• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Renda fixa em julho: os investimentos mais recomendados para aproveitar os altos juros

Cenário macroeconômico vai continuar favorecendo esta classe de ativos, assim como ocorreu até aqui em 2024

Por Janize Colaço

28/06/2024 | 17:31 Atualização: 28/06/2024 | 17:31

Especialistas indicam as melhores opções da renda fixa. (Imagem: alphaspirit em Adobe Stock)
Especialistas indicam as melhores opções da renda fixa. (Imagem: alphaspirit em Adobe Stock)

A renda fixa tem se tornado o refúgio dos investidores diante dos juros elevados e riscos fiscais. Como mostramos nesta reportagem, no último mês os títulos do Tesouro Nacional foram apontados como os “queridinhos” dos brasileiros. Ainda assim, outros ativos com perfis mais conservadores também são recomendados pelos especialistas consultados pelo E-Investidor — sobretudo para quem quer montar a carteira de julho.

Leia mais:
  • Esqueça o IPCA+ 6%. Descubra 13 fundos que pagam IPCA+ 12%
  • Tesouro IPCA+ supera ganho com imóveis nos últimos 10 anos
  • ‘O dólar pode, sim, ser cotado a R$ 7 em poucos meses’, diz Victor Hugo Cotoski
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Como explica Régis Chinchila, head de Research da Terra Investimentos, poucas mudanças devem ocorrer no cenário macroeconômico nacional e internacional na passagem deste mês para o próximo. E isso deve manter os investidores receosos com a renda variável. Ele aponta que, em relação ao exterior, as atenções continuam sobre os juros dos Estados Unidos, que refletem nas demais economias mundiais. “Por aqui, a incerteza fiscal e política vai continuar a pressionar as expectativas de inflação, tornando o desempenho dos juros potencialmente volátil e dependente desses fatores”, diz.

  • Renda fixa invade carteiras no 1º semestre e não deve parar por aí: veja onde investir agora

Não é à toa que o último Boletim Focus elevou a expectativa do mercado para a inflação deste ano pela sétima semana consecutiva, passando de 3,96% para 3,98%. Um mês antes, era 3,86%. Para 2025, foco principal da política monetária, a projeção subiu pela oitava semana seguida e saiu de 3,80% para 3,85%, ante 3,75% de um mês atrás. Foi nessa esteira que, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central interrompeu o ciclo de cortes na Selic e manteve a taxa básica em 10,5% ao ano.

“É um nível de juros elevado e restritivo a fim de controlar a inflação na visão do comitê”, aponta Gustavo Saula, analista de renda fixa do Grupo SWM. “Só que a inflação não pode ser controlada apenas por meio da política monetária, mas também pela política fiscal”, completa.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Lucas Queiroz, estrategista de renda fixa do Itaú BBA, salienta que alguns temas sensíveis têm avançado em âmbito político, seja sobre a discussão da meta fiscal seja na revisão das despesas públicas, mas que a volatilidade elevada nos ativos atrelados a juros deve persistir. “Continuamos entendendo como atrativas as taxas atreladas à inflação de médio e longo prazo, além de ver oportunidade tática em vértices prefixados de prazo intermediário”, escreve em relatório.

E para quem quer montar a carteira de investimentos para julho com ativos de renda fixa, os especialistas ouvidos pelo E-Investidor recomendaram algumas opções. Confira a seguir.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto caiu nas graças dos investidores e agora, com a Selic estacionada e os dirigentes do BC demonstrando cautela com a inflação, os títulos pós-fixados foram os mais favorecidos nesse cenário. Eles apresentaram uma melhor rentabilidade, visto que o nível elevado da Selic pesou para que os demais títulos públicos — pré-fixados e híbridos (IPCA+) — sofressem com abertura nas taxas. Ainda assim, uma carteira diversificada com as três opções são recomendadas pelos especialistas em renda fixa.

  • Veja também: Por que o “IPCA+6%” está fazendo investidores perderem dinheiro

“À medida que a inflação implícita sobe, os pré-fixados passam a ganhar atratividade e neste momento são uma combinação interessante com os pós-fixados, razão pela qual manteremos o Tesouro Prefixado 2027”, explica Lucas Queiroz, estrategista de renda fixa do Itaú BBA.

