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Investimentos

Tite faz a convocação da Copa. Veja como escalar um time de investimentos

Analistas apontam os melhores papéis para colocar em uma carteira, simulando as posições dos atletas em campo

Por Artur Nicoceli

07/11/2022 | 13:39 Atualização: 07/11/2022 | 17:09

A Copa do Mundo de 2022 acontece entre 20 de novembro e 18 de dezembro de 2022 (fonte: Pixabay)
A Copa do Mundo de 2022 acontece entre 20 de novembro e 18 de dezembro de 2022 (fonte: Pixabay)

O técnico da seleção brasileira, Tite, convocou nesta segunda-feira (7) os 26 jogadores escolhidos para competir na Copa do Mundo de 2022, no Catar. Pensando, então, em como escalar uma equipe que gere bons resultados e enfrente os desafios das disputas, o E-Investidor pediu para que analistas apontassem quais seriam os melhores papéis para colocar em uma carteira de investimentos, focando nas posições de atacante, meio-campo, defesa e goleiro.

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Semelhante a um técnico que opta por jogadores de times diferentes – dentre os nomes estão Neymar, atleta do Paris Saint-Germain, e Lucas Paquetá, do West Ham United – os investidores precisam diversificar a carteira para enfrentar a inflação, os juros e qualquer outra mudança que impacte um determinado papel, afirmaram os especialistas.

Fernando Damasceno, estrategista de renda variável do ModalMais, sugere que os investidores coloquem no ataque os setores ligados à economia cíclica – empresas com desempenho relacionado às variáveis econômicas como, taxa de juros e variação do câmbio –, que tendem a continuar o processo de recuperação no preço das ações por conta dos últimos dados de inflação, que demonstraram um arrefecimento e uma economia interna aquecida.

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Ele cita o setor de varejo “com grande potencial de valorização num cenário de concretização de arrefecimento da inflação”. Junto ao setor de tecnologia, educação e construção civil também tendem a se beneficiar. Especialistas entrevistados pelo E-Investidor afirmaram que esses mercados devem ser destaques com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Já os meio-campistas devem ser preenchidos com o setor de serviços financeiros, como os bancos, e o setor elétrico, por possuírem uma maior previsibilidade em seus resultados diante da atividade econômica em franca recuperação. A expectativa do mercado, segundo o Boletim Focus desta segunda-feira (7), é que o Produto Interno Bruto (PIB) chegue ao final do ano na casa dos 2,76% e que os juros permaneçam a 13,75%.

Ele acrescentou ainda que o setor de Óleo & Gás pode ser interessante ao investidor, já que o mercado está se beneficiando pela alta da commodity devido à crise geopolítica entre Rússia e Ucrânia e todo problema de demanda no exterior. O petróleo brent chegou a bater US$ 139,13, desde que a guerra foi decretada, em 24 de fevereiro.

O estrategista de renda variável do ModalMais também montou uma escalação do time de ações considerando o posicionamento 4x4x2:

André Kitahara, gestor de portfolio macro da AZ Quest, por sua vez, sugeriu como escalação de time de futebol os seguintes papéis:

  • Goleiro: poupança. “Não vai marcar nenhum golaço, mas pode garantir o resultado em um jogo difícil.”;
  • Zagueiros: renda fixa pós-fixada. “Com menos riscos, a renda fixa tem se mostrado um investimento relativamente seguro e sem surpresas.”;
  • Laterais: crédito privado. “Funciona bem tanto na parte defensiva (high grade – mais conservador, mas com retorno menor) como na parte ofensiva (high yield – com maior risco e retorno), a depender da escalação do técnico.”;
  • Volantes: renda fixa indexada a inflação. “Investimentos indexados à inflação funcionam bem para proteger seu dinheiro de flutuações e possíveis oscilações. A ideia neste setor é manter a segurança, com baixo risco.”;
  • Meio-campo: renda fixa pré-fixada. “Como num jogo de futebol, a renda fixa pré-fixada depende de uma boa escalação do técnico. Os retornos podem ser muito bons, se tiver bons jogadores ou uma carteira de qualidade.”;
  • Ataque: Bolsa de Valores. “É aqui que o time vai marcar seus golaços. Embora arriscados e sujeitos a alguns tropeços, investimentos em ações podem trazer excelentes ganhos, premiando a ousadia.”

Alexandre Resende, planejador fiduciário da Fiduc, ressalta ainda que o banco de reservas deve ser composto por ativos que tenham uma alta liquidez e baixo risco. “[É importante] que o investidor use o capital para comprar uma ação a preços descontados quando uma boa oportunidade surgir”, diz.

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Wilson Barcellos, CEO da Azimut Brasil Wealth Management sugere ativos indexados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI), “que nos atuais níveis, garantem excelente colocação na tabela”.

Estilo de técnico

Não são só os jogadores ou as ações que geram bons resultados. A estratégia escolhida pelo técnico, o pelo proprietário da carteira de investimentos, também impacta.

Dessa forma, Resende, da Fiduc, defende uma carteira capaz de “mudar o resultado do jogo” no caso de um perfil de investimento mais agressivo. Uma carteira composta por empresas da Bolsa de Valores que se defendem bem da inflação ou, até mesmo, um portfólio de fundos de investimentos imobiliários (FIIs).

Algumas empresas têm a capacidade de repassar a inflação a seus clientes (assim como os FIIs). São as que sentem pouco a perda do poder de compra da população – produtoras de commodities e prestadoras de serviços como elétricas e saneamento. Com os repasses, os acionistas ficam indiretamente protegidos e as ações mantêm o potencial de valorizar no longo prazo.

No médio prazo, Resende escala como atacantes o Tesouro IPCA 2026, “que fará o papel de proteger os investidores da inflação e ainda entregar 5,56% de retorno real ao ano (condição atual)”. Já no curto prazo, ele aconselha evitar aplicações que estão perdendo da inflação.

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“Ao invés de optar pela poupança, por exemplo, pode-se considerar um Tesouro Selic, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) que pagam 100% CDI (ou mais) com liquidez diária ou até fundos de investimentos em renda fixa”, diz o analista. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado em 12 meses até setembro de 2022 é de 7,17%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para os técnicos menos agressivos, o analista sugere ativos poucos voláteis, mas que entregam resultados acima de uma renda fixa simples. Ele cita fundos multimercados, “que tem um pouco de exposição em vários mercados e faz esse papel muito bem”. “Gosto de pensar nos multimercados mais para o médio e longo prazos, pois eles podem sofrer oscilações devido a sua parcela em renda variável. Então eu os descartaria para o curto prazo”, afirma.

Multimercados: veja quais foram os fundos que mais renderam nos últimos 20 anos

Para os investidores mais conservadores, as opções, segundo o analista da Fiduc, ficam em torno do tesouro IPCA +, independente do vencimento. “É importante levá-los até o final, já que seus preços oscilam devido à marcação a mercado”, avisa.

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Veja abaixo os tesouros IPCA+ disponíveis ao investidor:

Pontos de atenção

No campo adversário, Barcellos, da Azimut Brasil Wealth Management, apontou que os investidores precisam ficar atentos à inflação e ao risco de recessão global. “No Brasil, estamos atravessando um momento benigno quando relativizarmos nossa economia com a externa. Porém, é preciso que o próximo governo dê uma atenção especial às questões fiscais. Ter uma comissão técnica pragmática na área econômica é fundamental para o bom resultado da partida”, afirma.

Resende, o planejador fiduciário da Fiduc, diz que os assuntos “de momento” geralmente afetam os investimentos no curto prazo. Então, alongar o olhar para mais de seis anos traz tranquilidade aos investidores. Quem pensa em um período curto deve monitorar a taxa de juros, a inflação, o PIB e o desemprego para avaliar as condições de mercado. “Mas nem todo investidor tem essa expertise”, alerta.

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