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Investimentos

Os melhores investimentos em renda fixa com a Selic a 13,75% ao ano

Tesouro IPCA, prefixados e pós-fixados; especialistas indicam os melhores investimentos em renda fixa

Por Luíza Lanza

03/08/2022 | 18:38 Atualização: 03/05/2023 | 19:56

Com Selic em 13,75%, todos os ativos da renda fixa têm rentabilidade positiva. (Foto: Shutterstock)
Com Selic em 13,75%, todos os ativos da renda fixa têm rentabilidade positiva. (Foto: Shutterstock)

O Comitê de Política Monetária (Copom) confirmou as expectativas do mercado ao manter a Selic em 13,75% ao ano nesta quarta-feira (03). Esta é a sexta reunião seguida em que a instituição opta por não ajustar a taxa básica de juros.

Leia mais:
  • A reação do mercado ao tom ainda duro do Copom, que manteve Selic em 13,75%
  • Selic a 13,75%: poupança mantém retorno pífio
  • Tesouro Direto: quais são os melhores títulos com a Selic a 13,75%?
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Nos últimos meses, os dados de inflação trouxeram um sinal mais positivo de arrefecimento. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,71% em março, abaixo das estimativas de mercado. No acumulado de 12 meses, o IPCA passou para 4,65%, dentro do teto da meta de inflação, de 4,75%, pela primeira vez em quase dois anos.

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As atenções se voltam agora para a possibilidade de corte na taxa de juros, um movimento que é muito aguardado pelo mercado e já começa a ser precificado como algo possível já para a segunda metade de 2023. A projeção mais recente do Boletim Focus, da terça-feira (02), é que a Selic encerre o ano a 12,50%, mesmo patamar esperado pelo Grupo Consultivo Macroeconômico da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Veja a íntegra do comunicado do Copom divulgado nesta terça (3)

As melhores opções da renda fixa

A decisão do Copom desta quarta-feira não muda o cenário de investimentos, visto que repete a taxa de juros que já vinha sendo praticada desde agosto do ano passado. Desde que a Selic voltou para os dois dígitos no início de 2022, a renda fixa recuperou o posto de queridinha dos investidores – algo que deve se manter, enquanto a taxa de juros não for alterada pelo BC.

Um levantamento feito pelo Yubb mostra que, com a Selic em 13,75%, todas as opções de investimento da renda fixa oferecem ao investidor um rendimento real, calculado a partir da rentabilidade bruta do título menos a projeção de inflação para 2023.

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As maiores taxas de rendimento real são com os títulos privados, como as debêntures incentivadas, o LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e o LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). Vale lembrar que esses ativos ainda são isentos de imposto de renda. “Esses investimentos estão com taxas altas pelo momento de mercado e vão fornecer ao investidor uma alta rentabilidade real, mesmo que tenhamos algum cenário extremo de inflação devido a deterioração fiscal”, destaca Laís Costa, analista da Empiricus.

Dentro da renda fixa, os títulos privados são aqueles que possuem o maior grau de risco, visto que são emitidos por empresas e não pelo governo, como os títulos públicos. Remuneram mais, mas exigem maior atenção.

Para quem quiser investir em uma opção com menos risco, a recomendação é o Tesouro Direto. Em um cenário em que o mercado já começa a vislumbrar quedas na taxa de juros para 2023, mas que ainda possui inflação e juros em alta no curto prazo, uma boa saída pode ser os títulos híbridos, explica Fernanda Melo, economista e planejadora financeira CFP pela Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar).

A rentabilidade do ativo é determinada pela combinação de uma taxa prefixada e outra pós-fixada, como o Tesouro IPCA+. “Como acompanham tanto a subida da inflação, quanto dos juros, pode fazer muito sentido nesse momento. Exemplo: em um título IPCA + 8%, o ganho real é 8%, independente de quanto esteja a inflação”, afirma Melo. Veja como investir nesse tipo de ativo.

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Para investir nos títulos, porém, o ideal é vislumbrar prazos mais longos. Como o BC está perto de encerrar o ciclo de aperto monetário, a expectativa é que o IPCA seja cada vez mais baixo. “Se a janela de tempo for curta, como um ou dois anos, ainda é melhor alocar em títulos pós-fixados. O aumento dos juros serve para abaixar a inflação, então esperamos que a rentabilidade desse IPCA+ diminua”, destaca Jaqueline Benevides, analista de renda fixa do TC.

A analista faz outras recomendações de títulos que precisam entrar no radar do investidor: os prefixados e os pós-fixados do mercado secundário. Com a Selic em 13,75% ao ano, a rentabilidade do Tesouro Prefixado, determinada na contratação do título, já está atrativa. Dado que existe pouco espaço para novas altas nos juros, quem começar a montar posições agora não tem muito a perder.

  • Veja quanto rendem as aplicações em Tesouro Prefixado com a Selic em 13,75%

Entre os pós-fixados, Benevides prefere o mercado secundário. Trata-se da venda de um ativo de renda fixa, intermediada por uma corretora, que estava na mão de um primeiro investidor e que por algum motivo precisou ser revendido antes da data de vencimento. Ao tomar esse papel de “segunda mão”, o investidor consegue taxas ainda mais atrativas do que as praticadas na negociação com o Tesouro.

“Quando falamos de títulos pós-fixados, o mercado secundário é a cereja do bolo. Nele, o investidor consegue de 130% a 155% do CDI, o que daria entre 18% e 19% de rentabilidade ao ano. É ter acesso a uma rentabilidade de renda variável, só que dentro da renda fixa”, explica Benavides.

Marília Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos e colunista do E-Investidor, escreveu sobre as diferenças entre o mercado secundário e o Tesouro Direto em sua coluna; confira.

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