• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como ficam os investimentos com a taxa Selic a 9,25% ao ano

Veja a simulação de quanto rende R$ 10 mil após o reajuste na taxa básica de juros

Por Daniel Rocha

09/12/2021 | 3:00 Atualização: 09/12/2021 | 12:10

Com a alta de 1,5 ponto percentual, a taxa Selic chega ao patamar de 9,25%. Foto: Beto Nociti/BCB
Com a alta de 1,5 ponto percentual, a taxa Selic chega ao patamar de 9,25%. Foto: Beto Nociti/BCB

O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou pela sétima vez consecutiva a taxa básica de juros em 1,5 ponto percentual na última reunião do ano. Com o reajuste anunciado na quinta-feira (8), a Selic passa de 7,75% para 9,25% ao ano.

Leia mais:
  • “A renda fixa nunca esteve morta”, diz economista-chefe do Original
  • Com IPO, Nubank se torna banco mais valioso da América Latina
  • Como fica o rendimento da poupança com a Selic a 9,25%
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A inflação a dois dígitos é uma das principais causas para a elevação da taxa em dezembro. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no acumulado do ano até o mês de outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que mede a inflação no País, corresponde a 10,67%. Já o Boletim Focus projeta que 2021 encerre com uma inflação de 10,17%.

Na avaliação de João Vítor Freitas, analista da Toro Investimentos, a taxa básica de juros de 2% no início do ano contribuiu para o aumento dos preços assim como os problemas nas cadeias logísticas do mundo. “A taxa de juros muito baixa acaba sendo um fator inflacionário. Além disso, em alguns lugares a produção parou. Depois, quando a demanda voltou, não existia a oferta para suportar a demanda. Aí o preço foi reajustado”, ressalta Freitas.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O analista da Toro acredita que o risco fiscal nas contas públicas com a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios também pesou na decisão do Copom.

“O aumento da percepção do risco fiscal faz com que se exija um juro maior também”, explica Freitas. A proposta foi aprovada pelo Senado no último dia 2 e abre um espaço de R$ 106,1 bilhões no orçamento público em 2022. A medida permite ao Poder Executivo financiar o programa Auxílio Brasil com pagamentos de parcelas no valor de R$ 400.

Mas a expectativa do mercado há um mês era de que a Selic chegasse a 9,75% ao ano devido aos problemas que ainda pressionavam a inflação do País. No entanto, segundo João Beck, economista e sócio da BRA, a redução da projeção aconteceu porque alguns desses fatores foram parcialmente solucionados nas últimas semanas.

“O risco hídrico reduziu bastante por causa das chuvas. Isso impacta menos no custo de energia. A PEC dos Precatórios, embora seja uma notícia ruim, foi resolvida”, afirma Beck. Além disso, a notícia da circulação de uma nova variante da covid-19 reduz a perspectiva de crescimento global, o que beneficia o Brasil. “Por motivos ruins, é menos pressão sobre a inflação”, diz.

Selic em 2022

O Banco Central deve continuar com aumentos da Selic em 2022 para cumprir a meta da inflação a 3,5% em 2023. Para isso ocorrer, Rachel de Sá, chefe de economia da Rico, explica que o BC terá que elevar para dois dígitos a taxa básica de juros ao longo do próximo ano. “Em nossa visão, esse processo de alta da Selic deverá continuar até março de 2022, com a taxa básica de juros chegando a 11,5% ao ano”, diz Sá.

Publicidade

Já Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, traz uma projeção ainda mais pessimista. Segundo ele, a taxa básica de juros deve chegar a 12,25% em março do próximo ano. Caso a projeção se concretize, será o maior patamar desde abril de 2017. “Os 12,25% de Selic deverão permanecer até o início de 2023, quando passarão a ser reduzidos até 7,5% na última reunião do (mesmo) ano”, acredita Sanchez.

Como ficam os investimentos

Os investimentos em renda fixa continuam mais atrativos para os investidores com a alta da Selic. A perspectiva não é a mesma para todos os ativos financeiros de renda variável. Ainda assim, na avaliação de analistas, alguns setores conseguem se destacar com esse cenário de alta nos juros. Veja a seguir:

Renda Fixa

Como a perspectiva é que a Selic suba para os dois dígitos nos primeiros meses de 2022, Camilla Dolle, head de renda fixa da XP, acredita que os investimentos de renda fixa pós-fixados sejam os mais atrativos porque são ativos que acompanham a alta da Selic. “Os investimentos indexados ao IPCA com prazos mais longos também são vistos com bons olhos para essa proteção à inflação desde que o investidor consiga manter o investimento até o final”, afirma.

Em relação aos pré-fixados, a recomendação de Dolle é não adquirir títulos com prazos muito longos devido ao seu risco ser maior em relação aos outros ativos. “De um modo geral, há espaço para os três indexadores nas carteiras de investimento. Mas quanto mais o investidor for conservador, maior será a parcela dos (investimentos) pós-fixados”, diz.

Publicidade

Uma simulação feita pela Ativa Investimentos mostra que os investimentos em LCI e LCAs a 100% do CDI são os mais atrativos para os investidores devido à isenção do Imposto de Renda (IR), que torna a rentabilidade maior do que os outros tipos de investimentos.

