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Investimentos

IPCA: o que muda nos investimentos com a alta da inflação em novembro

Cenário inflacionário é considerado "benigno" pelos agentes de mercado, que recomendam revisão do portfólio para 2024

Por Stephanie Tondo

12/12/2023 | 13:58 Atualização: 13/12/2023 | 6:43

Alta de preços pode corroer os ganhos reais das aplicações. (Foto: Envato Elements)
Alta de preços pode corroer os ganhos reais das aplicações. (Foto: Envato Elements)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,28% em novembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo IBGE. Com o resultado, a inflação acumula alta de 4,04% no ano e de 4,68% em 12 meses, aproximando-se do pico da meta para este ano. A alta de preços veio próxima do que o mercado esperava e compõe um cenário que é considerado “benigno” pelas instituições financeiras. Apesar disso, o momento de inflação estabilizada com cortes nas taxas de juros pode exigir que o investidor faça uma revisão da sua carteira, apontam especialistas.

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O economista Volnei Eyng, CEO da gestora Multiplike, lembra que é preciso ter em mente sempre a rentabilidade real das aplicações. Ou seja, descontando a inflação. “Se um investimento tem um rendimento real positivo (rendimento nominal menos a taxa de inflação), os investidores conseguem preservar ou aumentar seu poder de compra ao longo do tempo”, explica Eyng.

Para se ter uma ideia, quando a Selic estava a 13,75% ao ano e a inflação estava na casa de 4%, um investimento indexado à taxa básica de juros, como o Tesouro Selic ou um Certificado de Depósito Bancário (CDB), ganharia com uma diferença de 9,75%. Agora, com as projeções de que a Selic encerre o ano em 11,75% e o IPCA em 4,5%, segundo o boletim Focus, essa diferença seria menor, de 7,25%.

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Para o fim de 2024, os agentes de mercado projetam a Selic a 9,25% e a inflação a 3,93%. Nesse caso, as aplicações indexadas à taxa de juros teriam um ganho real de apenas 5,32%. É por isso que, para alguns analistas, será preciso que os investidores façam uma revisão da sua carteira de ativos para garantir que haja um retorno vantajoso.

Para a gestora Equus, investidores devem buscar títulos de renda fixa pré-fixada quando a inflação e as taxas de juros estão próximas do pico, e optar por títulos pós-fixados quando perceberem uma situação contrária. “Quando se trata das projeções futuras do IPCA, os investidores podem ajustar suas carteiras para preservar o poder de compra e maximizar retornos. Algumas classes de ativos podem ser mais resilientes em face dessas variações”, destaca a gestora em relatório.

A meta da inflação para 2023 definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.

Apesar da recente queda nas taxas de juros brasileiras, a Equus ressalta que ainda é possível adquirir títulos do Tesouro Direto com vencimentos a partir de 2035 oferecendo um juro real superior a 5,5% ao ano.

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“No entanto, dada a tendência de queda das taxas de juros, impulsionada pelo controle da inflação, investidores mais arrojados devem estar atentos a oportunidades em ativos como ações, infraestrutura e empresas privadas, que podem se beneficiar desse movimento”, acrescenta a gestora.

Alta em novembro não significa reversão de trajetória, dizem corretoras

O resultado de novembro foi impulsionado principalmente pelos grupos Alimentação e bebidas (0,63%), Habitação (0,48%) e Transportes (0,27%).

Em relatório divulgado nesta terça-feira (12), a Órama apontou que a leitura da inflação de novembro é benigna, e que a diferença de direção pode ser entendida pela alta em itens mais voláteis, como Passagens Aéreas (19,12% e 0,14 p.p.), e não significa, na visão da instituição, uma reversão de trajetória. A casa espera um IPCA de 0,4% em dezembro, encerrando o ano em 4,5%. Também foi mantida a projeção de cortes de 0,50 p.p. da Selic nas próximas reuniões do Copom.

“O resultado foi positivo e, apesar da alta dos serviços, entendemos que mostra a continuidade da segunda fase do processo de desinflação conforme esperado. Destacamos o comportamento do grupo de Alimentação e bebidas, que possui grande peso dentro da cesta, e precisamos ficar atentos como a mudança de comportamento dos preços pode alterar o resultado do índice, principalmente com a incerteza do impacto do El-Niño em 2024″, ponderou a Órama.

João Savignon, Head de Pesquisa de macroeconomia da Kínitro Capital, disse que o IPCA de novembro veio “ligeiramente acima” das projeções da instituição (0,25%), mas em linha com o consenso do mercado (0,29%). Para o analista, o BC deve continuar seguindo “seu plano de voo” com os cortes nos juros nas próximas reuniões do Copom.

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“O desvio em relação à nossa projeção se concentrou nos preços administrados, principalmente energia elétrica, taxas de água e esgoto e produtos farmacêuticos. Também tivemos uma alta acima do esperado em Serviços, notadamente por alimentação fora do domicílio. Para baixo, os desvios se concentraram em alimentação no domicílio”, destacou.

A Suno Research informou que os dados de inflação vieram abaixo das expectativas da casa, que eram de alta de 0,30%. Gustavo Sung, economista-chefe da instituição, afirmou que, de forma geral, “o dado segue corroborando um cenário benigno para a inflação brasileira”. A casa também aposta na manutenção dos cortes nas taxas de juros por parte do Banco Central.

“A pressão altista veio de itens mais voláteis como alimentos e passagem área, enquanto as medidas mais importantes como a média dos núcleos, serviços subjacentes e bens industriais seguem em trajetória baixista – no acumulado dos 12 meses”, disse Sung.

 

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