Enquanto isso, Gustavo Saula, do Grupo SWM, recomenda os títulos indexados à inflação, sobretudo com prazos médios de cinco anos. “Eles estão sendo negociados a patamar de IPCA+6,30%. Faz sentido a exposição, uma vez que os dados de atividade econômica vem apresentando resultados positivos e a inflação está relativamente controlada, o que reforça que o nível de juros reais parece elevado”, diz.

LCI e LCA

Se de um lado os títulos do Tesouro Nacional estão na preferência entre os investidores diante dos juros elevados, é preciso lembrar que eles não são isentos da tributação do Imposto de Renda (IR). Para quem busca escapar dessa cobrança, as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) aparecem como alternativas.

  • CDB ou LCI e LCA, em qual renda fixa vale mais a pena investir? Veja a simulação

“São veículos isentos para investidores pessoa física e tendem a contribuir expressivamente para a rentabilidade, sendo uma boa maneira de se posicionar em títulos indexados à inflação de prazos mais longos”, aponta Gustavo Saula, do Grupo SWM.

CRI e CRA

Na mesma linha das LCI e LCA, o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) são outras opções em que o investidor pessoa física fica isento do IR. “Se pegarmos algumas delas, vemos taxas bem interessantes do ponto de vista da inflação, com prazos um pouco mais longos, a partir de quatro anos”, afirma Simone Albertoni, especialista em renda fixa na Ágora Investimentos.

Debêntures incentivadas

Outro papel da renda fixa indicado, com isenção de Imposto de Renda, são as debêntures inceCntivadas. A especialista da Ágora afirma que houve um aumento na demanda por esse veículo, sobretudo devido a bons ratings de crédito (classificação de risco) e porque alguns estavam pagando acima do IPCA+6% líquido.

“Há bastante oportunidade tanto no mercado secundário quanto em ofertas públicas. Ao investidor que tem apetite para esse tipo de risco, vale muito a pena diversificar a carteira e melhorar o retorno médio das aplicações”, aponta Simone.

  • Confira ainda: Debênture incentivada: como ela voltou à cena com nova regra do governo

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA)
  • Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Debêntures
  • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI)
  • Renda fixa
  • Tesouro Direto
Cotações
21/01/2026 19h42 (delay 15min)
Câmbio
21/01/2026 19h42 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde histórico e tem maior alta diária desde abril de 2023

  • 3

    Ibovespa fecha acima de 166 mil pontos e bate novo recorde em meio a cenário externo tenso

  • 4

    Onde investir o ressarcimento do FGC dos CDBs do Master: opções seguras e rentáveis

  • 5

    CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Imagem principal sobre o Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Logo E-Investidor
Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Imagem principal sobre o Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Logo E-Investidor
Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Imagem principal sobre o Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Logo E-Investidor
Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Imagem principal sobre o Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Logo E-Investidor
Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Últimas: Investimentos
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC
Investimentos
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC

Teto de cobertura do fundo engloba investimentos dentro de um mesmo conglomerado; Master incorporou Will Bank em agosto de 2024

21/01/2026 | 14h24 | Por Beatriz Rocha
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?
Educação Financeira
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?

Com a liquidação extrajudicial, as operações foram interrompidas, mas os saldos seguem protegidos pelo FGC dentro dos limites legais

21/01/2026 | 12h29 | Por Isabela Ortiz
Veja perguntas e respostas para entender a liquidação do Will Bank, banco digital do Master
Investimentos
Veja perguntas e respostas para entender a liquidação do Will Bank, banco digital do Master

Investidores serão ressarcidos pelo FGC; veja como funciona o processo e quanto tempo ele pode demorar

21/01/2026 | 12h21 | Por Luíza Lanza
Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?
Investimentos
Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?

Fintech, que pertence ao banco de Daniel Vorcaro, teve sua liquidação extrajudicial decretada pela autarquia nesta quarta-feira (21)

21/01/2026 | 10h33 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador