Segundo o fundo imobiliário, as condições de locação viabilizam previsibilidade de receita uma vez que, em uma eventual rescisão antes do vencimento, a empresa precisará pagar uma multa equivalente à totalidade dos aluguéis remanescentes.
O investimento estava sendo estruturado desde fevereiro de 2024. À época, a Rio Bravo havia assinado escritura definitiva para aquisição de imóvel que seria feita de forma indireta via investimento em cotas do FII SPGM. O fundo imobiliário era o antigo proprietário do imóvel e tinha como um dos cotistas o RBVA11.
Quanto ao pagamento, foi dividido da seguinte forma: R$ 3,6 milhões pagos à vista, R$ 50,3 milhões por meio da venda de cotas seniores do fundo no FII SPGM e R$ 27,1 milhões quitados com cotas da sexta emissão do RBVA11.
“A Alameda Gabriel Monteiro da Silva tem uma dinâmica muito específica dentro de São Paulo, porque reúne marcas de alto padrão e consumidores com perfil diretamente conectado ao segmento de casa, construção e decoração. Para um fundo de renda varejo, esse tipo de endereço ajuda a combinar localização estratégica com previsibilidade contratual”, afirma Alexandre Rodrigues, sócio e gestor de Fundos Imobiliários da Rio Bravo Investimentos.