Os CDBs que rendem 120% de CDI também ganham destaque com a Selic a 9,25% e podem entregar uma rentabilidade de 11,1%. No entanto, como esses investimentos têm descontos de Imposto de Renda, o retorno ao investidor pode se tornar menor em comparação aos LCI e LCAs. Segundo a simulação da Ativa, um investimento de R$ 10 mil nessa classe de ativos deve render R$ 915,7 em 12 meses.

Apesar do retorno positivo, Rodrigo Beresca, analista de soluções financeiras da Ativa, acredita que os ativos de CDBs presentes no mercado devem ter taxas menores a partir das próximas semanas com a perspectiva de alta de juros.

Publicidade

“Esses 120% de CDI são valores comuns que víamos quando a Selic estava na casa dos 2%. Ao passo que a taxa sobe, o valor de 120% vai ficando alto e a tendência é que as novas emissões contraiam essa taxa”, afirma Beresca.

No entanto, mesmo em taxas menores, as aplicações em CDBs continuam atrativas para os investidores. De acordo com a simulação da Ativa, títulos de CDB que rendem 110% de CDI conseguem ter uma rentabilidade de 10,18%.

Bolsa de valores

A alta de juros deve adiar a recuperação de alguns ativos financeiros principalmente por trazer desestímulos à economia ao tornar o acesso ao crédito mais caro. Nesta perspectiva, Flávio Aragão, sócio da 051 Capital, aponta o setor do varejo como um dos mais prejudicados. "Varejo está fraco e se juros continuar assim, não deve retomar tão rápido e vai sofrer pra continuar a expansão", explica.

Publicidade

As construtoras de alto padrão também serão prejudicadas com o cenário de alta de juros. Segundo Aragão, a Caixa repassa o aumento dos juros para as companhias.

Apesar de o cenário não ser favorável para alguns setores da renda variável, outros se mostram como boas oportunidades de investimentos com a alta dos juros. João Abdouni, analista da Inversa, afirma que as exportadoras devem entrar no radar dos investidores nas próximas semanas. Como as receitas e as dívidas dessas companhias são dolarizadas, o aumento da Selic não afeta diretamente o seus desempenhos. “Neste sentido destacamos as ações de Suzano (SUZB3) e Vale (VALE3)”, afirma Abdouni.

Outro setor que deve ser destaque, na visão do analista da Inversa, é o financeiro. “Bradesco (BBDC4) e a Porto Seguro (PSSA3) devem ter sua rentabilidade elevada com essa alta da taxa básica de juros”, acrescenta.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • bbdc4
Cotações
06/05/2026 11h12 (delay 15min)
Câmbio
06/05/2026 11h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ações recomendadas para maio reposicionam apostas na Bolsa; veja as escolhas de bancos e corretoras

  • 2

    Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

  • 3

    Viu RMC no extrato do INSS? Entenda o risco do consignado que pode prender aposentados a uma dívida infinita

  • 4

    Reforma Tributária: ativos isentos devem perder atratividade para a alta renda

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta com dólar a R$ 4,91, petróleo em forte queda e impacto de balanços

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Logo E-Investidor
Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Imagem principal sobre o Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Logo E-Investidor
Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Imagem principal sobre o 3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Logo E-Investidor
3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Imagem principal sobre o Starlink residencial: saiba qual plano de internet oferece dados ilimitados aos moradores
Logo E-Investidor
Starlink residencial: saiba qual plano de internet oferece dados ilimitados aos moradores
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Imagem principal sobre o Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Últimas: Investimentos
Carteiras recomendadas: FIIs priorizam renda e ajustes táticos em cenário de juros elevados
Investimentos
Carteiras recomendadas: FIIs priorizam renda e ajustes táticos em cenário de juros elevados

Recebíveis ganham protagonismo, shoppings voltam ao radar e mudanças pontuais marcam maio nas seleções do Itaú BBA, BTG, EQI, Empiricus e Andbank

06/05/2026 | 09h54 | Por Igor Markevich
Dividendos em maio: bancos e corretoras ajustam carteiras, mas reforçam apostas; veja o que comprar
Investimentos
Dividendos em maio: bancos e corretoras ajustam carteiras, mas reforçam apostas; veja o que comprar

Ágora, BTG Pactual, BB Investimentos, Planner e Terra optam por mudanças pontuais: pagamentos próximos, revisão de pesos e visão de curto prazo

06/05/2026 | 09h54 | Por Igor Markevich
Ata do Copom faz crescer apostas de manutenção da Selic na próxima reunião
Investimentos
Ata do Copom faz crescer apostas de manutenção da Selic na próxima reunião

Mercado vê tom mais duro do BC, que destacou desancoragem das expectativas de inflação em 2028; chance de manutenção dos juros subiu para 30%

05/05/2026 | 11h40 | Por Luíza Lanza
Fundo imobiliário CACR11 amplia perdas após cair 40% na bolsa; entenda os motivos da queda
Investimentos
Fundo imobiliário CACR11 amplia perdas após cair 40% na bolsa; entenda os motivos da queda

Na abertura do pregão, as cotas do fundo imobiliário afundam quase 10% com mau humor dos investidores

05/05/2026 | 11h02 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador