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Investimentos

Novo presidente do Fed: escolha de Kevin Warsh reduz temor de interferência de Trump

Mercado avalia perfil como técnico e histórico para o BC dos EUA e vê alívio nos temores sobre pressão política na condução dos juros

Por Luíza Lanza

30/01/2026 | 15:14 Atualização: 30/01/2026 | 16:15

Sede do Federal Reserve, em Washington: declarações de Jerome Powell reacendem temores sobre interferência política na política monetária dos EUA e pressionam os mercados. (Foto: Adobe Stock)
Sede do Federal Reserve, em Washington: declarações de Jerome Powell reacendem temores sobre interferência política na política monetária dos EUA e pressionam os mercados. (Foto: Adobe Stock)

O presidente americano Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (30) o nome do próximo presidente do banco central dos Estados Unidos, Federal Reserve (Fed). O indicado é Kevin M. Warsh, que deve assumir a cadeira atualmente ocupada por Jerome Powell a partir de maio. O nome ainda precisa ser aprovado pelo Senado.

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Na Truth Social, Donald Trump disse que Christopher Waller, atual diretor do Fed, e Rick Rieder, um dos principais executivos da BlackRock, também foram cogitados. O nome de Kevin A. Hassett, um dos principais assessores econômicos do presidente americano, também foi bastante ventilado.

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Para William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, entre os nomes que estavam na mesa para suceder Powell, Warsh é o melhor cenário. “Rick Rider é um nome essencialmente do mundo corporativo, poderia ser visto com certa desconfiança. Já Hassett é um cara mais alinhado ao MAGA, totalmente pró-Trump”, diz. “Dados os questionamentos sobre a independência do Banco Central, Warsh é o mais bem visto pelo mercado, tem experiência.”

A transição no comando do Fed ocorre em um momento sensível da economia americana. O BC tem se dividido na condução de política monetária em um cenário de inflação ainda acima da meta, embora com mercado de trabalho mais fraco. Existe ainda o desafio de equilibrar essa relação em meio às críticas e ataques de Trump contra a independência da instituição, alguns membros e o atual nível da taxa de juros do país. O mercado vinha acompanhando o tema com atenção, especialmente desde meados de 2025, quando as críticas do republicano a Powell se intensificaram, mas sobretudo após a demissão da diretora Lisa Cook.

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O receio maior era de que Trump consiga pressionar o banco por uma condução mais frouxa de política monetária, com cortes de juros que estimulassem a economia em um contexto que já conta com a incertezas geradas pelas tarifas e enfraquecimento do dólar; o que poderia levar a uma nova onda de inflação.

Os impactos no mercado

Ao indicar um nome considerado técnico, o principal risco de cauda, o enfraquecimento da independência do Fed, sai do radar. “O mercado o vê como um nome com credibilidade institucional, o que diminui a visão de risco de captura política total do banco central. O mais importante é que a escolha de Trump baixa o tail risk político e pode levar a um repricing global de taxas mais saudável para o longo prazo”, destaca Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad.

A indicação, no entanto, gerou ruído de curto prazo. As Bolsas de NY estão tendo um pregão negativo nesta sexta-feira, pressionando outros mercados como o Ibovespa. O dólar, por sua vez, voltou a subir, pesando na cotação do ouro e da prata que estão com queda forte. Veja mais aqui.

A trajetória de Kevin Warsh

Kevin M. Warsh tem 55 anos, é graduado em políticas públicas pela Universidade de Stanford e em direito pela Universidade de Harvard. Trabalhou para o Morgan Stanley entre 1995 e 2002, quando deixou o cargo para se tornar assessor econômico do ex-presidente americano George W. Bush até 2006.

Depois, integrou o Federal Reserve. Warsh fez parte do Conselho de diretores do banco central americano, o principal órgão da autoridade monetária e que integra o comitê que decide sobre as taxas de juros no país, entre 2006 e 2011. “Durante esse período, desempenhou papel-chave nas respostas da autoridade monetária à crise financeira global de 2008, servindo como principal interlocutor do Fed com Wall Street e representando o banco central em fóruns internacionais como o G20. Essa experiência consolidou sua reputação como um quadro técnico com profundo conhecimento sobre política monetária e estabilidade financeira”, destaca Joseph Belardo, especialista em câmbio e sócio fundador da corretora Duo Digital.

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Gino Olivares, economista-chefe da Azimut Brasil Wealth Management, lembra que o executivo tem um histórico de críticas ao Fed. Desde que deixou a instituição, tem sido um cítrico da expansão do balanço, que, segundo ele, legitimou a forte expansão fiscal da economia dos EUA nos últimos anos.

“Durante seu mandato e posteriormente, era visto como um hawk, definição dada àqueles que mostram uma maior aversão à inflação e por isso defendem uma postura monetária mais restritiva”, diz Olivares.

Mas essa postura não se manteve. Mais recentemente, Warsh vem aproximando seu discurso das críticas feitas por Trump à condução da política monetária. Em episódios recentes, chegou a responder com ironia à defesa pública da independência da instituição, feita por alguns membros e ex-dirigentes após os ataques do presidenten americano. E, contrariando a posição que sempre adotou a favor de uma condução mais restritiva do Fed, defendeu a queda de juros.

Para Olivares, as mudanças de opinião do senhor Warsh podem estar relacionadas a um desejo de alavancar sua candidatura à presidência do Fed, que era legítimo. Mas Warsh precisará, em algum momento, esclarecer quais premissas vão nortear a sua gestão.

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“Em primeiro lugar, precisará esclarecer se ainda defende a redução agressiva do balanço do Fed, mesmo num ambiente de abertura das taxas longas nos países desenvolvidos, abertura que poderia ser exacerbada se a instituição retomar o processo de redução do seu balanço. E, em segundo lugar, a questão envolvendo as taxas de juros, na qual ele precisará se equilibrar entre o mandato do seu chefe, que não apenas afirma que as taxas devem cair muito, como diz também que quem não concordar com a sua visão não pode comandar o Fed e, por outro lado, um Comitê de Política Monetária (FOMC) dividido, mas majoritariamente pouco disposto a entregar reduções adicionais”, explica.

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