no Brasil Shopping no FTSE EPRA Nareit Global REITs Index (índice global focado apenas em ativos imobiliários), assim como outros fundos brasileiros.

A participação dos investidores estrangeiros no setor é algo estrutural ou reflete um movimento momentâneo?

Eu vejo como um movimento estrutural que acontece em um ritmo relativamente lento, mas que tende a ganhar força. A participação dos estrangeiros se dá de forma passiva. Hoje, sete fundos brasileiros estão no FTSE EPRA Nareit Global REITs Index (índice global focado apenas em ativos imobiliários) que representam cerca de 0,19% do índice e possuem um valor de mercado de R$ 17,6 bilhões. Temos outros 44 fundos de tijolos que compõem o IFIX que somam mais de R$ 60 bilhões. Então, a nossa visão é que esses fundos seriam elegíveis para participar. Por isso, vejo a capacidade de quase quadruplicar a presença brasileira nesse índice de REIT, por exemplo. O amadurecimento da indústria tende a aumentar essa representatividade do setor, mas isso é um movimento gradativo.

O que mais atrapalha a vinda do capital estrangeiro para o setor de fundos imobiliários?

Publicidade

Nosso mercado ainda é muito pequeno. Então, o principal ponto é a liquidez. Há também os aspectos macroeconômicos. Se o investidor está mais avesso ao Brasil, a indústria de FIIs perde. Fica difícil atrair esse público. Um fundo ativo, por exemplo, tem US$ 100 milhões para investir. Quando convertido em reais, esse valor sobe significativamente em comparação ao tamanho dos fundos daqui. Hoje, temos fundos que têm o tamanho de uma small cap (companhias consideradas pequenas quando comparadas com as demais empresas na Bolsa), mas o crescimento dos fundos em si tende a trazer, como consequência, o investidor estrangeiro.

A queda de juros nos Estados Unidos, tensões geopolíticas e os aspectos econômicos do Brasil, como as eleições e juros brasileiros, podem influenciar o avanço desses investidores em direção aos FIIs?

Acredito que sim. Enxergamos hoje uma busca dos investidores internacionais por alternativas ao mercado americano. Ainda que seja um interesse marginal, é um volume que traz efeitos relevantes na bolsa de valores. Outro ponto é a queda de juros dos Estados Unidos que também ajuda. Não sabemos a velocidade como deve ocorrer, mas também aumenta o apetite a risco dos investidores globais.

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • estrangeiros
  • ETFs (Exchange Traded Funds)
  • Fundos imobiliários
  • Gestores
Cotações
24/02/2026 13h08 (delay 15min)
Câmbio
24/02/2026 13h08 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

  • 2

    Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

  • 3

    Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

  • 4

    Bitcoin hoje a US$ 65 mil testa investidores em meio à volatilidade: “Mercado não espera consenso para vender”, diz Fabrício Tota

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em queda com desdobramentos da tarifa global de Trump e projeções do Focus

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Logo E-Investidor
PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Logo E-Investidor
Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? Veja como funciona o TED para pagamentos
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? Veja como funciona o TED para pagamentos
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (23)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (23)?
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Últimas: Investimentos
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo
Investimentos
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo

BDR do ETF ativo JEPI amplia acesso local a estratégia que combina ações americanas e geração de renda com derivativos

24/02/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz
Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços
Investimentos
Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços

Com ações mais caras e dívida em alta, dividend yield das elétricas perde fôlego e não supera 9% em 2026; veja quem surpreende e quem decepciona

24/02/2026 | 09h30 | Por Katherine Rivas
Telefônica Brasil (VIVT3) supera estimativas no 4T25 e forte geração de caixa anima o mercado; o que fazer com as ações?
Investimentos
Telefônica Brasil (VIVT3) supera estimativas no 4T25 e forte geração de caixa anima o mercado; o que fazer com as ações?

Lucro e Ebitda vêm acima das projeções, móvel lidera crescimento e programa de recompra reforça sinalização ao investidor

23/02/2026 | 20h33 | Por Murilo Melo
Confira as ações mais afetadas na Bolsa brasileira após novo anúncio de Trump sobre tarifas
Investimentos
Confira as ações mais afetadas na Bolsa brasileira após novo anúncio de Trump sobre tarifas

Após a Corte limitar o uso de tarifas unilaterais, presidente dos EUA eleva alíquota para 15%

23/02/2026 | 14h17 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador