• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Regulamentação das criptomoedas: o que muda para o investidor

Analistas avaliam que projetos de lei devem trazer mais transparência e segurança para mercado de criptoativos

Por Isabela Moya

18/02/2022 | 9:57 Atualização: 18/02/2022 | 9:57

Projetos de lei que visam regulamentar as criptomoedas no Brasil estão em curso | Foto: Envato
Projetos de lei que visam regulamentar as criptomoedas no Brasil estão em curso | Foto: Envato

Projetos de lei que visam regulamentar as criptomoedas no Brasil estão em curso. Na Câmara, o PL 2303 já foi aprovado e seguiu para a revisão do Senado, passando a ser chamado de PL 4401/21.

Leia mais:
  • Day trade para iniciantes: o que você precisa saber para investir
  • Empresas que ignoram blockchain ficarão para trás, diz CEO da SoFi
  • Vale a pena apostar na 'venda a descoberto'?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Senado, por sua vez, tem também o PL 3825/2019, que aguarda votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). A expectativa é de que a casa avance com os debates sobre a criação de uma lei para o mercado de criptoativos ainda neste mês de fevereiro.

Independentemente de qual projeto avançar, o resultado final é um mercado mais transparente e seguro, afirmam os especialistas. Em 2021, a compra de criptoativos de proprietários internacionais por brasileiros somou US$ 6 bilhões, quase o dobro do registrado em 2020, segundo o Banco Central.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Com um crescimento tão acelerado, diversos casos de uso irregular dos criptoativos foram registrados, levantando a discussão sobre a necessidade de um órgão fiscalizador e regras específicas para a comercialização de criptomoedas pelas exchanges, como são chamadas as empresas que negociam criptoativos, e demais agentes econômicos envolvidos.

“A regulamentação hoje não existe. Os órgãos que teriam poder de regulamentar são absolutamente omissos nesse ponto”, afirma o advogado Victor Jorge, sócio do escritório Jorge Advogados, reforçando a importância de uma lei que vigore em todo o país e atue no combate a crimes como lavagem de dinheiro e empresas fraudulentas no ramo das criptomoedas.

Apesar disso, existem regras previstas pela autorregulação da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) que devem ser seguidas entre as empresas associadas, como a prevenção de lavagem de dinheiro e o reporte de atividades suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), explica Bernardo Srur, diretor da ABCripto. “As empresas brasileiras já praticam boas práticas de governança e contribuem para a descoberta de informações de investigações criminosas relacionadas a criptoativos”, afirma.

O que muda com a regulamentação?

“O projeto que está no Senado traria uma grande mudança, porque estabelece as balizas mínimas para o mercado poder funcionar de forma mais transparente”, diz Jorge. Para o advogado, o PL 3825/2019 é o que tem mais chances de entrar em vigor. Dentre as mudanças propostas, ele destaca:

  • Designação de um órgão fiscalizador das exchanges;
  • Obrigatoriedade de licença para funcionários da exchanges;
  • Obrigatoriedade da exchange de fazer uma análise prévia dos ativos comercializados;
  • Obrigatoriedade da exchange de prevenir lavagem de dinheiro e reportar atividades suspeitas;
  • Processos administrativos punitivos para aqueles que não cumprirem com as regras estabelecidas, como a possiblidade de cancelar a autorização de funcionamento de uma exchange, por exemplo.

Jorge aponta o Banco Central como provável órgão responsável pela fiscalização do cumprimento das regras no mercado de criptoativos. Ele destaca ainda que os projetos de lei preveem que todas as empresas que prestam serviços para brasileiros sejam alcançadas pela regulação, independentemente se sediadas aqui ou no exterior. Tal medida auxilia no equilíbrio da competição entre exchanges nacionais e estrangeiras, que precisarão ter uma estrutura no Brasil com os mesmos custos tributários que as empresas nacionais.

Atualmente, se o investidor tiver um problema com exchanges sediadas no exterior, ele não tem a quem recorrer, explica Srur. “Com a lei, empresas estrangeiras que queiram fornecer serviços aos brasileiros terão que respeitar as regras e leis brasileiras, coisa que atualmente não acontece”, afirma. “Hoje essas empresas não tem necessidade de cumprir as regras de autorregulação, justamente por não estarem sediadas no Brasil, o que impossibilita ações por parte dos agentes do mercado”, complementa o diretor da ABCripto.

Publicidade

O especialista avalia que além de a governança das empresas ser “elevada a outro patamar”, a regulação vai estruturar o mercado de criptoativos brasileiro de forma mais robusta, contribuindo com sua expansão e trazendo mais segurança para todos os envolvidos.

Críticas aos PLs

Para Jorge, os projetos apresentados são “um bom começo”, mas deveriam ser mais específicos, estabelecendo algumas travas para que a regulamentação não seja desvirtuada.

“O projeto se refere à moeda virtual, não a uma tecnologia descentralizada e criptografada, que são os criptoativos. Isso é um problema porque moeda virtual engloba outras coisas, como milhas aéreas”, explica. “O criptoativo não é uma moeda virtual, por natureza existe uma distinção. Isso pode gerar insegurança jurídica, começar a interpor outros órgãos fiscalizadores, além daquele que será designado”.

Outro problema, segundo o advogado, é que os projetos não especificam de que forma seria feita a segregação de custódia entre os criptoativos dos clientes e o patrimônio da exchange, assim como acontece com os bancos e corretoras de investimento.

“Da forma que está, o projeto também concentra muito poder na mão do órgão regularizador. Por exemplo, pode-se cancelar a permissão de funcionamento de uma exchange , mas não se coloca o porquê, nem como. Então quem vai ser incumbido de dizer por que vai cancelar é o próprio fiscalizador, gerando espaço para algum tipo de excesso ou desproporcionalidade entre a infração e a punição”, opina o especialista.

Publicidade

Já Srur teme que possam ser criados excessos de controles e requerimentos, o que poderia elevar os custos de observância, restringindo a possibilidade de inovação. “Para um setor que está em expansão, isso seria negativo. Mas acredito que o debate no Senado está caminhando de uma forma que possibilitará chegarmos a um equilíbrio, trazendo segurança sem restringir a expansão do setor”, avalia.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Criptomoedas
Cotações
15/01/2026 9h52 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 9h52 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 2

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 3

    Caso Master expõe riscos dos CDBs, coloca o FGC sob pressão inédita e dá lição ao investidor

  • 4

    O que pode levar a Vale a novas máximas em 2026 após ação subir 40%?

  • 5

    Quem é Greg Abel, sucessor de Buffett que começou vendendo garrafas por 5 centavos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Últimas: Investimentos
Ações de petroleiras para investir na era pós-Maduro: riscos e quem sai na frente
Investimentos
Ações de petroleiras para investir na era pós-Maduro: riscos e quem sai na frente

Não é só petróleo; veja os setores que devem despontar em uma possível reconstrução do país invadido por Donald Trump

15/01/2026 | 05h30 | Por Murilo Melo
IRIM11 anuncia maior dividendo desde julho 2025; veja quem tem direito
Investimentos
IRIM11 anuncia maior dividendo desde julho 2025; veja quem tem direito

Distribuição ocorre na segunda-feira (19) e corresponde aos resultados financeiros do FII em dezembro

14/01/2026 | 09h06 | Por Daniel Rocha
Caso Master expõe riscos dos CDBs, coloca o FGC sob pressão inédita e dá lição ao investidor
Investimentos
Caso Master expõe riscos dos CDBs, coloca o FGC sob pressão inédita e dá lição ao investidor

Episódio, cercado de inseguranças, pode levar ao maior resgate da história do Fundo Garantidor de Créditos

14/01/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI
Investimentos
Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

Valores não são corrigidos desde novembro, data da liquidação do banco; se o FGC não pagar em janeiro, quem comprou um ativo de 120% do CDI vai receber cerca de 97% do benchmark

13/01/2026 | 13h51 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador